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segunda-feira, 29 de julho de 2013

Afago de Dilma a Lula é para segurar PMDB, conter Eduardo Campos e torcer para Serra ser candidato

Ao pregar que “Lula não vai voltar porque ele não saiu”, a Dilma da Silva cometeu um arakiri político. Além de demonstrar falta de personalidade, derrubando a farsa marketeira da “gerentona centralizadora”, a Presidenta simplesmente admitiu o que todo mundo tinha certeza: o ex-Presidente Lula da Silva exerce influência direta nos destinos do governo, sem que tenha mandato legal e legitimidade política para interferir na gestão que cai no descrédito do cidadão-eleitor-contribuinte.

Na entrevista “exclusiva” de três horas de duração à Folha de São Paulo, Dilma seguiu a linha mitomaníaca de seu antecessor onipresente. Se, como alegou, não ficou apavorada com as passeatas, por que, então, propôs, tão rapidamente, o golpe institucional para o plebiscito que proporia uma constituinte que faria a pretensa reforma política e outros remendos de interesse petralha? Como Dilma respondeu às perguntas de forma taticamente lacônica, ficou clara a insegurança dela e a tentativa de enganar a opinião pública com as costumeiras mentiras. Dilma não comentar queda nas pesquisas foi outro tiro no pé, denotando covardia.

As manobras midiáticas dos petistas ficam cada vez mais manjadas e previsíveis. Obedece a uma tática política a tentativa de Dilma e do fiel escudeiro de Lula, Gilberto Carvalho, em agora insistir na proximidade do mito em decadência Luiz Inácio com um desgoverno ineficiente e em franco desgaste. O espectro de uma candidatura presidencial de Lula (que tem chances remotíssimas de acontecer) serve para tentar manter o PMDB no Titanic da base aliada, evitando, também, a indesejável candidatura “alternativa” de Eduardo Campos. O “risco” de Lula ser candidato, em tese, inibiria a “traição” peemedebista.

O cenário sonhado pelo PT hoje é que aconteça um racha no PSDB, já visível, e que José Serra insista em sua aventura presidencial. De preferência, os petistas adorariam que Serra viesse candidato por outro partido, o que dividiria, ainda mais, a pretensa oposição, que também teria Aécio Neves e, muito provavelmente, Marina Silva, como presidenciáveis. Com Serra na jogada, o PT até finge que não liga para uma candidatura do claudicante aliado Eduardo Campos.

Neste cenário com tantos competidores, mesmo desgastada agora, Dilma teria chances reeleitorais, por causa da grande massa pobre, ascendente de classe social, que já demonstrou fidelidade canina aos diversos programas assistencialistas-eleitoreiros do governo federal. E como o PMDB não teria coragem de investir em uma candidatura própria (como a de um Henrique Meirelles, que seria um perfil de fora da política convencional), o PT fica com tudo ajeitado para reinar, por mais quatro anos, no Palácio do Planalto.

A vontade petista só pode esbarrar em dois problemas gigantes: a contrariedade do Poder Real Globalitário com o esquema petralha, cuja corrupção atrapalha a evolução dos negócios, e a “vontade de mudança” insuflada, midiaticamente, na opinião pública. Através de sua rede de ONGs, a Oligarquia Financeira Transnacional investiu na eclosão de protestos populares (no mundo todo e especialmente no Brasil). Por aqui, a bronca nasceu com os grupos ligados à quarta internacional socialista, mas, como saiu do controle deles, acabou contando com a adesão da classe média sufocada economicamente, dos segmentos mais esclarecidos da sociedade e, sobretudo, dos jovens (sempre atrás de uma utopia).

A onda de protestos tende a ganhar mais força até a eleição de 2014. A exposição midiática da Jornada Mundial da Juventude - com o Papa Francisco pregando mais participação política e usando até o termo “revolução” (como ontem, no Riocentro) - vai incentivar as mobilizações pacíficas da classe média. Na própria mídia já se nota um claro incentivo psicossocial à reação das pessoas diante de “coisas erradas e que precisam mudar”. Um interessante exemplo é o quadro “O que você faria”, um produto da Buena Vista Internacional (braço da Walt Disney), que provoca indignação e reação de quem assiste...

