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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

À sombra das falsas profecias do governo, déficit comercial até julho é o pior desde 1995

Descendo ladeira – O Palácio do Planalto insiste em travestir a verdade, mas os números, que jamais mentem, confirmam a dura realidade. Enquanto Dilma Rousseff, a “gerentona inoperante”, aciona a cantilena oficial para afirmar que o Brasil está a um passo de se transformar no país de Alice, o das maravilhas, a balança comercial registra o maior déficit desde 1995, no período de janeiro a julho.
De acordo com dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, a balança comercial brasileira registrou, no período, saldo negativo de US$ 4,98 bilhões. Até agora, o maior déficit da balança comercial, para o período, havia sido registrado em 1995 (-US$ 4,22 bilhões). No mesmo período de 2012, a balança registrou superávit de US$ 9,92 bilhões.
O governo petista de Dilma Vana Rousseff, que não tem humildade para reconhecer a própria incompetência, justifica o déficit arremessando a culpa na crise internacional, além do atraso na contabilização dos números referentes à importação e exportação de combustíveis.
Tapar o sol com a peneira é a especialidade de qualquer governante mal sucedido, mas não há como ignorar os seguidos equívocos da equipe ministerial em relação à condução da política econômica. O Brasil tornou-se um celeiro de incertezas na visão dos investidores, mas o governo prefere não enxergar o óbvio.
A teimosa falta de planejamento por parte dos palacianos levou a uma enxurrada de carros novos em todas as cidades brasileiras, sem que o governo se preocupasse, de maneira antecipada, com a produção de combustível para mover a absurda frota que circula pelo País.
O viés ignaro que emoldura de um governo que se esconde atrás da pirotecnia oficial levou o Brasil a uma situação tão perigosa quanto preocupante no âmbito da economia. Os estragos cometidos na última década exigirão dos brasileiros pelo menos cinquenta anos de esforço ininterrupto para os reparos necessários. Resumindo, no mínimo duas gerações deixarão de existir em sua plenitude por causa da genialidade de Lula e seus seguidores.
Sendo assim, o incauto que ler a inscrição que consta na nossa Bandeira que não leve a sério, pois um grupo de especialistas em corrupção conseguiu inverter o sentido das palavras.
Fonte: Ucho.Info

Imprensa repercute demissões na TAM, mas poupa a incompetência do governo do PT

Visão obtusa – Pode-se dizer que é tacanho o comportamento da imprensa brasileira diante do anúncio de que a TAM demitirá mil funcionários, incluindo pilotos e comissários. Demissão não é uma situação agradável, mas as empresas privadas têm esse direito, desde que a legislação trabalhista vigente seja respeitada.
Não há qualquer espécie de crime na decisão tomada pela companhia aérea, que a exemplo da extensa maioria das empresas do planeta usam o corte de funcionários como uma das primeiras ferramentas para equilibrar as finanças. Na aviação, em especial, não se pode buscar o equilíbrio de contas com o a utilização de combustível alternativo e mais barato, com o uso de peças e equipamentos genéricos, piora da qualidade de manutenção. Até porque, em jogo está uma infinidade de vidas humanas.
Considerando que os veículos de comunicação encontraram até agora motivos apenas para noticiar o espanto provocado pelo anúncio das demissões, por certo estão sofrendo de miopia jornalística. Nenhuma empresa demite mil funcionários por diversão ou represália. Trata-se de uma solução muitas vezes necessária, apesar de complexa, pois pior seria manter o atual quadro de funcionários e levar a empresa a uma situação de inviabilidade econômica. E o País não precisa de novos casos como os da Varig e da Transbrasil, que deixou milhares de trabalhadores, pensionistas e aposentados na rua da amargura.
Qualquer empresa se estabelece em busca de lucro. Do contrário, pode-se dizer que é uma instituição de caridade ou seus gestores padecem de incompetência. O sindicato cumpre o seu papel ao levantar a ruidosa bandeira da indignação, pois nessa republiqueta sindicalista em que se transformou o Brasil esses pelegos do governo são muito bem remunerados para organizar protestos e paralisações.
O pecado da imprensa é limitar-se a noticiar um fato, sem informar à sociedade as causas que levaram a TAM a tal decisão. O mirabolante governo do PT levou para a Esplanada dos Ministérios, entupida por 39 inócuos ministros, uma enorme carga de incompetência e conseguiu a proeza de mandar a economia nacional pelo ralo em apenas uma década. Sem admitir o fiasco que vem protagonizando, o PT deverá em breve interferir no caso da demissão dos funcionários da TAM, até porque Dilma vive um calvário e precisa se vender à opinião pública como a solução de saias.
A moeda norte-americana, que até recentemente estava desvalorizada para ajudar no combate à inflação, agora faz voo livre e alcança a curva da alta. Os custos das empresas aéreas são baseados em dólar e não há calculadora que faça mágica. Para completar, a procura por passagens aéreas diminuiu na esteira da inadimplência e da corrosão dos salários. Bom seria se os governos petistas de Lula e Dilma não tivessem cometido as seguidas trapalhadas que levaram o Brasil ao patíbulo da crise.
O ucho.info lamenta profundamente pela difícil situação que terão de enfrentar os demitidos, mas é preciso que a imprensa e a sociedade sejam mais firmes e contundentes nas críticas ao governo e nas respectivas cobranças.
O site aborda o assunto com tranquilidade, pois não faz jornalismo de encomenda e muito menos tergiversa. Fora isso, não aceitamos campanhas publicitárias “chapa branca”, porque é preciso manter o ideal e a independência.
Fonte: Ucho.Info

