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quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Senador evangélico corre risco de vida se for entregue ao governo comunista da Bolívia, mas Dilma e o PT não se importam



Em reportagem de Rubens Valente, da Folha de S. Paulo, o senador Roger Pinto Molina, de 53 anos, opositor do marxismo radical do presidente boliviano Evo Morales, falou sobre suas dificuldades com a comunização da Bolívia sob Evo, cujo governo mantém uma relação promíscua com o narcotráfico.
Senador Roger Pinto Molina
Molina chegou a Brasília no dia 24 de agosto, após longa viagem de carro e avião organizada pelo diplomata brasileiro Eduardo Saboia. O senador, que havia pedido asilo em 2012, permaneceu 15 meses encerrado e isolado na Embaixada do Brasil em La Paz, em condições de sub-prisioneiro, sendo-lhe negado até ver a luz do sol — o que seria contrário aos direitos humanos. A operação para tirá-lo da “prisão” na Embaixada contou com a ajuda corajosa do católico Saboia, que disse ter ouvido a voz de Deus para ajudar o senador evangélico boliviano.
A chegada dele ao Brasil deixou Evo e Dilma igualmente irados, pois Saboia atrapalhou os planos brasileiros e bolivianos que estavam aguardando que as péssimas e insuportáveis condições da prisão da embaixada fizessem o senador “voluntariamente” se entregar aos comunistas bolivianos.
O suplício do senador não terminou. Manobras políticas lhe removeram o asilo depois que ele chegou ao Brasil e agora o jogo do PT nos bastidores buscará criar “condições” para que o senador evangélico seja entregue nas garras do comunista Evo.
O péssimo tratamento na Embaixada do Brasil é um aviso: quem se opuser ao marxismo e procurar asilo em embaixadas brasileiras sob o PT comerá o pão que o diabo amassou. O PT não tem dó nem misericórdia de que faz oposição à sua ideologia.
De forma inversa, terroristas e comunistas serão recebidos calorosamente nas embaixadas brasileiras, sendo-lhes garantido asilo e proteção, e o embaixador que mantiver o asilado comunista em isolamente perderá o cargo imediatamente.
O Brasil sob o PT se tornou um país hostil aos verdadeiros perseguidos e hospitaleiro para criminosos.
A seguir, a entrevista do boliviano perseguido Roger Pinto Molina à Folha de S. Paulo:
Sou do departamento de Pando, uma das regiões mais atrasadas da Bolívia. Meu pai era do campo, minha mãe trabalhava em casa, e em algum momento tivemos um pequeno comércio, que foi o que nos permitiu estudar. Era uma pequena mercearia, que vendia alimentos. Trabalhei muito para conseguir estudar. Em minha região não havia uma universidade, então tive que ir para outra cidade. Minha família não tinha condições de pagar uma universidade. Trabalhei no banco Ganadero, na área de crédito, por dez anos.
Tenho uma base cristã de princípios, sou evangélico batista, e sempre entendi que o trabalho social que as igrejas fazem é fundamental.
Fui presidente do tribunal eleitoral, vereador, deputado, depois governador [de Pando], deputado novamente, senador e hoje tenho um mandato até fevereiro de 2015. Ocupei vários cargos, no Senado, deputado, vice-presidente do Senado. O principal foi o chefe da oposição no Senado no último ano.
[O então deputado] Evo Morales era alguém com quem convivi nos primeiros anos no Congresso. Era um amigo, com quem eu podia jogar futebol. E jogamos várias vezes juntos, tenho fotos.
