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sábado, 3 de agosto de 2013

Aberta a temporada de escândalos pré-eleireiros

Só ocorrida agora, a inevitável liquidação extrajudicial do Banco Rural – usado no esquema do Mensalão para os empréstimos simulados e fraudulentos ao PT– é apenas uma providencial encenação para justificar as ações de bastidores dos esquemas petralhas, para atingir o PSDB em São Paulo, com a denúncia de formação de cartel de empreiteira em licitações do metrô.

A mão pesada do governo contra os dirigentes do Banco Rural é interpretada no mundo político como um recado para que eles jamais revelem detalhes mais escabrosos das negociatas que fizeram com os petistas. Já condenados pelo Supremo Tribunal Federal, e aguardando a votação dos recursos da Ação Penal 470, que começa a partir do dia 14 de agosto, os controladores do Rural apenas acabam de comprovar o que significa ser “inimigo do Estado” – e dos poderosos de plantão.

Investigar empreiteiros por cartel – jogada que parece uma normalidade nos negócios do setor com os diferentes níveis de governo – soa como piada. Só a antecipação da campanha eleitoral de 2014, em um momento em que o Partido dos Trabalhadores tem evidências de que tem tudo para perder sua hegemonia, justifica o vazamento de bombásticos “escândalos” (que ficarão impunes quando a poeira abaixar).

Na administração pública brasileira não existem dirigentes absolutamente livres de pecado. O sistema de licitações públicas (não por coincidência elaborado pelos lobistas de empreiteiros) existe para viabilizar os diferentes tipos de mensalões. Todo mundo sabe que o dinheiro da venda de produtos fornecidos ou de serviços prestados aos municípios, estados e União é que financia a politicagem tupiniquim.

Quem encontrar uma licitação que não seja superfaturada ou que envolva esquema de compadrio ou carta marcada que atire a primeira moedinha...

Se o Brasil não passar por uma verdadeira “revolução” (o que parece pouco provável, embora não faltem ingredientes para isto), o Governo do Crime Organizado continuará reinando e, de eleição em eleição, a cada dois anos, produzindo a onda de denúncias e supostas investigações que só punem alguns corruptos, para poupar a maioria dos ladrões, que continuam agindo impunemente contra a Nação.

Sabedoria pura



Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus.

Fonte: Alerta Total

BC decreta a liquidação do Banco Rural, um dos caixas fortes do criminoso Mensalão do PT

Baixando as portas – Demorou, mais acabou acontecendo. O Banco Central decretou nesta sexta-feira (2) a liquidação do Banco Rural, que ao lado do também mineiro BMG viabilizou financeiramente o maior escândalo de corrupção da história nacional, o Mensalão do PT.
De acordo com o BC, a medida foi tomada diante do agravamento da situação econômico-financeira da instituição e também pela ausência de um plano de recuperação minimamente viável.
“O ato abrange, por extensão, as demais empresas do Conglomerado Financeiro Rural: o Banco Rural de Investimentos S.A.; o Banco Rural Mais S.A.; o Banco Simples S.A.; e a Rural Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A.”, informou o Banco Central em nota divulgada no começo da noite.
Com o fechamento do Rural, já estão indisponíveis os bens dos controladores e dos ex-administradores do banco, que terá como liquidante Osmar Brasil de Almeida, nomeado pelo BC.
Foi na agência de Brasília do Banco Rural que Márcia Milanésia da Cunha, casada com o mensaleiro João Paulo Cunha, recebeu na boca do caixa R$ 50 mil em dinheiro, por ordem do publicitário mineiro Marcos Valério Fernandes de Souza. Descoberto o esquema criminoso com a estrela do PT, o ex-presidente da Câmara dos Deputados disse, a reboque da desfaçatez, que sua mulher fora ao banco para pagar faturas de uma operadora de televisão a cabo.
É preciso que o Banco Central amplie suas buscas no exterior, pois o Rural tem, nos Estados Unidos, o Tradelink Bank, além de correspondentes e braços avançados em paraísos fiscais.
Para quem não se recorda, o Rural foi um dos bancos envolvidos no escândalo que precedeu o impeachment de Fernando Collor de Mello. A instituição da família Rabello, fundada há quase cinquenta anos, foi escolhida por Paulo César Farias, o PC, para as operações nada ortodoxas do esquema do grupo que ficou conhecido como “República de Alagoas”.
Fonte: Ucho.Info

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Câmara não escuta a voz das ruas: Pacote da Câmara reduz rigor para desvios das campanhas

Ao mesmo tempo em que freou uma reforma do sistema político para valer já em 2014, a Câmara dos Deputados prepara um "pacote" de alterações na legislação eleitoral que diminui punições a partidos e candidatos, derruba restrições às doações e coloca amarras no Judiciário e no Ministério Público.