Dólar sobe e mostra que o Brasil, nas mãos de irresponsáveis, desce a ladeira sem freio

Perdido e meio – Pelo quinto pregão consecutivo, a moeda norte-americana encerrou esta quinta-feira (1) cotada a R$ 2,30, maior valor nos últimos quatro anos. A valorização do dólar refletiu o cenário econômico internacional.
Em relação à cotação de quarta-feira (31), a moeda ianque registrou alta de 0,85%. No ano, o dólar acumula alta de 12,58%. Esse quadro compromete sobremaneira a atuação do Banco Central no combate à inflação. Desde que o governo de Dilma Rousseff deixou de usar o dólar desvalorizado como antídoto contra o mais temido fantasma da economia, o BC passou a usar a alta da taxa básica de juro (Selic) como tábua de salvação.
O ainda ministro Guido Mantega, da Fazenda, explicou que a volatilidade do dólar é decorrente da possibilidade de o Federal Reserve (o BC norte-americano) começar a reduzir o seu programa de compra de ativos, o que provocaria maior liquidez nos mercados internacionais e interferindo no câmbio.
“O mercado deduz que o Fed vai acelerar a desativação dos estímulos e aí todo mundo vai para o treasury, no título americano de 10 anos, e o juro sobe. No dia seguinte, vem alguma notícia dizendo o contrário… Teremos essa volatilidade até que o Fed comece a fazer essa desativação e comece a ser mensurada pelo mercado”, disse Mantega.
O governo precisa urgentemente parar com essa conversa fiada sobre a economia, mostrando aos brasileiros uma realidade que não existe. Independentemente da instabilidade que marca o cenário internacional, o Brasil passa por uma séria crise de credibilidade. Paralisado por causa da conhecida incompetência de seus integrantes, o governo tem dificuldades para fazer os investimentos necessários, que saíram do papel com atraso e depois das ruidosas manifestações.
É importante destacar que entre o anúncio de investimento e o desembolso do dinheiro há uma enorme distância e uma avalanche de rapapés oficiais, o que faz com que a economia nacional continue à beira do despenhadeiro.
Ademais, a crise política que ronda o Palácio do Planalto, acrescida ao posicionamento cada vez mais à esquerda do PT, tem levado os investidores nacionais e internacionais à desconfiança. Como se fosse pouco, quando surge um investidor sem juízo disposto a investir no Brasil, o governo petista de Dilma Rousseff resolve determinar o limite de remuneração do capital alheio.
O Brasil caminha a passos largos para ser uma Venezuela na versão “extra large”, mas as manifestações perderem força e agora se limitam a açoitar Sérgio Cabral Filho no Rio de Janeiro. Se o povo não colocar a boca no trombone, em breve encontraremos outdoors – com Fidel, Chávez e Lula juntos – em toda as esquinas do País. Ainda é tempo de reagir!
Fonte: Ucho.Info