De maneira contínua ele me convidou para participar desse projeto político, ou parte desse projeto. Tínhamos uma visão diferente. Sempre acreditei que o tema da coca fosse a matéria-prima para o narcotráfico e era preciso atacar isso. Ele defendia a coca. Eu acreditava na liberdade, no direito privado, na propriedade das coisas e consciente de que era necessário reduzir a coca.
Quando chegou ao governo, Evo nos convidou de novo ao palácio, umas três ou quatro vezes. Ele queria que fizéssemos parte do seu governo. Nós achamos que era mais importante ajudá-lo nos temas sociais, da luta contra a miséria, com isso nós nos comprometemos.
Mas logo veio um processo de decomposição e violência do governo que atribuo à presença cubana e ao processo de linchamento político.
Depois que Cuba e Venezuela intervieram de forma direta [formando parcerias com o governo], ele teve outro tipo de política e comportamento muito mais agressivos. Então se estabelece como política de seu governo acabar com a oposição. E começa a perseguir de maneira sistemática todos os ex-presidentes, ex-governadores.
Todos os governos de esquerda querem é chegar, mudar a Constituição, adequá-la a eles, porque têm um objetivo, consolidar-se no governo, não importa como.
Nenhum desses governos se vai por vontade própria, de forma democrática. Ou seja, é o modelo chavista-cubano. E claro que nós nos opomos a isso. Queríamos que houvesse um Estado, uma República, que havia que se conservar a constitucionalidade.
O modelo cubano é que o se chama de "segundo paredón". Hoje em dia já não te matam, mas te destroem, te desqualificam e te acusam de maneira sistemática.
No meu caso, começa no ano de 2008, quando o governo leva gente para a minha região e há confrontação e morrem camponeses, como fruto da violência que foi gerada pelo governo.
Eu estava em La Paz, era chefe da oposição. Não tinha nada a ver com o governo departamental.
Não estava nem perto. Tenho uma propriedade na região desde os anos 80, mas ela não foi invadida. Poderia dizer o contrário, mas não seria verdadeiro. Tem 1.150 hectares e umas 650 cabeças de gado. É pequena.
O governo começa a inventar processos de todo tipo. Inventam uma acusação de que eu causei dano ao Estado pela venda de um terreno.
Totalmente falso. Fui condenado à revelia apenas porque empresas destinaram recursos para uma universidade pública, que formou milhares de estudantes.
O juiz que primeiro me julgou disse que deveriam fazer um monumento para mim. Abriram 22 processos. Dez eram por desacato. Havia cerco judicial.
Descobriram-se três ou quatro planos para me assassinar. Detiveram-me por 45 dias, violando a Constituição, em prisão domiciliar. Vêm de maneira mais seguida as ameaças de mortes, chegando a um ponto insuportável. Então se descobre um plano para me sequestrar.
Isso me levou a tomar uma decisão do pedido de asilo. Eu estava atacando os interesses do verdadeiro setor forte do governo Evo Morales, que é o tema da droga.
Hoje em dia, retornar à Bolívia é pouco menos que um suicídio para mim. Se você escuta Morales, como ele fala, o pouco respeito que tem pelas pessoas, tenha a plena segurança de que voltar à Bolívia [para mim] é uma sentença de morte.
O isolamento na embaixada era insuportável. Em algum momento, disse "bom, por que não termino isso de uma vez?". Na primeira vez parece estranho, porque sou cristão. Mas à medida que o tempo passa, isso volta à mente, "seria tão simples e amanhã tudo estaria acabado". Saboia começou a se preocupar. E então ele me disse ter três opções, e a terceira era cumprir os objetivos que havia dito a presidente Dilma [quando da concessão do asilo], que era preservar minha vida.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

