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terça-feira, 24 de setembro de 2013

Reforma eleitoral aprovada no Senado é armadilha criminosa que garantirá o enterro da democracia

Pé no freio – Uma das mais importantes vozes da oposição no Congresso Nacional, o deputado federal Rubens Bueno (PR), líder do PPS na Câmara, fez na tarde desta terça-feira (24) um discurso contundente na tribuna da Casa, o ocasião em que destacou a armadilha que representa o projeto de reforma eleitoral aprovado recentemente no Senado Federal. A matéria é um amontoado de atalhos legislativos inócuos que escondem a verdadeira intenção dos seus idealizadores, que agem na contramão das roucas vozes que ecoaram nas ruas do País durante as manifestações de junho passado.
Ao criticar a matéria, que contém excesso de “cosmética” para camuflar um golpe desdenhado para sufocar a democracia, o líder do PPS foi contundente: “Uma reforma, que em um de seus pontos, aumenta ainda mais a promiscuidade entre os que estão no poder e aqueles que financiam as campanhas, ao permitir, por exemplo, que empresas ligadas a concessionárias de serviços públicos façam doações milionárias de campanha”.
Paralisado por causa da já conhecida incompetência do governo petista de Dilma Rousseff, o Brasil está prestes a deflagrar processos licitatórios no âmbito de serviços públicos que, de acordo com estimativas oficiais, deve chegar à incrível marca de R$ 500 bilhões. Com o projeto de reforma eleitoral aprovado pelos senadores, essas empresas poderão, por exemplo, despejar dinheiro em campanhas políticas dos atuais donos do poder.
Essa relação promíscua que desponta no horizonte, entre os governantes e as concessionárias de serviços públicos, precisa ser contida a qualquer preço, pois do contrário os brasileiros acabarão endossando mais um descalabro patrocinado pelos parlamentares, que nem mesmo em sonho se preocupam com as necessidades daqueles que os elegeram.
O que se busca com esse projeto perigoso, que coloca a democracia a um passo do despenhadeiro, é viabilizar doações de campanha que garantam a permanência no poder de um grupo que em passos lentos e contínuos tem levado o País na direção de um regime totalitarista. Pode parecer excesso de preocupação por parte dos jornalistas do ucho.info, mas é preciso lembrar que a atual realidade brasileira já dá claros sinais que os ocupantes do poder trabalham para a instalação de uma “ditadura ideal”, como se esse tipo de regime pudesse ser assim classificado.
(Ilustração: Manga)


Fonte: Ucho.Info

Dilma insiste na batalha verbal contra a espionagem norte-americana, e desgaste pode lhe custar a reeleição

Como era esperado, o Brasil foi diplomaticamente exposto ao ridículo, com a bravata contra espionagem, durante discurso da 68ª Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York. Mais grave que isto, Dilma sacramentou o discurso globalitário em favor da regulação do acesso à internet, que o PT adoraria ver controlada e censurada por aqui. Dilma foi previsível, ao mentir que "o Brasil sabe se proteger" contra a espionagem. 

Dilma colocou o Brasil no ridículo. Denunciar a espionagem como "abuso aos direitos humanos" deve ter matado de rir seus patrões do Primeiro Mundo. Dilma também deve ter levado todos á gargalhada com a retórica falsa de que o Brasil repudia e nem dá abrigo a terroristas. Mentindo assim e negando seu próprio passado, Dilma vai magoar seus companheiros do Foro de São Paulo e demais integrantes do Governo do Crime Organizado.

Os Estados Unidos vão continuar obrando e andando para qualquer crítica que lhe seja feita sobre atividades de inteligência. Como um País subdesenvolvido, que não tem um satélite próprio, pode falar em sigilo e soberania e confidencialidade de informações? Além disso, que moral tem um País que não prioriza investimentos em suas Forças Armadas e que, há décadas, descuida da inteligência como fator estratégico?

Os norte-americanos sabem melhor que ninguém que os petistas têm moral nenhuma para criticar a mínima ação de arapongagem. A petralhada é especializada na espionagem aos inimigos internos. O azar deles é que cometem tal abuso sem a menor inteligência, principalmente na internet que eles tanto desejam controlar. Virou moda, no Brasil, contratar empresas que invadem computadores para espionar dados alheios. A insegurança e a falta de privacidade são totais.

Dilma vai cometer um pecado capital se insistir no conflito diplomático inútil contra os EUA. O velho discurso anti-imperialista, além de fora de moda, só conquista adeptos entre os que raciocinam geopoliticamente com o intestino. Ao mesmo tempo em que desmarca visita oficial de chefe de Estado a Barack Obama, em Washington, Dilma age contraditoriamente: aceita posar para foto ao lado do ex-presidente Bill Clinton, que a convidou para a Clinton Global Iniciative, em dezembro, no Rio de Janeiro.