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Gastando além da conta, governo faz cortes no Orçamento e decide comprar a obediência do Congresso

Parafuso solto – Quem quiser arrumar confusão com a obediente esquerda brasileira basta afirmar que os integrantes do governo da petista Dilma Vana Rousseff, inclusive a presidente, desconhece o mais ínfimo significado da palavra planejamento. Não bastasse essa monumental incompetência, os palacianos usam o dinheiro do contribuinte para promover o vandalismo político.
Para fingir que cumprirá as metas do superávit primário, o governo anunciou recentemente corte de R$ 10 bilhões no orçamento, que somado ao anterior totaliza R$ 38 bilhões. Mas esse fingimento cai por terra quando a economia alcançada no primeiro semestre deste ano é 20% menor do que a do mesmo período de 2012. Para piorar o quadro, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, não se entendem sobre o assunto.
Ciente de que tornou-se refém da chamada base aliada, Dilma, para evitar uma catástrofe na retomada dos trabalhos no congresso Nacional, anunciou a liberação de R$ 6,2 bilhões para o pagamento das emendas parlamentares de deputados e senadores. O pagamento, de acordo com o anunciado na manhã desta quarta-feira (31), acontecerá em três parcelas. Em outras palavras, Dilma torrará uma fortuna para comprar a conivência dos congressistas, que aprovarão projetos do interesse do governo e ajudará a petista a fingir que é competente.
Essa manobra é absurda, pois o Brasil está sendo penalizado com o corte de investimentos, quando isso deveria ocorrer nas verbas de custeio, algo que o governo nababo do PT se recusa a fazer. A saúde pública está mergulhada no caos, mas os palacianos preferem sacrificar investimentos para contemplar as emendas dos parlamentares.
Não se trata de condenar as emendas, previstas em lei e necessárias quando utilizadas de forma correta, mas os recursos para esse pagamento estão previstos no Orçamento da União, cabendo ao governo apenas cumpri-lo. Por essa razão é que deputados e senadores lutam para aprovar o “orçamento impositivo”, que obriga o governo a cumprir o que está especificado em seu plano anual de gastos e investimentos.
O governo de Dilma Rousseff enfrenta reduções na arrecadação, mas continua gastando como sempre. Comportamento tipicamente irresponsável e que leva à implosão das contas públicas. Resta saber até quando o PT sustentará essa mentira colossal, que cresce a cada dia.
Fonte: Ucho.Info

Pressionado, governo de Dilma Rousseff desiste de aumentar em dois anos a graduação em Medicina

Sem saída – Depois de muita pirotecnia oficial, o desencontrado governo da petista Dilma Rousseff desistiu do período suplementar de dois anos para os cursos de Medicina. A medida, idealizada por Aloizio Mercadante, ministro da Educação, foi duramente criticada porque o período para a conclusão do curso passaria de oito para dez anos. Pressionado pelas cobranças que ecoaram a partir das manifestações que tomaram conta das ruas de muitas cidades brasileiras, o governo tentou obrigar os estudantes de Medicina a cumprirem um período compulsório, de dois anos, no setor de atendimento do Sistema Único de Saúde.
De acordo com Mercadante, que protagoniza mais um fiasco, o governo decidiu acolher a proposta de uma comissão de especialistas que analisaram a medida que fazia parte do programa “Mais Médicos”. Com essa desistência, os estudantes de Medicina poderão concluir o curso em seis anos, mais dois anos correspondentes à chamada “residência médica”, que se confunde com a ideia inicial do governo.
Com a proposta apresentada pelo grupo de especialistas, os médicos recém-formados farão a especialização durante a residência médica, a exemplo do que ocorre atualmente, mas o primeiro ano será obrigatoriamente no setor de urgência e emergência de uma unidade do SUS. No segundo ano, o recém-graduado atuará na área de especialização escolhida. Apesar de derrubar a absurda ideia do governo, a mencionada proposta reduz pela metade o tempo de especialização.
“Isso [a proposta de que os médicos recém-formados atuem na urgência e emergência do SUS durante a especialização] dialoga com a medida provisória e criou uma unanimidade entre todos os diretores de faculdades, a Associação Brasileira de Educação Médica e a comissão de especialistas. Houve unanimidade neste entendimento, e a gente acolhe isso de forma muito positiva”, disse Mercadante após reunião com reitores de universidades federais e entidades de Medicina, encontro cuja pauta foi o programa “Mais Médicos”.
A saúde pública encontra-se em estado caótico, possivelmente o pior momento do setor em toda a história do País, mas somente depois de dez anos no poder central é que o PT decidiu se movimentar para reverter o vexame. A paralisia dos palacianos diante da saúde pública é criminosa, além de desmontar a profecia corroída de Lula, que em meados de 2006 afirmou que o setor estava a um passo da perfeição.
Fonte: Ucho.info