O pedido de perdão

Nos últimos anos, tornou - se habitual alguém ou alguma entidade de cabeça baixa e denotando doloroso arrependimento pedir perdão por seus atos do passado
A própria Igreja Católica publicamente reconheceu que durante centenas de anos havia tratado de modo imperdoável alguns de seus clérigos que se tornaram contumazes molestadores de crianças.
Este foi apenas um dos muitos exemplos de arrependimentos expostos ao público. Para o infrator ou a sua entidade “o mea culpa”, por ser um ato de coragem ou de admissão que errara, o gesto parece ser de altíssima dignidade, e espera contar com a boa vontade de seu público pelo seu desprendimento.
Em geral, na maioria dos casos, o criminoso, o ladrão, o safado tende a demonstrar arrependimento quando pilhado em delito. Se não fosse, ficaria amoitado com as suas culpas.
Em 1964, o Brasil estava prestes a ser dominado pelos adeptos do regime comunista. Não era o desejo da população, que em geral nem sabe o que quer, mas que era repudiado pelos democratas e cidadãos esclarecidos, que acompanhavam o avanço do marxismo através do Movimento Comunista Internacional (MCI).
As Forças Armadas por sua missão na defesa externa do País acompanhavam os terríveis passos do comunismo pelo mundo.
Onde adentrava o marxismo, a tirania era implantada e o País passava a ser subordinado a uma nomenclatura, uma penca de indivíduos que se proclamavam os grandes gurus do novo território.
Neste contexto, algumas organizações eram favoráveis à nova subordinação nacional. As entidades infiltradas, os sindicatos, as agremiações estudantis e outras similares, ligadas à imprensa, e aos meios de comunicação, agressivamente apoiavam e até participavam dos atos que conduziriam à queda do governo democrático para a ascensão do comunismo 
Por outro lado, outras pressentiam o caos que se aproximava e reverberaram contra o mal, e muitas empresas de jornalismo, revistas e jornais apoiavam as reações contra o perigo comunista.
Ao deter o marxismo, as Forças Armadas foram aplaudidas pelo seu corajoso gesto pelos mais respeitados meios de comunicação.
O jornal “O Globo” foi uma deles.
Talvez na época os seus responsáveis até abominassem a Contrarrevolução de 31 de março, porém para se darem bem com a situação vitoriosa da atitude militar, trataram de publicar artigos e editoriais favoráveis.
Hoje, como muitos casos de arrependimento, a Rede Globo, diz - se arrependida por ter “O Globo” aplaudido a Contrarrevolução. Um espanto.
Nunca saberemos a verdade. Na época, a sua posição de fato seria a de repudiar? Seu apoio foi forçado?
Hoje, após décadas, declara - se envergonhada de ter apoiado no citado Editorial do jornal “O Globo” a Contrarrevolução.
Por que será? O gesto é de foro interno? Um drama de consciência? É forçado? É econômico?
Nunca saberemos. Contudo, uma certeza nos atinge, a Rede Globo é conivente e deseja que o Brasil seja dominado por uma nomenclatura que a torne o seu porta - voz.
Ou seja, a Rede Globo aspira a ser a grande anunciadora do regime que invadiu a nossa pobre terra.
Lamentavelmente, é um nefasto tiro no pé, pois é um meio de comunicação que deveria preservar a sua credibilidade, e ao declarar o seu arrependimento de ter louvado a Contrarrevolução, demonstra claramente que sua linha de procedimento está subordinada aos ventos de ocasião.
Sem dúvida, seus atuais traiçoeiros e perjuros Diretores contam com a lassidão da população nativa, que não está preocupada com a sua credibilidade. Mas que estão prontos para vender ou alugar sua falta de dignidade para os atuais detentores do poder.
Brasília, DF 03 de setembro de 2013
Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

EUA têm tudo para dar troco vazando dossiês anti-PT se Dilma os denunciar à ONU por espionagem ilegal

O Desgoverno Petralha não tem a menor condição moral de reclamar de que foi alvo direto da espionagem norte-americana, conforme denunciou ontem o Fantástico. O programa da Rede Globo se baseou em documentos do ex-funcionário da Booz & Company, o famoso Edward Snowden, hoje asilado na Rússia, mas que prestava serviços para a Agência Nacional de Segurança dos EUA (a NSA). A Presidenta Dilma Rousseff e equipe tiveram seus telefones e e-mails monitorados. Que surpresa elementar, meu caro Watson!

A Administração Dilma Rousseff também é apontada por consultores em Inteligência de fazer vista grossa diante de abusos contra a privacidade cometidos por grandes corporações aqui instaladas, e também por órgãos do próprio governo brasileiro. O sigilo bancário, tributário, telefônico e de internet dos cidadãos tupiniquins só existe na ficção. No mundo real, todos são alvos de constantes “arapongagens” e espionagens sem amparo legal. Espionagem é uma das atividades mais antigas do mundo, junto com a prostituição e a corrupção.

Se o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, cumprir sua bravata de levar à ONU a nova denúncia de Edward Snowden contra os EUA, alegando “clara violação da soberania”, certamente o PT vai sentir a retaliação mais pesada com revelações sobre tudo que seus integrantes fazem de escuso em negociatas com empresas parceiras de governos. A guerra de informação e contra-informação está apenas começando, bem antes do ano reeleitoral de 2014.

Um pequeno indício de que isto vai acontecer foi o recente troco, com juros e correções, que os petistas levaram por terem vazado as tais denúncias de envolvimento da Siemens com o cartel do metrô de São Paulo, para atingir o PSDB. Logo vazou na mídia que a mesma Siemens tinha 10 outros grandes negócios, vários problemáticos, com indícios de superfaturamentos e incompetência de execução, com os governos petistas – principalmente o federal.

