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terça-feira, 6 de agosto de 2013

Decisão que nega a SP acesso a investigação mostra que presidente do Cade deveria estar preso

Claro e óbvio – Após recorrer à Justiça para ter acesso aos documentos relativos à investigação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) sobre a suposta formação de cartel na concorrência do Metrô de São Paulo e da CPTM, o governo do tucano Geraldo Alckmin teve o pedido negado pelo juiz federal Gabriel José Queiroz Neto, de Brasília.
Em seu despacho, Queiroz Neto alegou que o Cade pode manter os documentos sob sigilo. “Deve-se ponderar, ainda, que grande parte da documentação [do Cade] foi obtida mediante ordem judicial e esta ordem foi expressa no sentido de que o Cade deveria manter os documentos sob sigilo. Ou seja, a cautela do Cade está plenamente justificada: amparada em ordem judicial prévia”, destacou o magistrado.
Não é preciso qualquer dose extra de raciocínio para compreender que o sigilo de uma investigação não se limita apenas aos respectivos documentos, mas também ao conteúdo dos mesmos e informações correlatas. Se para o juiz que negou o mandado de segurança do governo de São Paulo com base na necessidade de se manter o sigilo, fica provado que o vazamento de informações à imprensa é um ato cujo estrito objetivo é retaliar politicamente o PSDB, uma vez que o PT sonha em tomar de assalto o Palácio dos Bandeirantes na eleição de 2014.
Ministro da Justiça, o petista José Eduardo Martins Cardozo por questões óbvias tem defendido ação chicaneira e covarde do Cade, cujo presidente Vinícius Marques de Carvalho já estaria preso de o Brasil fosse um país minimamente sério e com autoridades responsáveis e cumpridoras da lei. Essa questão se desenha com muita facilidade após o despacho do juiz federal Gabriel José Queiroz Neto.
Acontece que o Brasil há mais de uma década está nas mãos de um partido político com viés típico de quadrilha e que se transformou em caso de polícia, como mostra a recente história nacional. É preciso que a população esteja atenta a essa tentativa criminosa de se instalar no Brasil uma ditadura comunista, pois o projeto totalitarista de poder do PT avança a cada dia, sem que os brasileiros reajam à altura.
Fonte: Ucho.Info

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

A esperança de Dilma é a oposição

Com menos de um ano de governo efetivo pela frente (o período eleitoral não conta), a presidente ainda tem chance na disputa porque seus adversários não têm a necessária gana oposicionista
José Maria e Silva
Especial para o Jornal Opção
“Foram oito anos de Lula / na mais pura gambiarra. / Depois veio a Dona Dilma / para completar a farra: / brasileiros como formiga / e petistas como cigarra!”
Pedro Silva, cordelista paraibano
“A vida nunca foi fácil. Nunca foi.” Com essas palavras, Dilma Rous­­seff concluiu sua conversa com o médico Roberto Kalil Filho, no dia 17 de abril de 2009, numa sala contígua ao auditório da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais, em Belo Horizonte, onde acabara de proferir uma palestra para empresários. A então ministra-chefe da Casa Civil do governo Lula ouviu do médico dos políticos que a biópsia do nódulo que extraíra da axila, realizada por uma clínica de Houston, nos Estados U­nidos, comprovava a existência de um linfoma. Tratava-se de um tipo de câncer bem conhecido, com grande chance de cura, mas um câncer — o que não era nada bom para uma provável candidata a presidente da República.

Intimamente abalada pela notícia, mas mostrando firmeza, Dilma teve de sofrear furtivamente as lágrimas na entrevista coletiva que concedeu logo após a palestra na Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais. Quem conta o episódio, buscando revesti-lo com essa carga de emoção, é o jornalista mineiro Ricardo Batista Amaral no livro “Dilma: A Vida Quer é Coragem” (Editora Sex­tante, 2011), título tomado de em­préstimo ao romance “Grande Sertão: Veredas”, do escritor mineiro Guimarães Rosa. Repórter político em Brasília, tendo trabalhado para “Época”, “Valor Econômico” e Reuters, Ricardo Amaral foi assessor de Dilma Rousseff na Casa Civil, de novembro de 2009 a março de 2010, e também trabalhou em toda a sua campanha eleitoral. Segundo ele, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva nunca disse diretamente a Dilma que a queria como sucessora nem discutiu sua candidatura com o PT: “Foi simplesmente criando fatos, até que todos, inclusive Dilma, compreendessem que a decisão estava tomada”.