terça-feira, 30 de julho de 2013

Estilo Cabralzinho paz & amor, com suposta humildade e autocrítica, prova que pressão popular funciona

O “Efeito Francisco” começa produzir “milagres” na velhaca politicagem tupiniquim. O mais impopular governador do Brasil, Sérgio Cabral Filho (PMDB-RJ), foi obrigado ontem a encenar um espetáculo midiático de inacreditável “humildade e autocrítica”, para ver se consegue se livrar dos protestos na porta de seu apartamento-mansão. O plano de Cabral voltar ao Senado em 2014 nunca esteve tão ameaçado.

Cabral merece um Oscar de melhor ator, combinado com o de Efeitos Especiais, já que se aproveitou até das palavras e atitudes do Papa Francisco, na Jornada Mundial da Juventude cujo sucesso a incompetência do Governo do RJ quase comprometeu: "Estava me faltando humildade e autocrítica. Aprendi com a vinda do papa, a ouvir os outros lados, estou aberto a ouvir. Eu estava precisando mesmo de uma dose de humildade, eu errei por não ouvir".

O “Cabralzinho Paz & Amor” é apenas uma tática para tentar conter um desgaste de imagem impossível de reverter, com alto risco de comprometer seu plano de eleger seu vice Luiz Fernando Pezão como sucessor. O pior é que suposta “alternativa” ao Pezão é Lindberg Farias Filho - um jovem senador petista repleto de acusações de corrupção quando aparelhou a Prefeitura de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Foi patético ver o Cabralzinho, teatralizando uma voz embargada, ameaçando um chorinho de moleque travesso, para pedir aos jovens que parem com as manifestações que ampliam seu desgaste: "Tenho crianças pequenas, queria fazer um apelo para os manifestantes, estou totalmente aberto ao diálogo, não sou um ditador".

Os efeitos práticos da pressão popular contra Cabral foram três decisões de voltar atrás em medidas burras e impopulares tomadas por seu desgoverno focado em obras com graves denúncias de superfaturamento e desperdício do dinheiro público. A primeira foi tirar a cerca de proteção ao Palácio Guanabara – até porque denotava certo medo ou covardia da autoridade contra o povo rebelde.

Cabralzinho também prometeu que não vai mais cometer a besteira de demolir o Parque Aquático Julio Delamare, no entorno do Estádio Mário Filho (o Maracanã privatizado). E, na demagogia de sempre, se comprometeu transformar o Museu do índio em algo que o espaço não era há muito tempo: um local para atividades realmente indígenas, e não mera moradia para falsos silvícolas urbanizados.

A jogada defensiva de Cabral não vai conseguir impedir a ampliação de seu desgaste. Continua circulando, freneticamente, por e-mails, o dossiê “O Mundo Mágico de Mangaratiba” – revelando detalhes da evolução do patrimônio de Cabral ao longo de seus 22 anos de “trabalho” como político profissional.

O patrimônio do Cabralzinho, entre mansões, apartamentos, iates, salas comerciais, chega a US$ 45 milhões – na avaliação de políticos inimigos dele. O curioso é descobrir por que o Ministério Público e a Justiça não tomam qualquer providência para investigar denúncias concretas feitas contra Cabral e sua milagrosa evolução patrimonial. A blindagem dele é estranha...