Qualquer bebê de colo tem condições de desconfiar que Dilma e seus assessores-chave são alvos fáceis de monitoramento. O mesmo ocorre com o Presidentro Lula da Silva, seus familiares e parceiros de negócios mais chegados. Alguém duvida que o governo petista faça a mesma coisa com seus adversários ou inimigos? Ou o impune caso do caseiro Francenildo (que ninguém fala mais ou lembra) foi um isolado crime de violação de privacidade?

O jornalista britânico Glenn Greenwald, que recebeu o dossiê de Snowden, revelou qual o procedimento padrão da NSA. Primeiro, a agência identificava seus alvos de espionagem. Depois, usava os programas Cimbri, Mainway e Dishfire para pesquisas palavras-chaves em meio a milhões de dados de internet e voz. A fase seguinte é a de interpretação das informações, para tirada de conclusões estratégicas. Nada que um bom filme de 007, famoso agente do MI-6 inglês não escancare para todo mundo...

O jornal O Globo já tinha revelado, em reportagem de 7 de julho deste ano, que equipes da NSA e da famosa CIA (Agência Central de Inteligência) trabalharam conjuntamente, pelo menos até 2012, em Brasília. Na capital federal do Brasil, os norte-americanos mantinham uma das 16 bases mundiais para coletas de informações por satélites. Em função disso, o governo Dilma agora quer enquadrar empresas de telecomunicações e de internet norte-americanas que atuam no Brasil, para evitar que elas ajudem nas operações de espionagem.

O ministro da Justiça. José Eduardo Cardozo, chegou a propor, semana passada, em viagem aos EUA, que fosse firmado um acordo bilateral para regular o acesso do governo norte-americano à comunicação de voz e dados brasileiros. Pelo tratado, a NSA ou a CIA só poderiam fazer tal “monitoramento” com a autorização obrigatória do Judiciário brasileiro. Como a turma do Tio Sam recusou a inocente oferta, Cardozo ficou PT da vida e agora quer reclamar dos EUA na ONU.

Os petistas que se preparem para o super-troco. A inteligência norte-americana vai vazar muita sujeira do esgoto do Titanic petralha. A superioridade de informações estratégicas dos norte-americanos pode ser fatal para o projeto de continuidade no poder da petralhada. E a previsão de que isto tem tudo para acontecer é nada “Top Secret”. 

Quem tem telhado de vidro que não atire pedras na vidraça do Tio Sam, porque ele vai soltar da Águia que tudo vê e escuta na operação de contra-informação.



Me dá um dinheiro aí...

Os 11 ministros do Supremo Tribunal Federal querem ganhar R$ 30.658,42, a partir de janeiro de 2014.

No total, por ano, os supremos magistrados da nação receberiam R$ 367.901.04.

Ganham bem menos que os deputados federais, que têm salário de R$ 26.723, e ainda embolsam uma ajudinha de R$ 32.700 para torrar com alimentação e demais despesas do gabinete...

Merrequismo

Atualmente, os semideuses do STF recebem a merreca de apenas R$ 28.059,28.

Por isso é que tem ministro endividado, como o jovem José Dias Toffoli.

Mas a sorte é que ele obteve empréstimos de R$ 1,4 milhão de reais (apenas quatro vezes mais do que recebe de salário por ano).

O dinheiro foi emprestado a taxas abaixo do mercado por um banco do qual Toffoli é relator em dois processos na Corte Suprema...

Vai ou não vai...

Plano B montado?
Pergunta no ar: Se os petistas forem condenados mesmo a puxar cadeia pelo mensalão, vão pedir asilo à Cuba, Venezuela ou Angola? Ou vão apenas fugir?

Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus.

Fonte: Alerta Total

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Dois pesos e duas medidas

Graça Salgueiro
Os cubanos exilados alertaram os venezuelanos de que depois dos médicos viriam os educadores, depois os desportistas e quando eles abrissem os olhos Cuba já teria invadido e dominado o país.

Os venezuelanos debocharam e afirmaram ser exagero.