A vida da mulher Dilma Rous­seff pode não ter sido fácil, mas a trajetória da candidata a presidente foi quase um mar de rosas. Ungida por Lula, que estava no auge da popularidade, com as mãos labuzadas pelo óleo fictício do pré-sal, Dilma praticamente não precisou fazer campanha eleitoral de verdade — deixou-se embalar até as urnas como a “gerentona” determinada, rigorosamente técnica e detalhista, que fazia tremer as pernas de muito macho nas reuniões do governo. Essa imagem da futura presidente da República foi cuidadosamente preparada por Lula desde que a escolheu para substituir José Dirceu no comando da Casa Civil, em junho de 2005, no auge do escândalo do mensalão. E a grande imprensa, que não tem muita simpatia por José Serra, embarcou acriticamente nessa ficção.

Presidente na Meca do petismo
Da mesma forma que Fernando Henrique Cardoso ficou satisfeito em entregar o poder para um operário em 1º de janeiro de 2003, mesmo sabendo que o operário já se tornara há muito um político profissional, Lula ficou ainda mais satisfeito em eleger a primeira presidente mulher da história da República, ainda que, intimamente, soubesse, mais do que ninguém, que Dilma Rousseff não era nenhuma Golda Meyer, mas uma Amélia eleitoral, teúda e manteúda pelos votos de seu padrinho político. A exemplo de muitas outras mulheres que chegaram ao poder pioneiramente em países atrasados, Dilma é uma espécie de primeira-dama política, tanto que, na campanha de 2010, Lula repetia nos palanques que, votando em Dilma, o eleitor estava votando nele. É o discurso de muitos coronéis do interior que, quando não podem mais se candidatar, lançam a mulher como candidata e continuam governando de modo indireto.

Ao longo de seus dois anos e sete meses de governo, quase mil dias, Dilma Rousseff, nos momentos de crise, corre para São Bernardo do Campo, a Meca do petismo, para aconselhar-se com Lula. Certa feita, num encontro de ex-presidentes no Palácio do Planalto, ela aceitou ficar em segundo plano, deixando Lula no centro da foto oficial, como se ele ainda fosse o presidente da República. E quando desanda sua relação com o PMDB ou com o próprio PT, ela também recorre ao seu padrinho político, responsável não apenas por formar as alianças que permitiram sua reeleição, mas também por fazê-la candidata, à revelia do PT. É normal um governante aconselhar-se com um aliado mais experiente, o que não é comum é um presidente da República transformar esse tipo de diálogo numa explícita relação de subserviência, como se os conselhos ouvidos fossem ordens a serem cumpridas. A relação entre Dilma e Lula é quase como a de Maduro e Chávez.

Com o junho vandálico, diante do País em convulsão nas ruas, a presidente Dilma Rousseff deixou cair de vez a máscara de “gerentona”, construída por Lula com a ajuda da imprensa. De forma desastrosa, a presidente tentou apropriar-se das manifestações, achando que elas iriam prejudicar apenas o governo tucano de Geraldo Alckmin, uma vez que os líderes do Movimento Passe Livre, que iniciou os protestos, eram aliados de Fernando Haddad, quando ele ainda era candidato a prefeito. As declarações de apoio da presidente aos manifestantes acabaram contribuindo para atiçar o fogo das ruas, levando as manifestações muito além das fronteiras da capital paulista e atingindo o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB, e o próprio Planalto. Foi o que desesperou Dilma e a fez recorrer a Lula.

Fazendo do limão limonada
A presença de Lula no governo foi confessada pela própria presidente Dilma Rousseff em entrevista concedida à colunista Mônica Bergamo, da “Folha de S. Paulo” na sexta-feira, 28 de julho. Segundo a jornalista, o encontro começou tenso, com a presidente dizendo à assessora para desligar o ar-condicionado, pois estava com febre e faringite, com a voz rouca e o “estômago lascado”, devido à mistura de antibiótico, corticóide e Tylenol. Quando a entrevistadora abordou a queda de Dilma nas pesquisas e a volta do queremismo lulista, com os correligionários do ex-presidente defendendo sua candidatura em 2014, Dilma respondeu: “Querida, olha, vou te falar uma coisa: eu e o Lula somos indissociáveis. Então esse tipo de coisa, entre nós, não gruda, não cola. Agora, falar volta Lula e tal... Eu acho que o Lula não vai voltar porque ele não foi. Ele não saiu”.
 