O recuo estratégico de Cabral, que foi obrigado a voltar atrás em decisões mal tomadas e rever a postura como homem público (mesmo que com jeitinho de pura encenação político-midiática), é uma prova do quanto funciona o exercício da pressão popular – ainda mais se tiver foco em cobranças pontuais e bem objetivas.

Criador e Criatura



Consumatum est



Presidentro $talinácio

Já que a Dilma avisou que Lula não vai voltar porque nunca saiu do governo, a sabedoria popular, criadora de palavras novas (neologismos), lhe outorga um novo título distintivo:

Lula é o Presidentro do Brasil – e quem está fora que se dane e proteste...



Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus.

Fonte: Alerta Total

Declaração de Dilma sobre a permanência de Lula na vida pública arrasta o antecessor para a crise

Muito cuidado – Na entrevista concedida ao jornal “Folha de S. Paulo”, a presidente Dilma Rousseff descartou o “Volta Lula” alegando que o ex-metalúrgico não saiu da vida pública e que ambos são “indissociáveis”.
“Esse tipo de coisa não gruda, não cola. Falar em ‘Volta Lula’ e tal… eu acho que o Lula não vai voltar porque ele não foi”, disse a presidente.
As interpretações sobre a entrevista foram as mais diversas, mas a que prevaleceu é que Dilma mostrou à opinião pública uma clara dependência do antecessor, que a transforma em marionete de luxo do ex-presidente.
É preciso analisar com calma as entrelinhas da entrevista para se chegar a uma conclusão que não seja refém do clamor das redes sociais e das manifestações dos partidos de oposição. A declaração de fato soou descabida, mas Dilma pode ter deixado escapar um sinal de que o PT vive uma intensa e viperina disputa nos bastidores. Basta analisar os fatos recentes e montá-los como um quebra-cabeça.
Quando estourou a crise política, Dilma colocou na linha de frente o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, que enquanto defendia o governo tentava puxar o tapete de alguns companheiros fincados no poder por Lula. Desde que teve de aceitar uma carraspana de Lula, a relação de Mercadante com o ex-presidente, que já não era boa, piorou de uma vez. No auge da crise o ministro da Educação tentou assumir as funções de Ideli Salvatti, da Secretaria de Relações Institucionais, mas a petista continuou no cargo com o apoio de Lula.
O mesmo aconteceu com Guido Mantega, titular da Fazenda, que teve a cabeça pedida por Mercadante. E de novo a incursão de Aloizio Mercadante fracassou, uma vez que a presidente não embarcou nessa briga de foice interna. Mantega é um dos ministros da cota de Lula e sua eventual demissão seria reconhecer que a herança deixada no Palácio do Planalto é maldita. Apesar de o ministro da Fazenda já ter balançado inúmeras vezes e há muito merecer a degola por causa dos vários desacertos na economia.
Deixando de lado a briga que migrou para a borda da crise, a declaração de Dilma sobre seu vínculo com Lula arrastou o ex-presidente para o olho do furacão. Em outras palavras, Dilma deu a entender que o legado do antecessor é amaldiçoado e que se ela cair o ex-metalúrgico irá a reboque.
Que ninguém pense que a presidente é ingênua e que desconhece as regras do jogo. Tanto é assim, que o gazeteiro-mor do “Volta Lula”, Devanir Ribeiro, declarou que a ideia, descartada momentaneamente, serviu para chacoalhar a presidente. Deputado federal pelo PT paulista, Devanir é muito próximo a Lula e autor da proposta absurda e fracassada do terceiro mandato. Não se deve imaginar que o “Volta Lula”, idealizado e incentivado pelo próprio, está sepultado.
A 19ª edição do Foro de São Paulo, grupo que reúne a esquerda latino-americana, começa na quarta-feira (31), em São Paulo, e Dilma não poderia romper a semana enfraquecida. O cenário deixa evidente que a disputa pelo poder é bruta e desleal.
Fonte: Ucho.Info