O projeto está pronto para ser votado no plenário na semana que vem, quando o Congresso retoma as votações após o recesso.

Chamada de "minirreforma eleitoral", a proposta foi elaborada pelos líderes das principais bancadas e é comandada pelo deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), ex-líder do governo na Câmara e coordenador da comissão que discute a reforma política.

O texto altera quase todo o sistema eleitoral. No trecho que aborda a fiscalização das campanhas, por exemplo, a minirreforma prevê que a Justiça só fará o "exame formal" dos documentos apresentados pelas campanhas e pelas legendas, sendo vedada a análise das atividades "ou qualquer interferência na autonomia dos partidos".
A punição também é esvaziada. Uma dos artigos diz que o candidato não será responsabilizado por crime praticado por integrante de sua campanha, salvo se provada sua participação intencional.

A multa a empresas que doarem acima do limite de 2% do faturamento bruto do ano anterior também cai de até dez vezes o valor doado a mais para até uma vez.

Outra mudança sugerida tem impacto nas contas da União. Até maio, a AGU (Advocacia-Geral da União) já tinha cobrado judicialmente de políticos "fichas-sujas" R$ 2,7 milhões gastos pela Justiça Eleitoral com novas eleições geradas por cassação de prefeitos. O projeto proíbe essa cobrança.

A proposta restringe ainda a possibilidade de suspensão do Fundo Partidário, verba pública rateada entre todas as siglas registradas no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Caso o texto seja aprovado e sancionado pela presidente Dilma Rousseff, os candidatos a presidente e governador em 2014 estarão dispensados de protocolar na Justiça os seus planos de governo.

De acordo com o deputado Vaccarezza, o projeto ainda pode ser alterado e tem por objetivo diminuir a burocracia das eleições e torná-las mais "democráticas" e "transparentes".

Entre os pontos citados por ele, há mudanças que limitam ações adotadas por candidatos ficha-suja, a que prevê nova eleição no caso de cassação do vencedor, o fim da exigência de recibos nas doações eleitorais e a diminuição em cerca de 20 dias do período de campanha, hoje estipulado em três meses.


DOAÇÕES

O texto dos deputados também flexibiliza as regras para o financiamento das candidaturas.

É liberada a doação de "autoridades" e abre-se brecha para que dinheiro de concessionários e permissionários de serviços públicos vá parar na conta dos partidos.

Hoje eles são proibidos de doar. Pelo texto, a doação não resultará em punição caso o dinheiro seja destinado ao Fundo Partidário, que abastece as próprias legendas.
A minirreforma também permite a propaganda paga na internet, hoje vedada.

Pesquisa sobre confiança do brasileiro nas instituições reforça rejeição ao desgoverno de Dilma