O Brasil é quem paga caro com as bravatas de Dilma, que demonstra estar perdida em termos de diplomacia, sempre apoiando os adversários ou inimigos políticos dos EUA na América Latina e no resto do mundo. Agora, só porque constatou que foi vítima pessoal de um megaesquema de espionagem, perdeu as estribeiras e o rumo estratégico.

Em uma comparação rasteira com outros países subdesenvolvidos, o Brasil tem hoje os piores indicadores políticos, econômicos e sociais, embora ostente sempre o “grande potencial para se desenvolver”. Na verdade, estamos na vanguarda do atraso, sem fazer os deveres de casa, em infraestrutura, desburocratização, correção tributária e os básicos investimentos corretos em educação, ciência e tecnologia. Em vez disso, o Governo do Crime Organizado é só corrupção, demagogia e desestruturação dos valores patrióticos.

Pode-se assinar embaixo o que escreveu o General Azevedo, em artigo abaixo: Um País que tem o PT no Governo não precisa de inimigos...  

Martelada



Efeito Infringente
  


Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus.

Fonte: Alerta Total

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Governo pediu uma semana para esclarecer apagão no Nordeste, mas até agora reina o silêncio

O tempo passa – No último dia 28 de agosto, ou seja, há quase trinta dias, um apagão deixou nove estados do Nordeste sem energia elétrica. Sem saber como trocar uma lâmpada queimada, mas obediente à cartilha do Palácio do Planalto, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB), sem apressou em dizer que a culpa pelo incidente foi uma queimada ocorrida na cidade de Buriti, no interior piauiense.
Horas depois dessa desculpa estapafúrdia de Lobão, o dirigente regional do Ibama disse que era precipitado fazer qualquer declaração sobre o ocorrido antes de um laudo definitivo. Considerando a possibilidade de Edison Lobão estar certo, as autoridades federais falharam ao não controlar o que existe no entorno da linha de transmissão. O mato que cresce ao pé das torres de transmissão, que entrou em colapso na última quarta-feira, foi cortado pela última vez em abril de 2012.
Depois do dito pelo não dito, a presidente Dilma Rousseff entrou em cena e, sem poder culpar a natureza, disse que nos Estados Unidos também ocorrem apagões – ou blecautes como ela prefere dizer, fingindo desconhecer que as palavras são sinônimas.
Passado o episódio em que o Tio Sam foi chamado à baila, o governo informou que precisava de uma semana para avaliar as causas do tal apagão, o segundo em apenas doze meses na região Nordeste. Acontece que o mais recente blecaute nordestino está a um passo de completar um mês, mas o governo parece ter esquecido a promessa que fez. Isso explica a forma pirotécnica como os palacianos exploraram as denúncias da suposta espionagem por parte dos norte-americanos.
Fonte: Ucho.Info

Paralisia e incompetência do governo travam cada vez mais a economia nacional

Deu zebra – Entre o discurso e a realidade, o governo petista de Dilma Vana Rousseff começa a ser vítima da incompetência de seus integrantes. Isso porque a utopia ideológica impede que os petistas reconheçam o próprio fracasso.
Depois de ver fracassar o leilão da BR-262, atribuindo o fiasco razões políticas, o governo decidiu mudar as regras para o leilão do Aeroporto de Confins, na Grande Belo Horizonte. Para participar do leilão de privatização, que o PT prefere chamar de concessão, os interessados terão de comprovar experiência na gestão de 20 milhões de passageiros por ano, ao contrário dos 35 milhões exigidos inicialmente. Para o Aeroporto Tom Jobim, o velho e bom Galeão, no Rio de Janeiro, a exigência permanece em 35 milhões de passageiros por ano.
O governo do PT coleciona derrotas inquestionáveis, mas a oposição é incapaz de levar ao assunto aos brasileiros de forma clara e didática. No caso da privatização das rodovias, a assessoria do Palácio do Planalto informou que o governo pode assumir alguns investimentos caso não apareçam interessados. Trata-se de promessa absurda ou mais uma mentira visando a campanha pela reeleição de Dilma.
No caso de o governo assumir o investimento em alguns trechos de rodovias, o déficit fiscal será ainda maior. Ou seja, o governo, apesar dos recordes de arrecadação, gasta muito mais do que recebe. Para piorar, gasta muito mal. Se for uma mentira, o povo será enganado e o crescimento econômico continuará refém da falta de infraestrutura.
No que se refere ao leilão dos campos do pré-sal, para o primeiro deles – Campo de Libra – conseguiu despertar o interesse de apenas onze empresas do setor, contra quarenta que eram esperadas pela Agência Nacional do Petróleo. Mesmo assim, as onze empresas que pagaram as taxas (R$ 2 milhões) podem não participar da disputa devido às incertezas do negócio.
A preocupação não está na capacidade de produção do Campo de Libra, por exemplo, estimado em 12 bilhões de barris de petróleo, mas na insegurança jurídica que ronda o negócio. O sistema de partilha terá como controladora da operação a nova estatal PPSA, com poder de veto, o que assusta os investidores por causa intervencionista de um governo de esquerda que segue a cartilha de Havana.
O segundo grande problema é que independentemente de quais sejam as empresas vencedoras, ou até mesmo consórcios, a Petrobras terá, por decisão do governo, pelo menos 30% de participação, além de ter o monopólio de operação das plataformas de extração. Isso significa que a Petrobras para cumprir a lei terá de abrir os cofres, algo impossível se considerada a dificuldade financeira enfrentada pela empresa. Esse gargalo no fluxo financeiro da Petrobras é decorrente, também e principalmente, da decisão do governo de obrigar a petroleira a importar gasolina e vender o produto no mercado interno por preço subsidiado, como forma de não interferir no cálculo da inflação.
Caso queira que a Petrobras cumpra o que foi decidido e participe da exploração da camada pré-sal, o governo terá de aportar recursos no caixa da empresa. Acontece que o Tesouro Nacional já tem despejado dinheiro para custear a redução das tarifas de energia elétrica.
Resumindo, o nó está dado, é do tipo cego e ninguém sabe como desatá-lo. De tal modo, certo estava Lula, pelo menos uma vez, quando disse “nunca antes na história deste país”.
Fonte: Ucho.Info