Sobre essa fala, o jornalista Merval Pereira, do jornal “O Globo”, escreveu em sua coluna de 30 de julho: “Conversando com um e com outro, acabei abrindo uma janela na interpretação para aceitar a possibilidade de que o que considerava uma autêntica ‘barbeiragem’ da presidente pudesse ser na verdade audaciosa manobra: e se em vez de uma frase infeliz a presidente tivesse dado, isso sim, uma ‘trucada’ nos que querem vê-la substituída por Lula na campanha eleitoral de 2014? Ao explicitar a simbiose com o ex-presidente, Dilma esvazia a principal razão de uma eventual substituição sua por Lula. Ao dizer que Lula sempre esteve no governo, Dilma deixa nas entrelinhas a mensagem de que seus acertos e erros têm que ser divididos com o ex-presidente, o responsável final pela sua candidatura e, sobretudo, o parceiro do que tem sido feito no governo, o avalista de sua candidatura à reeleição”.

Como racionalização, a hipótese é engenhosa e deve ter passado pela cabeça da própria presidente e de seus aliados mais próximos, depois que ela já tinha assumido o papel de “criatura”, mero poste de Lula para iluminar o Brasil, imagem que ele utilizou para se referir aos seus candidatos de bolso de colete, como o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad. Mas Dilma já demonstrou que não tem traquejo para entrevistas e dificilmente seria capaz de um raciocínio político tão rápido diante da pergunta à queima-roupa. Isso fica claro pelo próprio vocativo de sua resposta: “Querida” — um cacoete que revela a irritação da presidente. É provável que Dilma tenha sido até espontânea, deixando transparecer a inevitável irritação interior de se saber incapaz de governar sozinha. Só depois é que seus assessores devem ter pensado em transformar o limão em limonada, explorando a outra face de sua simbiose com Lula.

Formigas brasileiras, cigarras petistas


Sem dúvida, o fracasso do go­verno Dilma pode significar o fracasso de Lula como gênio político. Normalmente, em casos assim, o criador consegue desvencilhar-se dos problemas de sua criatura, que servem até para realçar suas próprias qualidades. Por isso, todo cacique político tende a escolher auxiliares desconhecidos como sucessores, na esperança de não serem ofuscados. Com Lula e Dilma não seria muito diferente e um mau governo da criatura poderia reforçar a imagem do criador como gênio político e gestor capaz. Ocorre que Lula já enfrenta problemas que podem dificultar sua volta em 2014. O principal é o escândalo do mensalão, que tisnou sua imagem de Savonarola vermelho, tão cultivada quando o PT era oposicionista. E a esse problema se acresce sua saúde. Lula venceu o câncer, mas não convém brincar com a doença, lançando-se numa disputa presidencial pesadíssima com quase 70 anos, ainda por cima sabendo que o espera um governo difícil.
 
Como diz jocosamente o poeta paraibano Pedro Silva, no folheto de cordel “O Casamento de Lula e Dilma no Inferno”: “Foram oito anos de Lula / na mais pura gambiarra. / Depois veio a Dona Dilma / para completar a farra: / brasileiros como formiga / e petistas como cigarra!” Se vier a disputar em 2014, como sonham os petistas, Lula terá de responder também pelo governo Dilma. E como as pesquisas mostram, a popularidade da presidente desabou. Uma consequência direta de suas soluções destrambelhadas para a baderna das ruas, começando pela proposta do plebiscito, felizmente descartada por seus próprios aliados no Congresso. Na última pesquisa Ibope, encomendada pela Con­federação Nacional da Indústria (CNI) e realizada de 9 a 12 de julho, a avaliação do governo Dilma caiu de 55% de aprovação (ótimo e bom) para 31%, mesmo porcentual dos que consideram seu governo ruim ou péssimo. Já a confiança na pessoa da presidente despencou de 67% para 45%. Um dado curioso é que 46% dos entrevistados consideram o governo Dilma pior do que o de Lula, mas 42%, um índice altamente expressivo, consideram que são iguais. Isso indica que a popularidade de Lula também está sendo submetida a uma revisão pelo eleitor.