Alça de mira – Dilma Rousseff e o PT trabalham nos bastidores para minar as bases da oposição, mas o esforço pode ser perdido, tendo como base a pesquisa do Ibope sobre a confiança dos brasileiros nas instituições. Um dos mais ativos líderes da oposição no Congresso Nacional, o deputado federal Rubens Bueno (PPS-PR) avalia que a pesquisa confirma o alerta que os adversários do Palácio do Planalto fazem desde 2011: o governo Dilma é marcado pela má gestão, política econômica caduca e desarticulação completa.
De acordo com o levantamento, a confiança na instituição “presidente da República” despencou 21 pontos em um ano. É três vezes mais do que a perda média de confiança das 18 instituições pesquisadas. “No primeiro ano de governo de Dilma Rousseff, seu índice de confiança caiu de 69 para 60. Recuperou-se para 63 no ano seguinte, e despencou agora para 42 – uma nota “Vermelha”. Em um ano, saiu da 4ª posição no ranking para a 11ª. Nenhuma outra instituição perdeu tantas colocações em tão pouco tempo”, relata o jornal O Estado de S. Paulo, que encomendou a pesquisa.
Para Rubens Bueno, exemplos do desastre do governo do PT não faltam. “Vivemos hoje com um PIB pífio, que em 2012 cresceu apenas 0,9% e em 2013 não deve chegar a 2%, como preveem diversos analistas econômicos. Enfrentamos, agora, o pior déficit comercial da história, no valor de quase US$ 5 bilhões. É uma incompetência geral para gerir a economia. Por outro lado, temos investimentos travados e uma saúde em frangalhos. A população começa a enxergar que a fase do PT no governo, além de se esgotar, não fez bem ao país”, afirma o líder do PPS, lembrando que a pesquisa do Ibope aponta que a confiança no sistema público de saúde sofreu a terceira maior queda, de 42 para 32, e segue na 16ª posição.
A pesquisa, feita após as manifestações que levaram milhares de brasileiros às ruas a partir do mês de junho, mostra que a sociedade percebe um governo perdido. “O governo está paralisado e completamente confuso. Não sabe o que fazer e um exemplo disso são as idas e vindas, os recuos do Planalto diante de vários temas nos últimos meses. Primeiro, pressionado pelas manifestações, veio com a proposta golpista de constituinte exclusiva para a reforma política. Desistiu, mas tentou emplacar um plebiscito sobre o tema. Também recuou, pois a ideia era claramente diversionista e tinha o objetivo de jogar a insatisfação da sociedade com a gestão do governo no colo do Congresso”, aponta Rubens Bueno.
Nos setores onde o governo deveria agir com acerto e sem demora, a presidente Dilma também se atrapalha. Na área de Saúde, o Planalto recuou no programa “Mais Médicos”, que deixou de exigir dois anos adicionais na formação básica dos alunos. Também voltou atrás na portaria sobre cirurgias para troca de sexo e na campanha sobre Aids do Ministério da Saúde. “E corre o risco de recuar na redução da tarifa de energia, já que falta dinheiro para compensar as concessionárias. Especialistas da área já alertam que a conta de luz pode subir 20%. Ou seja: é mais uma peça de marketing sendo desmontada”, ressalta o parlamentar.
Congresso e partidos
Rubens Bueno reconhece, no entanto, que não é apenas o governo Dilma que está devendo para a sociedade. “O Congresso Nacional e os partidos políticos, como mostra a pesquisa, são as instituição mais mal avaliadas. O Legislativo precisa aprovar urgentemente uma reforma política; garantir mais recursos para a saúde, o que podemos fazer por meio do projeto que redistribui os royalties do petróleo; e promover uma reforma tributária. Lembro que, no caso desse último item, a presidente Dilma, em seu discurso de posse no Congresso, prometeu fazê-la e, até hoje, não cumpriu”, ressalta o parlamentar.
O processo de enfraquecimento do Congresso também é reflexo, segundo o deputado, de sua postura subalterna diante do governo. “Infelizmente, nos governos petistas, o parlamento se subalternizou. Só faz o que o Planalto quer. Com isso, o Congresso acaba votando quase que somente medidas provisórias, muitas delas verdadeiras árvores de natal para atender interesses desse ou daquele grupo aliado do governo. Ou seja, o Parlamento perdeu a iniciativa e se desgasta ainda mais por seguir apenas os ditames do governo”.
O líder do PPS também tem consciência de que apenas os pontos acima não são suficientes para melhorar a eficiência do aparelho estatal e oxigenar a política. “Precisamos de uma reforma completa da estrutura do Estado, que torne a gestão pública desburocratizada, eficiente, ágil e com maior blindagem contra a corrupção. Não há cabimento, por exemplo, termos hoje 39 ministérios para oferecer a população um péssimo serviço. Com 2014 se aproximando é hora de cada partido ouvir a sociedade e construir sua proposta para o país”, finaliza Rubens Bueno.
Fonte: Ucho.Info

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

À sombra das falsas profecias do governo, déficit comercial até julho é o pior desde 1995