sábado, 21 de setembro de 2013

Mar de lama no Planalto - O governo cleptocrata do PT produz outro assessor preso em Brasília. Desta vez o ladrão é da quota do ministro da Previdência.



A cleptocracia que se instalou no governo federal do PT registrou nova vítima neste final de semana, porque o assessor do ministro da Previdência, Garibaldi Alves (PMDB-RN), Alberto Soares Filho, auditor da Receita Federal, que trabalha como assessor da Diretoria do Departamento dos Serviços de Previdência no Serviço Público, foi demitido em Brasília. Ele é acusado pela PF de envolvimento com a quadrilha suspeita de pagar propina a prefeitos para captar investimentos de fundos de pensão municipais. O assessor do ministro mantinha contatos com a organização investigada e frequentava uma das empresas apontadas no esquema. 

. A Polícia Federal já pediu a prisão temporária dele; pedido de exoneração será publicado no Diário Oficial desta segunda.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Mensalão do PT: nova e mal cheirosa pizza, colocada no forno do MP, pode ajudar condenados

Forno aquecido – Na última quarta-feira (18), antes de o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, proferir seu voto favorável a doze mensaleiros, o ucho.info alertou para o cumprimento das penas dos outros treze condenados na Ação Penal 470, conhecida nacionalmente como o processo do Mensalão do PT, o maior escândalo de corrupção da história nacional.
Procurador-geral da República desde a última terça-feira (17), Rodrigo Janot disse, em entrevista ao jornal “O Globo”, que os condenados na Ação Penal 470 só começarão a cumprir pena de prisão após o trânsito em julgado das respectivas sentenças, ou seja, quando não mais existir possibilidade de recursos contra as condenações. De acordo com Janot, esta é a regra prevista em antiga jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF).
“O Supremo tem uma jurisprudência remansosa, velha, de que a execução da pena se dá com o trânsito em julgado da decisão condenatória. Transitada em julgado a decisão condenatória, a prisão é decorrência lógica disso. É consequência normal, natural”, declarou procurador ao jornal carioca.
Em suma, a declaração de Rodrigo Janot significa que os mensaleiros só serão presos após o fim do processo. E é exatamente nesse ponto que surge uma nova polêmica na seara da hermenêutica processual. Para alguns renomados criminalistas, o trânsito em julgado das sentenças sem direito a recurso acontece após a publicação do acórdão. Para outros operadores do Direito, o trânsito em julgado só se dará após o fim do processo, que com a admissibilidade dos embargos infringentes não tem data para acabar.
Na tarde desta sexta-feira (20), o ucho.info conversou com um dos mais conceituados e requisitados criminalistas do País, profundo conhecedor do Mensalão do PT, que por decisão deste site não terá o nome revelado. O nosso entrevistado disse que para “os pobres mortais” o trânsito em julgado de uma sentença condenatória se dá após a publicação do acórdão. Contundo, disse o criminalista, a quadrilha em questão tem privilégios inimagináveis. Afirmou o nosso entrevistado, externando impressionante indignação, que, diante dos mensaleiros, “Fernandinho Beira-Mar, Elias Maluco e Marcola são batedores de carteira de quinta categoria, sem competência para servir café à quadrilha do Mensalão”.
Perguntado sobre a declaração de Rodrigo Janot acerca do início cumprimento da pena de cada condenado, o advogado disse que o novo procurador-geral da República veio para confundir.
Não bastasse a indigesta pizza oferecida ao povo brasileiro pelo Supremo, uma nova massa está sendo aberta pela Procuradoria-Geral da República, como se o Brasil já vivesse sob o regime de exceção.
A exemplo do que tem reiterado o ucho.info, o País foi tomado de assalto, em 2003, por um bando de marginais com mandato, mas, mesmo assim, ainda é tempo de reagir e exigir o cumprimento da lei e a manutenção da ordem. Por vezes nos acusam de alarmistas, mas a experiência de décadas no jornalismo político nos dá segurança para antecipar fatos, o que em muitas ocasiões levanta a ira covarde dos donos do poder. Lembramos que o nosso compromisso primeiro é com o Brasil e os brasileiros.
Fonte: Ucho.Info