As pré-condições para “mudanças” estão em curso, midiática, religiosa e politicamente. O sistema hegemônico de poder só não encontrou ou definiu, ainda, quem é o personagem ideal para substituir os petistas no Palácio do Planalto. Este aparente momento de vazio de opções é a oportunidade política para que os segmentos esclarecidos da sociedade, que discordam dos anti-valores globalitários.

Por isso, o negócio é seguir o conselho do Papa Francisco e partir para a ação política, do individual para o coletivo, seguindo uma estratégia que viabilize o Poder Instituinte - um direito, coletivo e individual, dos cidadãos criarem, modificarem, aprimorarem e revogarem instituições.



Recado importante

O pedido do Papa Francisco para que os jovens sejam revolucionários contra a cultura do provisório, proclamado no encontro com voluntários no Riocentro, antes de retornar ao Vaticano, deve ser levado a sério:

“Na cultura do provisório, muitos pregam que o importante é curtir o momento, que não vale a pena comprometer-se por toda a vida, uma vez que não se sabe o que reserva o amanhã. Peço que vocês sejam revolucionários, que vão contra a corrente. Sim, nisto peço que se rebelem, que se rebelem contra a cultura do provisório. Eu tenho confiança em vocês, jovens, tenham a coragem de ir contra a corrente, tenham a coragem de ser felizes”.

Foi a mensagem mais contundente do líder da Companhia de Jesus, que tem o desafio de recolocar a Cúria Romana nos rumos originais da cristandade (e não do globalitarismo)...
   
Pontificando no Inferno Político



Intolerância


Momento mais chocante e desagradável, péssimo desvio sociopata de intolerância e desrespeito aos valores religiosos do próximo, em uma demonstração do totalitarismo pregado pela Nova Ordem Mundial Globalitária.

Assim se pode definir a cena dos poucos membros da tal “Marcha das Vadias” se infiltrando no meio de 3 milhões de pessoas que só queriam manifestar sua religiosidade, no mega-altar a céu aberto de Copacabana, na Jornada Mundial da Juventude.

A destruição insana da imagem da Padroeira do Brasil e o chute aos crucifixos (representação de Jesus Cristo morrendo na cruz para salvar a humanidade) foram o radicalismo mais patético e assustador dos últimos tempos.

Rosemary e seu baby na tevê

Teve petralha que chegou a ficar eufórico no sábado.

A rede NBC promete transformar em série o clássico filme “O Bebê de Rosemary”, de Roman Polanski.

Pena que os norte-americanos não vão chamar para estrelar seu produto a nossa Rosemary (que anda muito sumida da mídia) e seu glorioso bebê – este que andou recebendo afagos da prima Dilminha e do titio Gilbertinho...

Retorno à anormalidade...



Para sonhar e rir...



Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus.

Fonte: Alerta Total

Sem dinheiro para indenizar as empresas de energia, governo deve sacrificar redução da conta de luz

Quem pariu que o embale – Quando o ucho.info afirmou que o anúncio da redução das tarifas de energia era mais um factóide com a chancela do governo petista de Dilma Rousseff, muitos discordaram, mas a realidade é uma só: na política e no capitalismo não é servido almoço de graça. Com a antecipação da renovação dos contratos, as empresas geradoras de energia que aderiram ao plano exigiram uma compensação financeira, que em algum momento seria paga pelo Tesouro Nacional, ou seja, com o suado do dinheiro do contribuinte.
Essa manobra embusteira fez com que a conta de luz tivesse uma redução no valor, mas ao final o consumidor desembolsará a mesma quantia ou mais. Com os recentes cortes no orçamento, o Tesouro não terá condições de arcar com as indenizações às elétricas. O valor que tem grandes chances de ser repassado aos consumidores é de R$ 6,7 bilhões.
Muitos dos consumidores que podem ser surpreendidos a qualquer momento com o rateio da conta acreditaram na mágica mentirosa de Dilma Rousseff, que à época precisava anunciar alguma medida para conter a inflação, mesmo que com base na utopia, o que de forma indireta reforçaria seu projeto de reeleição.
De acordo com dados da movimentação financeira do fundo setorial, de onde deveria sair o total a ser pago, o governo pagou R$ 7,9 bilhões em janeiro às empresas que optaram pelo recebimento à vista do valor das indenizações. Restou um saldo a pagar de R$ 12,1 bilhões, a ser quitado em parcelas mensais ao longo dos próximos quatro anos. Três parcelas foram pagas em fevereiro, março e abril, somando R$ 1,5 bilhão. Considerando que ainda não foram disponibilizados ao público os dados dos meses de maio, junho e julho, é factível a previsão de que idêntico R$ 1,5 bilhão tenha sido pago nesse período. Calculadora na mão, chega-se a um saldo de aproximadamente R$ 9,1 bilhões a serem pagos em indenizações.
Descontado o saldo do fundo setorial que é de R$ 2,4 bilhões, há um buraco financeiro de pelo menos R$ 6,7 bilhões, em números atuais, para honrar o combinado. Esses valores serão atualizados pelo IPCA e acrescidos de remuneração de 5,59% ao ano. Resumindo, o governo mirabolante de Dilma Vana Rousseff não tem dinheiro para pagar a conta, devendo o incauto consumidor se preparar para o pior. Se por um lado essa reviravolta prejudicará milhões de brasileiros, por outro pode ser benéfica no médio prazo, caso os eleitores se lembrem desse truque no momento de votar.
Fonte: Ucho.Info