Descendo ladeira – O Palácio do Planalto insiste em travestir a verdade, mas os números, que jamais mentem, confirmam a dura realidade. Enquanto Dilma Rousseff, a “gerentona inoperante”, aciona a cantilena oficial para afirmar que o Brasil está a um passo de se transformar no país de Alice, o das maravilhas, a balança comercial registra o maior déficit desde 1995, no período de janeiro a julho.
De acordo com dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, a balança comercial brasileira registrou, no período, saldo negativo de US$ 4,98 bilhões. Até agora, o maior déficit da balança comercial, para o período, havia sido registrado em 1995 (-US$ 4,22 bilhões). No mesmo período de 2012, a balança registrou superávit de US$ 9,92 bilhões.
O governo petista de Dilma Vana Rousseff, que não tem humildade para reconhecer a própria incompetência, justifica o déficit arremessando a culpa na crise internacional, além do atraso na contabilização dos números referentes à importação e exportação de combustíveis.
Tapar o sol com a peneira é a especialidade de qualquer governante mal sucedido, mas não há como ignorar os seguidos equívocos da equipe ministerial em relação à condução da política econômica. O Brasil tornou-se um celeiro de incertezas na visão dos investidores, mas o governo prefere não enxergar o óbvio.
A teimosa falta de planejamento por parte dos palacianos levou a uma enxurrada de carros novos em todas as cidades brasileiras, sem que o governo se preocupasse, de maneira antecipada, com a produção de combustível para mover a absurda frota que circula pelo País.
O viés ignaro que emoldura de um governo que se esconde atrás da pirotecnia oficial levou o Brasil a uma situação tão perigosa quanto preocupante no âmbito da economia. Os estragos cometidos na última década exigirão dos brasileiros pelo menos cinquenta anos de esforço ininterrupto para os reparos necessários. Resumindo, no mínimo duas gerações deixarão de existir em sua plenitude por causa da genialidade de Lula e seus seguidores.
Sendo assim, o incauto que ler a inscrição que consta na nossa Bandeira que não leve a sério, pois um grupo de especialistas em corrupção conseguiu inverter o sentido das palavras.
Fonte: Ucho.Info

Imprensa repercute demissões na TAM, mas poupa a incompetência do governo do PT

Visão obtusa – Pode-se dizer que é tacanho o comportamento da imprensa brasileira diante do anúncio de que a TAM demitirá mil funcionários, incluindo pilotos e comissários. Demissão não é uma situação agradável, mas as empresas privadas têm esse direito, desde que a legislação trabalhista vigente seja respeitada.
Não há qualquer espécie de crime na decisão tomada pela companhia aérea, que a exemplo da extensa maioria das empresas do planeta usam o corte de funcionários como uma das primeiras ferramentas para equilibrar as finanças. Na aviação, em especial, não se pode buscar o equilíbrio de contas com o a utilização de combustível alternativo e mais barato, com o uso de peças e equipamentos genéricos, piora da qualidade de manutenção. Até porque, em jogo está uma infinidade de vidas humanas.
Considerando que os veículos de comunicação encontraram até agora motivos apenas para noticiar o espanto provocado pelo anúncio das demissões, por certo estão sofrendo de miopia jornalística. Nenhuma empresa demite mil funcionários por diversão ou represália. Trata-se de uma solução muitas vezes necessária, apesar de complexa, pois pior seria manter o atual quadro de funcionários e levar a empresa a uma situação de inviabilidade econômica. E o País não precisa de novos casos como os da Varig e da Transbrasil, que deixou milhares de trabalhadores, pensionistas e aposentados na rua da amargura.
Qualquer empresa se estabelece em busca de lucro. Do contrário, pode-se dizer que é uma instituição de caridade ou seus gestores padecem de incompetência. O sindicato cumpre o seu papel ao levantar a ruidosa bandeira da indignação, pois nessa republiqueta sindicalista em que se transformou o Brasil esses pelegos do governo são muito bem remunerados para organizar protestos e paralisações.
O pecado da imprensa é limitar-se a noticiar um fato, sem informar à sociedade as causas que levaram a TAM a tal decisão. O mirabolante governo do PT levou para a Esplanada dos Ministérios, entupida por 39 inócuos ministros, uma enorme carga de incompetência e conseguiu a proeza de mandar a economia nacional pelo ralo em apenas uma década. Sem admitir o fiasco que vem protagonizando, o PT deverá em breve interferir no caso da demissão dos funcionários da TAM, até porque Dilma vive um calvário e precisa se vender à opinião pública como a solução de saias.
A moeda norte-americana, que até recentemente estava desvalorizada para ajudar no combate à inflação, agora faz voo livre e alcança a curva da alta. Os custos das empresas aéreas são baseados em dólar e não há calculadora que faça mágica. Para completar, a procura por passagens aéreas diminuiu na esteira da inadimplência e da corrosão dos salários. Bom seria se os governos petistas de Lula e Dilma não tivessem cometido as seguidas trapalhadas que levaram o Brasil ao patíbulo da crise.
O ucho.info lamenta profundamente pela difícil situação que terão de enfrentar os demitidos, mas é preciso que a imprensa e a sociedade sejam mais firmes e contundentes nas críticas ao governo e nas respectivas cobranças.
O site aborda o assunto com tranquilidade, pois não faz jornalismo de encomenda e muito menos tergiversa. Fora isso, não aceitamos campanhas publicitárias “chapa branca”, porque é preciso manter o ideal e a independência.
Fonte: Ucho.Info