Pesquisa sobre uso de crack no País confirma o descaso do governo do PT em relação às fronteiras

A verdade dos fatos – A incompetência oficial que corrói o Brasil diuturnamente é exaltada pelo governo petista de Dilma Rousseff como se fosse o maior dos prêmios. Levantamento realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), entidade vinculada ao Ministério da Saúde, em parceria com a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), do Ministério da Justiça, revelou que cerca de 370 mil brasileiros de todas as idades usaram regularmente nas capitais do País, ao longo de pelo menos seis meses em 2012, crack e similares (pasta base, merla e óxi).
“Uso regular” foi definido como consumo de pelo menos 25 dias nos seis meses anteriores ao levantamento, de acordo com definição da Organização Panamericana de Saúde (Opas), a mesma que permitiu que os governos de Brasília e Havana estruturassem o truque dos médicos cubanos que agora atuam nessa barafunda chamada Brasil.
O contingente de 370 mil pessoas representa 0,8% da população das capitais brasileiras, assim como 35% dos consumidores de drogas ilícitas em todas as cidades pesquisadas. Fora isso, 14% do total são crianças e adolescentes, o que corresponde a mais de 50 mil usuários.
O estudo foi realizado de forma indireta e domiciliar com 25 mil, sendo que cada participante respondeu a questões sobre seus círculos sociais (familiares, amigos e colegas de trabalho residentes na mesma cidade) de forma geral e especificamente sobre o consumo de crack e outras drogas.
Os resultados do levantamento da Fiocruz podem ser nominados como o retrato do caos de um país que diariamente escorre pelo ralo em todos os quesitos, sem que as autoridades tomem as medidas necessárias para interromper esse processo de degradação. Se comparado à população brasileira, esse contingente de usuários de crack pouco representa em termos percentuais (0,18%), mas em números absolutos é o mesmo que liberar o consumo de drogas em seis lotados estádios como o superfaturado Mané Garrincha, em Brasília.
Se os números da pesquisa assustam, causa revolta a pasmaceira que toma conta do governo federal no tocante ao patrulhamento das fronteiras do País e o consequente não combate ao tráfico de drogas. A complacência burra e criminosa com que o ministro da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo analisa os resultados do levantamento, exaltado pelo petista, só pode ser explicado por um fato. Integrante do malfadado Foro de São Paulo, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) têm no tráfico de drogas sua principal fonte de financiamento. Isso explica a presença de representantes das Farc na periferia das mais importantes cidades brasileiras, assim como o aporte financeiro que a organização narcoguerrilheira faz em determinadas campanhas eleitorais.
Cardozo, como bom petista que é, abusou do discurso embusteiro ao afirmar que a pesquisa servirá para que o governo adote um plano de três eixos para enfrentar a disseminação do crack no País: prevenção, cuidados e autoridade.
“(O primeiro) exige um conjunto de medidas de orientação social, que possa esclarecer os malefícios do uso do crack”, explicou o ministro. Já o eixo de cuidados inclui tratar os usuários, contratar bons profissionais e manter um número suficiente de unidades de tratamento. “O eixo autoridade tem a ver com medidas de segurança pública e o enfrentamento rigoroso das organizações de narcotraficantes”, destacou Cardozo.
O assunto do consumo de drogas sempre retorna ao discurso oficial com a proximidade das eleições. No momento em que Dilma Rousseff ainda não plena certeza da sua reeleição, o combate ao uso de crack volta à tona do cotidiano, sem que a sociedade perceba que é massa de manobra de um governo bandoleiro.
A incompetência dos integrantes do governo petista é tão assustadora, que 40% dos usuários de drogas detectados pelo levantamento da Fiocruz estão no Nordeste, região do País onde o programa “Bolsa Família” garante a manutenção do curral eleitoral do PT.
Fonte: Ucho.Info