A queda de avaliação do governo já reverbera nas intenções de voto da presidente para 2014. Na pesquisa Datafolha realizada no final de junho e divulgada em primeiro de julho, Dilma perdeu 21 pontos na comparação com a pesquisa realizada em março e aparece com 30% das intenções de voto num cenário em que não aparece o ministro Joaquim Barbosa. E seus adversários cresceram, especialmente Marina Silva, que passou de 16% para 23%, seguida de Aécio Neves, com 17% (antes, 14%) e Eduardo Campos, com 7% (tinha 6%). Nos cenários em que Lula é o candidato do PT, ele abocanha 45% das intenções de voto, uma queda de 10 pontos em relação à pesquisa anterior, mesmo assim, com larga vantagem sobre os concorrentes: Marina Silva, com 14%; Joaquim Barbosa, com 13%; Aécio Neves, com 12% e Eduardo Campos, com 3%. Inexplicavelmente, o Datafolha não colocou o nome do tucano José Serra, como se o PSDB já tivesse feito convenção ou Serra desistido da disputa.

Lula e suas apostas de risco


A presidente Dilma Rousseff tem menos de um ano e cinco meses de governo pela frente ou, para ser mais exato, 514 dias. Se nos 946 dias anteriores (dois anos e sete meses) seu governo não mostrou a que veio, é pouco provável que vá deslanchar a partir de agora. Em ano de eleição, a parte administrativa de qualquer governo só caminha até o final do primeiro semestre. A partir daí tudo vira palanque. Isso significa que Dilma tem menos de um ano para se revelar a grande administradora que Lula chamava de “Mãe do PAC”. Caso contrário, terá que escolher entre render-se ao queremismo dos petistas e abrir caminho para uma candidatura de Lula ou ser uma candidata novamente carregada pelo seu padrinho político. O PT não parece ter outra saída, a não ser que Lula a invente apostando num terceiro nome, como está fazendo em São Paulo pela segunda vez, agora na disputa para o governo do Estado, em que decidiu lançar o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Mais uma vez Lula optou pelo “poste”, o administrador sem votos, neófito em palanque, que atende à equivocada demanda das ruas por menos políticos profissionais. Essa estratégia de Lula em São Paulo, apesar de desgastada pela gestão até agora pífia de Fernando Haddad, pode dar certo. Não porque seja especialmente brilhante, mas porque os tucanos completam, em 2014, nada menos do que 20 anos de poder no Estado de São Paulo. Com os recorrentes protestos em São Paulo, a avaliação do governo Alckmin também caiu, de 52% para 38%, segundo o Datafolha, mas o tucano continua liderando com folga a pesquisa de intenção de voto, aparecendo com 40%, muito à frente de Paulo Skaf  (19%), Gilberto Kassab (6%) e Alexandre Padilha (3%).

Como se vê, Lula gosta de aposta arriscada. Ele parece acreditar que a panaceia do Programa Mais Médicos, lançado por Dilma Rousseff, pode catapultar a candidatura do ministro da Saúde em São Paulo. E tem alguma razão. Apesar da forma absolutamente desastrada com que Dilma lançou a proposta, a importação de médicos estrangeiros e a obrigatoriedade da prestação de serviço público por parte de médicos recém-formados podem render muito voto entre a população que depende do SUS — ao menos enquanto o programa não estiver integralmente implantado e puder ser vendido com a perfeição das promessas de campanha. A própria Dilma poderá se beneficiar eleitoralmente do programa se souber negociar com a categoria médica com menos arrogância. Essa estratégia deu certo com a ficção do pré-sal, sintetizada pela imagem de Lula labuzando as costas de Dilma com as mãos sujas de óleo.