Dólar sobe e mostra que o Brasil, nas mãos de irresponsáveis, desce a ladeira sem freio

Perdido e meio – Pelo quinto pregão consecutivo, a moeda norte-americana encerrou esta quinta-feira (1) cotada a R$ 2,30, maior valor nos últimos quatro anos. A valorização do dólar refletiu o cenário econômico internacional.
Em relação à cotação de quarta-feira (31), a moeda ianque registrou alta de 0,85%. No ano, o dólar acumula alta de 12,58%. Esse quadro compromete sobremaneira a atuação do Banco Central no combate à inflação. Desde que o governo de Dilma Rousseff deixou de usar o dólar desvalorizado como antídoto contra o mais temido fantasma da economia, o BC passou a usar a alta da taxa básica de juro (Selic) como tábua de salvação.
O ainda ministro Guido Mantega, da Fazenda, explicou que a volatilidade do dólar é decorrente da possibilidade de o Federal Reserve (o BC norte-americano) começar a reduzir o seu programa de compra de ativos, o que provocaria maior liquidez nos mercados internacionais e interferindo no câmbio.
“O mercado deduz que o Fed vai acelerar a desativação dos estímulos e aí todo mundo vai para o treasury, no título americano de 10 anos, e o juro sobe. No dia seguinte, vem alguma notícia dizendo o contrário… Teremos essa volatilidade até que o Fed comece a fazer essa desativação e comece a ser mensurada pelo mercado”, disse Mantega.
O governo precisa urgentemente parar com essa conversa fiada sobre a economia, mostrando aos brasileiros uma realidade que não existe. Independentemente da instabilidade que marca o cenário internacional, o Brasil passa por uma séria crise de credibilidade. Paralisado por causa da conhecida incompetência de seus integrantes, o governo tem dificuldades para fazer os investimentos necessários, que saíram do papel com atraso e depois das ruidosas manifestações.
É importante destacar que entre o anúncio de investimento e o desembolso do dinheiro há uma enorme distância e uma avalanche de rapapés oficiais, o que faz com que a economia nacional continue à beira do despenhadeiro.
Ademais, a crise política que ronda o Palácio do Planalto, acrescida ao posicionamento cada vez mais à esquerda do PT, tem levado os investidores nacionais e internacionais à desconfiança. Como se fosse pouco, quando surge um investidor sem juízo disposto a investir no Brasil, o governo petista de Dilma Rousseff resolve determinar o limite de remuneração do capital alheio.
O Brasil caminha a passos largos para ser uma Venezuela na versão “extra large”, mas as manifestações perderem força e agora se limitam a açoitar Sérgio Cabral Filho no Rio de Janeiro. Se o povo não colocar a boca no trombone, em breve encontraremos outdoors – com Fidel, Chávez e Lula juntos – em toda as esquinas do País. Ainda é tempo de reagir!
Fonte: Ucho.Info