Esse assunto já está desgastado antes mesmo de os médicos estrangeiros começarem a exercer as funções para as quais foram contratados, mas a histeria da mídia e dos esquerdistas circulantes pelas redes sociais, blogs e sites é tão grande, que não dá para deixar passar em branco certas afetações que revelam os dois pesos e duas medidas tão comuns na praxis comunista.
Não tenho qualquer intenção de defender quem quer que seja, muito menos os médicos cubanos, pois as denúncias feitas por aqueles que conseguiram escapar da Venezuela, Bolívia e aqui mesmo do Brasil (ver meu artigo “Contratação dos médicos cubanos: o que há por trás disso?”) são demasiadamente claras para quem analisa os fatos sem paixão, sobretudo para aqueles que têm algum respeito pela vida, liberdade e dignidade da pessoa humana.
A mídia inteira tem se esmerado em acusar os médicos brasileiros de “racistas”, ardilosamente usando como argumento a foto de um cubano negro, cujo fisionomia denota tristeza e constrangimento diante de uma sonora vaia em Fortaleza, como se esse gesto tivesse sido dirigido apenas a ele, por ser negro, e não a todos os demais integrantes do grupo. Não sou dada a agressões desse tipo, preferindo sempre o embate verbal com argumentos e provas, mas não posso fazer de conta que desconheço não somente as vaias como as tentativas de agressão física que estes mesmos defensores dos cubanos castristas fizeram com a “blogueira cubana branca” Yoani Sánchez, quando esteve no Brasil no início deste ano.
Todo mundo sabe que fui talvez a primeira pessoa no Brasil a denunciar a falsa oposição desta blogueira mas, mesmo assim, jamais me passaria a vaiá-la ou agredi-la da forma covarde - afinal, ela era uma só! - como ela foi por parte de uma turba ensandecida que a julgava “vendida ao império”, “agente da CIA” e outras sandices mais. Cubanos são todos os que nascem em Cuba, evidentemente, mas os que vêm através de um acordo espúrio entre os ditadores Castro e o governo petista são os únicos que merecem respeito. Qualquer outro cubano que não faça parte do esquema é “gusano”, e não só merece como deve ser apedrejado, cuspido e vaiado.
Os “médicos” cubanos que estão dando declarações vieram com um discurso pronto e ensaiado, com frases de efeito bem ao gosto do socialismo, como“vamos aos lugares onde ninguém quer ir” ou “nós não trabalhamos por dinheiro, trabalhamos por amor”. Essa última frase, então, comoveu os corações humanistas dos defensores dos Castro, esquecendo, convenientemente, que se isso fosse verdade a ditadura cubana não receberia nenhum centavo por este “gesto humanitário”. 
Há exatos dois anos o governador do Ceará, Cid Gomes, causou justa indignação e foi duramente criticado por professores ao declarar, por ocasião de uma greve desta categoria profissional, que “Professor deve trabalhar por amor, não por dinheiro”. Ninguém trabalha “só por amor” e deve ser remunerado por seus serviços, a menos que escolha o voluntariado - que não é o caso dos cubanos -, assim como esses médicos não vão tratar uma apendicite aguda ou um infarto com “amor”, mas com procedimentos e medicamentos que inexistem nesses lugares inóspitos que os médicos brasileiros se recusam a ir. E merecem ser remunerados como qualquer outro trabalhador, assim como os médicos de outros países que chegaram aqui através do mesmo programa. 
É espantoso, portanto, que os comunistas falem tanto em “respeito aos direitos humanos” e “igualdade” e não percebam a discrepância abissal entre a forma de pagamento e valor do salário entre os médicos cubanos e os demais, e que ainda defendam o absurdo de que os cubanos não tenham um contrato individual mas terceirizado, através da OPAS, que repassa o dinheiro para Cuba, que lhes paga o que bem entende. É absurdo que esses “humanistas” aceitem a desculpa de que, como Cuba age assim em mais de 50 países isso, por si só, é correto. É ultrajante que pessoas que reclamam de seus baixos salários, como professores, e façam greve por melhorias, aceitem como normal e legal que outros profissionais, só porque são regidos por uma ditadura comunista possam vir ao seu país como escravos, pois não têm direito a um contrato de trabalho individual, não têm direito a uma remuneração direta com o empregador - o Governo brasileiro -, não tenham liberdade de locomoção, não possam trazer suas famílias como os demais, e que a AGU tenha dito de antemão que a Justiça negará asilo político caso eles venham a solicitá-lo. 