Mas talvez a maior vantagem de Dilma continua sendo a inexistência de oposição. O Banco Rural — epicentro do mensalão — acaba de sofrer intervenção do Banco Central. Nas mãos de uma oposição competente, a medida causaria estragos no governo petista, respingando em Lula e Dilma. Tanto pelo uso indevido do banco por parte dos petistas quanto pela demora do Banco Central em intervir na instituição. Mas não será Aécio Neves a tocar no assunto, afinal ele tem receio do que os petistas chamam de “mensalão mineiro”. Já Marina Silva considera esse tipo de crítica indigno da imagem de pureza ética que ela tenta passar ao eleitor. Com isso, o quadro fica mais fácil para o PT, mesmo se Dilma, com todo o seu desgaste, for mesmo a candidata do partido.

Comunismo chinês e outros não toleram a liberdade religiosa

Esse é um dos fatores fundamentais a caracterizar o totalitarismo comunista: trata-se de uma ideologia (outra religião) que resulta num sistema incompatível com a liberdade de pensar, de exprimir-se, quem quer que seja, e sob a forma que desejar.
 Na China, país mais populoso do mundo, assim é tratada a vertente católica do cristianismo: pelo simples fato de nascer numa família que professa o catolicismo uma criança passa, automaticamente, a fazer parte da Associação Católica Patriótica Chinesa. Trata-se de uma versão da Igreja que segue os preceitos não do Cristo e dos Apóstolos, mas sim os do Partido Comunista Chinês (PCC). A seita conta com algo em torno de 6 milhões de “fiéis”, que são submetidos semanalmente a pregações incentivando o amor à pátria e outros ensinamentos nada religiosos — na verdade, totalmente distanciados do Deus segundo a visão de Agostinho, Tomás de Aquino e outros doutrinadores.
Obviamente, essa associação sempre esteve em conflito com o Vaticano, que se recusa a aceitar a ingerência do regime comunista chinês. Este chega a admitir a liturgia e partes insignificantes da doutrina. Entretanto, e como por natureza é intrinsecamente ateísta e adepto da prevalência absoluta do Estado, as divergências e a repressão são inevitáveis. Aliás, o Estado e o espectro ideológico do maximalismo são os pilares em que se as­senta o totalitarismo do pensamento da esquerda, principalmente quan­do aboletada no poder. A predominância dessas desavenças decorre, ainda, do fato de o Vatica­no não reconhecer os padres e bispos nomeados pela Associa­ção, não sendo raras as prisões de alguns “religiosos” aceitos por Roma e o fechamento de paróquias. Co­mu­nis­mo é isso aí: todos a serviço do partido, do Estado e seguindo co­mo cordeirinhos os líderes geniais das massas. Somente assim, acreditam piamente, estarão a serviço do povo.

Há algum tempo o caldo en­tornou para um dos “religiosos”. Tadeu Ma Daqin, um bispo que estava sendo preparado para a liderança da Associação Patrió­tica, recusou a missão e, sob ovação, anunciou que deixaria o cargo que exercia na organização a serviço do PCC. Foi preso e enviado para o monastério de Sheshan, nos arredores de Xan­gai. Tolerância zero com ínfimas discordâncias, já se vê. “Seu ato de rebeldia abre um precedente que deve ter assustado muito o Partido Comunista”, diz o padre jesuíta canadense Michel Marcil. Mais: “O medo é que outros bispos sigam o exemplo de Ma Daqin”, enfatiza o seguidor de Inácio de Loyola.

Na China, a proibição de todas as religiões data da ascensão de Mao Tsé-tung ao poder, em 1949. Foi a partir de então que os religiosos passaram a ser perseguidos e até eliminados fisicamente. Nos tempos de Deng Xiao-ping e a partir da Consti­tuição de 1982 (pasme: a China também dispõe de uma!), passou-se a permitir o culto a cinco religiões, desde que isentas de qualquer influência estrangeira. Assim é que os chineses, se quiserem praticar a fé cristã com o “nihil obstat” do Vaticano, só podem fazê-lo clandestinamente. Daí recorrem aos piqueniques onde rezam, dividem o pão e tomam o vinho da simbologia. Outros marcam encontros em casas de família, nos quais todos os fiéis são conhecidos — evitando assim a presença de infiltrados e espiões do sistema governamental. “Os chineses estão revivendo aquilo que os cristãos sofreram nos tempos das catacumbas romanas”, diz o padre canadense Michel. Apesar dessa política intolerante dos comunas, os católicos clandestinos têm um contingente de praticantes em número duplamente superior aos “fiéis” que obedecem ao Partido Comunista Chinês.