Voz rouca das ruas apressa decisão do STF de enviar para a cadeia os bandidos do Mensalão



Até mesmo os mais otimistas advogados dos mensaleiros acham que o STF vai não apenas apressar o julgamento dos recursos apresentados pelos condenados, como além disto vai rejeitar tudo e enfiar gente como o ex-ministro Zé Dirceu imediatamente na cadeia.

. É a voz rouca das ruas fazendo pressão.

. O presidente do STF, Joaquim Barbosa, espionado e caluniado com virulência por boa parte da mídia impressa – uma fração dela sob instigação do governo – tentará apressar ao máximo o desfecho.

. Os ministros querem encerrar logo o assunto, porque receiam acampamentos às protas do tribunal.

. Em setembro poderão acontecer as primeiras prisões, iniciando por Zé Dirceu e Marcos Valério, mas concluindo por personalidades menos estrelares, como a banqueira Kátia Abreu, José Genoíno e Delúbio.

. A oposição torce para que o desfecho do caso só aconteça em plena campanha eleitoral de 2014. 

domingo, 28 de julho de 2013

Reforma Política

Vamos unir as nossas forças, assinando o presente.
Item Primeiro: Sem a remoção da IMUNIDADE PARLAMENTAR não tem como fazer a reforma política.
Item Segundo: O povo se despertou para as ruas e alcançou alguns resultados! – Agora é necessário despertar pela consciência que sem o item primeiro não haverá negociação.

Precisamos do seu apoio para o caminhamento para o Congresso Nacional.

Assinem a nossa petição: 

Ministro do TCU muda certidão e pode chegar à presidência do tribunal

O ministro do Tribunal de Contas da União, Raimundo Carreiro, mudou a certidão de nascimento na Justiça e ficou dois anos mais novo. Com a alteração, que passou a data de nascimento dele de 1946 para 1948, o ministro vai adiar aposentadoria obrigatória no tribunal, que é quando completa 70 anos. De acordo com o “Bom Dia Brasil” desta terça-feira (23), o adiamento da aposentadoria vai permitir ao ministro chegar à presidência do TCU.
No TCU, o presidente é sempre o ministro mais velho da casa que ainda não exerceu a função. Por essa regra, o próximo a presidir o tribunal será o ministro Aroldo Cedraz, em 2015 e em 2016. Só depois será a vez de Carreiro. Se não fossem a nova idade e os dois anos extras no TCU, ele não poderia ser presidente do tribunal em 2017.
Nesta segunda, por meio de nota, o ministro explicou a mudança na data, revelada por reportagem do jornal “O Estado de S.Paulo” de domingo (21). Na nota, ele disse que nasceu em setembro de 1948, no interior do Maranhão, mas foi registrado aos 16 anos, por iniciativa de terceiros, como se já tivesse 18, para poder votar. Segundo o ministro, o que ele fez foi pedir a correção do ano de nascimento, um direito garantido por lei.
Para conseguir, na Justiça, a nova certidão, o ministro ainda apresentou como prova o registro de batismo.
Carreiro resolveu corrigir o documento em 2008, um ano depois de se aposentar no Senado e se tornar ministro do TCU. Perguntado por que demorou tanto tempo para mudar a data de nascimento, disse, por meio da assessoria, que “foi a época em que teve a oportunidade para resolver o assunto”.