Segundo o advogado geral da União, Luís Inácio Adams, “Esses médicos vêm como profissionais, eles vêm em cima de um compromisso, de um acordo, de um programa, de uma relação de trabalho. Não me parece que sejam detentores dessa condição de permanência. Os boxeadores vieram aqui ao Brasil participar de evento, é diferente a situação”. Sim, a situação é diferente de fato. A única coisa em comum é que eles não são donos das próprias vidas, sãopropriedades do Estado cubano, tanto é assim que dentro do grupo há alguns “capitães-do-mato” que retêm os passaportes para que não haja possibilidade de fuga. Nem todos são médicos, daí a pantomima de descer do avião de jaleco como se o aeroporto já fosse um hospital cheio de pacientes necessitados de socorro urgente. Com todos vestidos iguais, ninguém sabe quem é médico e quem é agente do G2.
Quer dizer, se já foi anunciado que a Justiça brasileira irá negar o asilo político, é porque tanto o Brasil como Cuba SABEM que muitos desses médicos “aceitam” trabalhar nessas missões pela oportunidade de sair da ilha e tentar escapar para algum país livre. E isso não chama a atenção de nenhum dos que criticam os que estão condenando a vinda desses “médicos” ao Brasil, e sua raiva vem exatamente porque querem camuflar que Cuba é uma ditadura miserável e que ninguém foge “para lá” mas “de lá”!
Nos primeiros anos da ditadura chavista os cubanos exilados, que conhecem sobejamente a prática castrista de ir entrando sorrateiramente nos países com a desculpa dessas “missões humanitárias”, alertaram os venezuelanos de que depois dos médicos viriam os educadores, depois os desportistas e quando eles abrissem os olhos Cuba já teria invadido e dominado o país. Os venezuelanos debocharam e afirmaram ser exagero. Hoje, só de “médicos” (e escrevo com aspas porque muitos deles têm competência para ser, no máximo, auxiliares de enfermagem e NUNCA apresentaram diploma a ninguém) há em torno de 30.000. A infiltração nas Forças Armadas é algo alarmante, ao ponto de ocuparem até cargos de comando, além de notarias, ministérios e controle total dos registros civis e de comunicação (internet, telefonia fixa e móvel, imprensa) totalmente em mãos dos cubanos.
Caminhamos para o mesmo, pois o governo já advertiu sobre um programa semelhante na área de educação. Enquanto o problema está atingindo a classe médica as esquerdas estão rotulando essa categoria de xenófoba, racista, elitistas desalmados e mercenários que têm nojo de pobre. Quero ver quando a invasão cubana for se estendendo a outras categorias, como a dos professores, se eles vão ser tão solidários e humanistas como estão sendo agora.
Quando o Papa Francisco esteve no Brasil, fez uma declaração em um de seus discursos públicos alertando para o uso do povo pelos políticos. Alertava, sabiamente, o amado pontífice, que para os políticos o “povo” era apenas um chavão para manipular votos. Apesar do programa “Mais Médicos” ter sido acordado desde o ano passado, o “povo” nem as casas legislativas que supostamente são seus representantes foram ouvidas, nem antes nem agora. Foi criado um decreto especial para receber esses profissionais sem ter que passar pelo Revalida e eles estão sendo impostos aos brasileiros na marra. Os que questionam ou rechaçam são tratados como desumanos e elitistas O dinheiro que está sendo gasto com esses contratos daria perfeitamente bem para abrir postos de saúde, ambulatórios e hospitais equipados com o mínimo necessário para atender a população, além de ambulâncias para atendimento de urgência. Mas isso não abasteceria os cofres dos ditadores cubanos. 
Outra aberração imposta de cima para baixo sem direito a recusa, é o alojamento desse pessoal nos quartéis das Forças Armadas. Seria a forma mais prática de manter um controle sobre este pessoal, uma vez que há regras a serem cumpridas que não existem nos hotéis? Se esses médicos cubanos são pessoas livres como os demais, por que foi necessário a ministra da Saúde cubana acompanhar a frota e fazer discurso em Brasília?
Ano que vem haverá eleições presidenciais e prevejo que nas campanhas não faltarão imagens dos pobres do fim do mundo abraçados aos “doutores cubanos”, agradecendo ao governo por ter-lhes dado assistência médica, mesmo que continuem padecendo o flagelo da seca, da fome, da miséria e da falta de perspectiva. Quando o povo brasileiro abrir os olhos já será tarde demais. Que o diga a Venezuela que não quis dar ouvidos a quem sabe quem são os ditadores Castro e hoje já é um país miserável, onde falta até papel higiênico. Como em Cuba.