Recentemente, um casal de evangélicos aqui de Goiânia informava que uma de suas filhas, atuando como missionária enviada a Mo­çam­bique, estava sendo convidada a se retirar daquele país porque, di­ziam as autoridades daquela potência econômica do leste africano, “o povo precisa é de comida, não de religião”. Eis aí: os comunistas têm obsessão por comida e abominam um dos sentimentos mais arraigados na mente humana, qual seja a ideia de crença numa divindade, num ser superior, numa hipotética salvação para além da morte. Para os seguidores de Marx e Lênin a salvação é aqui mesmo e resume-se a uma mesa farta e em regalos inteiramente materiais. Esse é um dos fatores fundamentais a caracterizar o totalitarismo comunista: trata-se de uma ideologia (outra religião) que resulta num sistema incompatível com a liberdade de pensar, de exprimir-se, quem quer que seja, e sob a forma que desejar. Sua intolerância opõe-se à possibilida­de/ne­cessidade que a maioria dos seres humanos tem de acreditar em afirmações, lendas e crendices primitivas, mágicas. Mas e daí, o que é que o Estado ou um partido tem a ver com isso? Na verdade, os  totalitários julgam-se iluminados, os donos da verdade, os senhores da razão e da lógica. Por isso atentam contra o que há de mais íntimo no indivíduo: a sua consciência. Reivin­dicam a posse de corações e mentes.

Lula se encanta com as redes sociais, mas petistas já agem criminosamente na web

Bandoleiros na rede – Ao discursar para os participantes do XIX Encontro do Foro de São Paulo, grupo que reúne o que de pior existe em termos políticos na América Latina,Lula reconheceu a força da rede mundial de computadores, principalmente das redes sociais, após ter ignorado sugestões para que o PT e o governo investissem no meio eletrônico para se comunicar com a população.
Diante de uma plateia tão obtusa quanto obediente, o lobista-fugitivo afirmou: “Estes movimentos que aconteceram aqui no Brasil pegaram de surpresa todos os partidos de esquerda, de direita, o movimento sindical e o movimento social porque nós ainda agimos da forma antiga para fazer política”, disse Lula. “Nós na verdade, fomos ficando velhos e perguntamos: cadê a juventude do nosso partido? Como estamos nos comunicando com eles?”.
Atendendo a uma ordem de Lula, o PT decidiu abrir os cofres e investir em uma equipe para coordenar profissionalmente a presença do partido nas redes sociais, de acordo com o presidente da legenda, Rui Falcão. A contratação faz parte das medidas que o PT pretende adotar para se reaproximar dos movimentos sociais, em especial dos jovens que ocuparam as ruas de dezenas de cidades brasileiras para protestar e cobrar mudanças.
Que ninguém acredite nesse “bom mocismo” de Lula e Rui Falcão, pois nos bastidores já está agindo uma tropa cibernética criminosa, treinada para intimidar que ousa contrariar o partido, expondo suas mazelas e as do governo de Dilma Vana Rousseff. Há um grupo de radicais atuando deliberadamente na internet, sem se preocupar com as consequências das ofensas e ameaças que fazem. Esse modus operandi criminoso por certo levará o partido a muitas delegacias em todo o País, uma vez que a população está cansada da bandalheira que se instalou no Brasil com a chegada de Lula ao poder central.
Por mais que o PT despeje muito dinheiro nessa operação tardia, a massa pensante brasileira, que faz oposição ao partido que se transformou em caso de polícia, está muito adiantada nas questões da rede de computadores e das redes sociais. É preciso reforçar a coesão do movimento para que o enfrentamento seja decisivo. Só assim, com determinação e agindo com coerência, é que será possível evitar que o Brasil seja transformado, por mãos e mentes criminosas, em uma versão agigantada da decadente e totalitária Venezuela.
Fonte: Ucho.Info

Dilma reúne líderes da base aliada para conter rebelião no Congresso, mas tentativa pode ser em vão