OAB alerta para descaso com pacto sobre o Sistema Prisional em Rondônia

Há menos de uma semana para a realização da próxima reunião da "Comissão Especial Urso Branco", que monitora medidas impostas pela Organização dos Estados Americanos (OEA) para a melhoria do sistema prisional de Rondônia, a Comissão de Defesa dos Direitos Humanos (CDDH) da Seccional Rondônia da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/RO), manifesta suas preocupações diante da ineficiência no cumprimento dos acordos firmados, tanto pelas instituições estaduais quanto pelo governo federal.
Em 19 de julho passado o Governo do Estado cancelou nova convocação de aprovados em concurso público para provimento de cargos na Secretaria de Estado de Justiça (Sejus), obstruindo a contratação de médicos, enfermeiros, assistentes sociais, motoristas e outras especialidades que poderiam auxiliar o combalido provimento do serviço público às pessoas mantidas sob custódia do Estado. Esse movimento de convocação de servidores e cancelamento de contratações não é inédito. Além de configurar falta de planejamento e descaso para com os concursados que são obrigados a abrir mão de empregos e efetuar gastos para apresentação de documentos, o expediente já foi utilizado antes e serviu para a não efetivação da contratação de agentes penitenciários e sócio-educadores.
O preenchimento desses cargos é essencial para que várias medidas do Pacto Urso Branco possam ser cumpridas, minimamente. São extremamente deficitários os quadros de pessoal em Rondônia tanto nas unidades prisionais quanto em instituições fundamentais para a fiscalização do cumprimento das penas e medidas de segurança, como a Defensoria Pública do Estado.
Não se deve esquecer do descaso com relação ao aparelhamento dos Conselhos Estaduais que são órgãos importantíssimos para o monitoramento e auxílio à execução de pena, como o Conselho Penitenciário Estadual e os diversos Conselhos das Comunidades, bem como o recém-criado Conselho Estadual de Direitos Humanos, criado com falhas que ainda não foram corrigidas.
A intervenção da OEA significou uma injeção de vitalidade no sistema prisional do Estado, o qual, aos poucos, vai se extinguindo. Com o descumprimento de acordos assumidos, tanto o governo federal quanto o estadual vão marginalizando as demandas urgentes do sistema prisional, arriscando-se ao retorno das greves entre servidores e ao recrudescimento dos riscos para aqueles que dependem do funcionamento regular do serviço público.
O Presidente da CDDH, advogado Rodolfo Jacarandá avalia que “as medidas do Pacto Urso Branco não estão sendo cumpridas devidamente e que os sinais dados pelos governos até o presente momento são muito frágeis de que alguma inovação importante está por vir”.
Durante o último mês de julho o novo titular da vara de execuções penais em Porto Velho, Corregedor dos presídios da comarca, Juiz Renato Bonifácio de Melo Dias, afirmou, ao fim de processo de inspeção judicial, que o presídio Urso Branco não oferece condições mínimas de dignidade humana devendo ser desativado. Esse diagnóstico está amplamente comprovado em relatórios dos órgãos e instituições os mais diversos, cabendo aos governos envolvidos dar aos problemas em questão um tratamento muito mais urgente do que o que vem ocorrendo.

Fonte: Eficaz Comunicação
Divulgação: Rondoniaovivo.com

Ministro da presidente Dilma Rousseff pede perdão a parlamentares da bancada evangélica

A atuação do governo Dilma Rousseff, em constante rota de colisão com a bancada evangélica, gerou um pedido de perdão por parte do ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, aos parlamentares que formam a Frente Parlamentar Evangélica (FPE).
De acordo com informações da Agência Estado, Carvalho negou que o Planalto tenha intenção de estabelecer uma rivalidade entre os parlamentares evangélicos e a bancada governista, e reafirmou a postura da presidente Dilma Rousseff de tomar nenhuma iniciativa para alterar a legislação sobre aborto.

“O pedido de desculpas, de perdão que eu fiz não foi pelas minhas palavras, mas pelos sentimentos que provocaram em alguns deputados e senadores as interpretações que surgiram”, disse o ministro.

“A presidente Dilma pediu que eu reafirmasse para a bancada que a posição do governo sobre o aborto é a posição que ela assumiu já na campanha eleitoral, que está escrita em todo esse processo e que a posição do governo está absolutamente clara e assim vai continuar”, pontuou.