Acordem, oposicionistas! Acordo com Cuba fere o Artigo 49 da Constituição; tem de passar pelo Congresso

As oposições, o PSDB em particular, poderiam parar de ficar se autodestruindo — já há quem faça isso por elas com razoável eficiência — e prestar mais atenção à Constituição. Ainda que o Elio Gaspari possa criticar e considerar “manifestação de ódio”, o fato é que o acordo celebrado pelo Brasil com Cuba, qualquer que seja ele — até agora, não se conhece —, fere um dispositivo constitucional.
É verdade. Na hipótese de o Inciso I do Artigo 49 da Carta não ter sido revogado — que eu saiba, não foi —, lá se estabelece:
Art. 49. É da competência exclusiva do Congresso Nacional:
I – resolver definitivamente sobre tratados, acordos ou atos internacionais que acarretem encargos ou compromissos gravosos ao patrimônio nacional;
Entenderam?
Esse é o caso do acordo com Cuba. Trata-se de um acordo internacional que acarreta encargos ao patrimônio nacional. E, portanto, só pode ser celebrado com a aprovação do Congresso.
Mas é preciso recorrer ao instrumento certo, que, nesse caso, não é uma Ação Direta de Inconstitucionalidade porque a cubanização da medicina no interior do Brasil não deriva de um ato normativo específico. A MP que cuida do assunto não trata dos cubanos.
O instrumento correto, salvo melhor juízo dos especialistas, é um mandado de segurança com pedido de liminar. É claro que o governo recorreu a um truque, afirmando que o acordo foi celebrado com a OPA (Organização Pan-Americana de Saúde), não com o governo cubano. Em primeiro lugar, é mentira, claro! Em segundo lugar, continuaria inconstitucional do mesmo jeito.
Mais: quais são os termos desse acordo com Cuba? Com base na Lei da Transparência, os parlamentares devem exigir que sejam tornados públicos. E, enquanto escrevo, ocorre-me aqui uma outra coisa. No próximo post.
Por Reinaldo Azevedo

domingo, 1 de setembro de 2013

O destino do Brasil permanece nas mãos do PT: Um país atrasado sob o domínio de uma tirania com viés cubano

Claro que ninguém que possua mais que dois neurônios funcionando razoavelmente precisa das lições do megainvestidor Jim Rogers para saber que o governo do Lula e da Dilma e seus sequazes é um desastre, um absurdo sob todos os pontos de vista.
Entretanto, a escória que comanda a Nação brasileira possui provavelmente apenas um neurônio embrutecido pela cegueira ideológica. São incapazes de escrever estas linhas que escrevo com um mínimo de conteúdo. Quanto mais entender um discurso vazado em termos racionais e objetivos.
Por isso jamais entenderão o recado de Jim Rogers e ainda o acusarão de títere do imperialismo ianque, embora muitos desses somoventes do PT estejam vivos justamente porque a ciência e a tecnologia evoluem com os vultosos investimentos de gente como Rogers.
Lula, Dilma e Zés Dirceus ficam com o índio cocaleiro, com a bruxa argentina e com Fidel Castro e seu irmão Raúl e os médicos cubanos. Fiquemos, pois, com Jim Rogers que está no Brasil e deu o seu recado. Leiam:
Megainvestidor Jim Rogers
O megainvestidor Jim Rogers diz não pretender fazer nenhum investimento no Brasil até que o governo mude as diretrizes. Durante palestra realizada neste sábado em Campos do Jordão, no 6º Congresso Internacional de Mercado Financeiro e de Capitais, Rogers afirmou que a economia brasileira poderia estar em uma situação muito melhor não fossem os entraves do governo para a entrada de capital estrangeiro.
“Até que as políticas se alterem no governo, não vou fazer investimentos”, disse o investidor, que afirma não ter dinheiro aplicado na economia brasileira. Segundo ele, o governo está no caminho errado e o país não está se beneficiando tanto quanto deveria do bom momento das commodities. “O Brasil precisa de investimentos, de especialistas e o governo quer não ajuda externa.”
Famoso por ter criado um dos mais rentáveis fundos de investimento do mundo ao lado de George Soros, o Quantum Fund, o megainvestidor acredita que o boom das commodities deve perdurar por alguns anos, mas o Brasil está diminuindo seu ritmo de benefício desse mercado de forma prematura. “Infelizmente, a senhora (como se referiu à presidente Dilma Rousseff) começou a cometer erros antes de o preço das commodities cair de fato”, diz Rogers. Entre as recomendações que ele faz ao governo brasileiro está a retirada de restrições à entrada de capital que, segundo ele, poderiam ajudar o setor agrícola a ter uma expansão maior. Rogers diz ainda que Dilma Rousseff deveria remover subsídios e abrir mais a economia brasileira. “O Brasil pode e deve ser uma grande economia, mas, infelizmente, eu acho que não vai ser.”
Contudo, o investidor diz que o Brasil não é o único a cometer erros, mas faz críticas à condução da política econômica de outros emergentes como Índia, Indonésia e Turquia. Sem detalhar as falhas, ele diz que são “muito mais graves” do que aquelas cometidas pelo Brasil. Rogers diz não estar otimista com o mercado no momento atual e que “não tem investimentos em muitos locais agora”. “Eu quero esperar. Não tem me agradado o que eu tenho visto nos últimos anos”, completa.
Durante a palestra, o investidor disse que a possível invasão dos Estados Unidos na Síria, para tentar conter o governo de Bashar Assad, pode agravar ainda mais os negócios globais. “Os Estados Unidos parecem estar entrando em uma guerra. Se isso realmente acontecer, nós teremos problemas sérios.”
Aos 70 anos, Rogers vive em Cingapura desde 2007, de onde acompanha de perto o mercado asiático. Depois de seu fundo ter tido valorização de 4.000% em seus primeiros dez anos, na década de 1970, Rogers se aposentou aos 37 anos. Do site da revista Veja