Sob pressão – Depois de anunciar a liberação de R$ 6 bilhões para o pagamento de emendas parlamentares, como forma de aliviar a intifada que se instalou no Congresso Nacional, a presidente Dilma Rousseff reúne-se às 17 horas desta segunda-feira (5) com líderes partidários para discutir a pauta de votação do segundo semestre.
Como já noticiou o ucho.info, Dilma dificilmente recuperará o apoio que contava até meses atrás, que piorou ainda mais depois das manifestações que ganharam as ruas do País. Um integrante da base aliada, que decidiu desertar, disse a este site que a empreitada da presidente de agora em diante será extremamente difícil, principalmente porque muitos parlamentares aliados perderam o respeito pela petista.
De acordo com o parlamentar, a situação do governo no Congresso Nacional piorou muito nos últimos meses por dois motivos: a pouca habilidade da ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, e da arrogância que o líder do governo na Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), dispensa aos seus pares no momento das negociações que precedem as votações.
A avaliação quase unânime entre deputados e senadores é que o Palácio do Planalto deverá ter muito trabalho até as eleições de 2014, quando Dilma tentará a reeleição, caso seu projeto político não seja interrompido por conta da crise econômica que só cresce.
Fonte: Ucho.Info

Sérgio Cabral engana a população do Rio de Janeiro e mantém a farra dos helicópteros com novo decreto

Sujeito abusado – Quando um político deixa de honrar a palavra dada, o melhor que o povo pode fazer é exigir sua saída. Até esta segunda-feira (5), o ucho.info defendia a permanência de Sérgio Cabral Filho à frente do governo do Rio de Janeiro por respeito ao chamado estado democrático de direito. A partir de agora, este site defende abertamente a sua saída, pois a forma irresponsável e infantil como Cabral vem tratando a população do Rio é simplesmente absurda.
Depois de afirmar que sua família deixou de usar os helicópteros do governo fluminense para as farras em Mangaratiba, o decreto publicado no domingo (4) não mudou as regras para o uso das aeronaves. De acordo com o decreto, as autoridades poderão usar os helicópteros “por questões de segurança”, o que levou Cabral, ao longo dos últimos anos, a percorrer a distância de sete quilômetros entre o seu apartamento, no Leblon, e o Palácio Guanabara pelo ar.
As supostas novas regras foram criadas depois que o governador foi duramente criticado, nas manifestações e na imprensa, pelo uso irregular e excessivo das aeronaves. Sem o menor constrangimento por parte de Sérgio Cabral, os helicópteros oficiais eram utilizados também pelos filhos do governador, babás, manicures, cabeleireira e até o cachorro da família, em viagens a Mangaratiba, onde o clã possui uma luxuosa casa de veraneio, cuja aquisição continua rendendo polêmicas nos bastidores do poder.
De acordo com o decreto, os helicópteros podem ser usados pelo governador, vice, chefes de poderes, secretários e presidentes de autarquias ou empresas públicas. A nova regulamentação estabelece que o uso das aeronaves só é permitido em missões oficiais ou “por questões de segurança da autoridade, conforme recomendação da Subsecretaria Militar da Casa Civil”.
Resumindo, Sérgio Cabral enganou de forma escandalosa a população do Rio de Janeiro e garantiu, com o novo decreto, a continuidade da farra no ar, bastando para isso apenas uma orientação da Casa Civil. A continuar assim, em breve Cabral terá de trocar os helicópteros por um tanque de guerra, porque até circular pelos ares será perigoso.
Fonte: Ucho.Info

domingo, 4 de agosto de 2013

O Brasil esmaga o PT ou ele esmaga a democracia.

O PT escolheu o caminho do qual nunca afastou, a não ser para fingir ser democrata. O caminho escolhido é a volta aos braços do do Movimento dos Sem Terra, do Movimentos dos Assentados de Barragens, do Movimento do Passe Livre, da Via Campesina, do Conselho Indigenista Missionário, de todos estes coletivos socialistas, muitos deles foras da lei e que atacam direitos como a propriedade privada, o lucro, a liberdade de imprensa. Ontem Lula esteve no Foro de São Paulo, que reúne toda a esquerda latino-americana e reafirmou esta guinada contra a democracia e, não duvidem, contra o Estado de Direito. Chegou a hora dos partidos, como um todo, fazerem oposição ao PT e esmagar a cabeça desta praga que assola o país desde 2002. Eles vão fazer de tudo para ficar no poder. É hora de expulsar a escória mensaleira, corrupta e antidemocrática da Presidência. Leiam, abaixo, a linha que o PT vai adotar em 2014. Leiam com atenção a matéria do Estadão:

Favorito na disputa interna pela presidência do PT, o deputado estadual paulista Rui Falcão começará sua campanha reeleitoral entre os militantes no próximo dia 13 levantando antigas bandeiras da esquerda, fazendo autocrítica sobre a burocratização da legenda nos últimos dez anos e defendendo mobilizações de rua pela "democratização" da mídia.
 
"O PT não pode ser apenas uma máquina eleitoral que se mobiliza a cada dois anos. Deve ser um partido militante, de atuação cotidiana (...) Cabe ao PT organizar, a exemplo do que está fazendo com a reforma política, mobilizações e campanhas massivas, em todo o País, em torno de questões cruciais da vida brasileira, como, por exemplo, a democratização das comunicações", diz o texto, que foi submetido à aprovação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, principal cabo eleitoral de Falcão.
 
O manifesto foi escrito pelo ex-secretário geral da Presidência, Luiz Dulci, atual presidente Instituto Lula e coordenador da campanha do petista. O manifesto, que representa as ideias do grupo majoritário do PT, resgata temas recorrentes no partido na época de sua fundação no início dos anos 80. Fala em reforma agrária, integração da América Latina, compromisso com igualdade de gênero e orientação sexual e com "causas libertárias".
 
Tratado internamente como a linha mestra do partido nas campanhas de 2014, o manifesto explicita críticas já feitas internamente por Lula, especialmente após os protestos que se espalharam pelo País em junho.
 
Além da rubrica do ex-presidente, que deve ser a primeira, o documento será assinado por personalidades do partido e quadros políticos das três principais correntes internas do PT: Construindo um Novo Brasil, Novos Rumos e PT de Luta e Massas. Juntas, formam a chapa O Brasil quer mais e melhor. Esse grupo é herdeiro da antiga Articulação, tendência majoritária desde a fundação da sigla.
 
Voz das ruas. A presidente Dilma Rousseff integra o grupo, mas não deve assinar o documento. O texto mostra preocupação com as manifestações de junho e seu impacto na eleição do ano que vem. "É indispensável estreitar ainda mais os laços do partido com os movimentos sociais, seja apontando as suas lutas, seja promovendo campanhas conjuntas em defesa de causas comuns", diz o texto.
 
O manifesto fala, ainda, em buscar uma "profunda sintonia" com as grandes organizações e movimentos populares, "mas também com as novas redes de ação social". Em algumas manifestações de junho, petistas foram agredidos e expulsos das passeatas. O texto escrito por Dulci teoriza que a revolta popular registrada em junho ocorreu devido ao sucesso dos 10 anos de PT no poder - tese já defendida por Lula e por Dilma publicamente. Em nenhum momento o documento cita a queda brusca da popularidade da presidente. "O novo tempo que construímos traz consigo também novos desafios (...) o de ouvir a voz das ruas e responder criativamente aos seus anseios".
 
Aparelhos de Estado. Mais extensa, a tese oficial da chapa de Falcão - outro documento divulgado nesta semana - avança nessa avaliação e diz que as manifestações exigem do PT uma reformulação positiva de sua estratégia partidária. "Cabe ao PT enfrentar de uma só vez os riscos da excessiva burocratização e vinculação de seus quadros com os aparelhos de Estado.""O PT saúda as mobilizações sem ingenuidade nem reatividade. E deseja assumir, livremente, o papel de um dos vetores dessa nova cena nacional."O documento também prega "uma cultura de esquerdas" e ousa mais na autocrítica.
 
No momento em que Falcão se esforça para evitar rusgas com o PMDB depois que o partido foi alvo de críticas de setores do PT, o documento assinado pelos três grupos que apoiam a candidatura dele diz, sem citar nomes, que "setores" do parlamento "antepõem obstáculos à realização da reforma política". Manifesto e tese deixam claro que, depois de dez anos no poder e sob a pressão das ruas, o PT deve resgatar o discurso de fundação do partido.