Casada com Dilma, Zero Hora amplifica apenas parte da pesquisa sobre vinda de médicos-cubanos ao RS e esconde o principal.



A manchete de capa do jornal Zero Hora deste sábado foi curta, grossa e direta: "Pesquisa demonstra que gaúchos aprovam contratação de médicos cubanos".

. Não é verdade que a pesquisa tenha sido encomendada pelo governo de Dilma Roussef.

. Nem precisaria.

. Mas é verdade que a manchete é incompleta e induz a erros grosseiros.

. A manchete foi incompleta porque o correto seria esclarecer tudo desta forma:

- Pesquisa demonstra que gaúchos aprovam a contratação de médicos cubanos, desde que sejam aprovados no Revalida.

. É claro que outras perguntas ainda mais inquietantes poderiam ser colocadas no questionário, como as seguintes questões:

- Você concorda que médicos cubanos substituam médicos brasileiros, substituindo mão de obra paga por mão de obra escrava ?
- É correto importar milhares de médicos e não investir de verdade na saúde pública, gerindo melhor o SUS, dotando hospitais e postos de saúde de macas, equipamentos, camas, enfermeiros, laboratórios, remédios, ambulâncias?
- Vale a pena importar médicos cubanos treinados em Havana, Venezuela, Bolívia, e dispostos a cumprir missão ideológica em favor dos governos do PT e da candidatura de Dilma ?

. Ao avaliar o programa,15,7% dos gaúchos disseram que ele é ótimo, 43,6% disseram que ele é bom, sendo que apenas 14,5% cravaram nas respostas ruim e péssimo.

. 69% aprovam a decisão do governo de levar os médicos para as periferias e ao interior.

. A pesquisa feita pelo Instituto Methodus demonstrou, também, que 68,1% dos gaúchos consideram que se sentiriam confortável em receber tratamento de médicos estrangeiros.

. Até aí as respostas foram todas de acordo com o que esperava o governo e a RBS: aplausos gerais.

. Mas eis que uma das respostas, e a mais relevante, bota por terra os objetivos perseguidos pela pesquisa, porque ela corresponde ao sentimento e a percepção do que a maior parte da mídia, a oposição e os próprios médicos brasileiros colocam como restrição ao programa de importar milhares de médicos-escravos de Cuba. Eis a questão colocada pelo Instituto Methodus:

- Um ponto polêmico do programa Mais Médicos é a possibilidade de participação de estrangeiros que não estejam com seus diplomas revalidados no Brasil. Para você, esse ponto causaria insegurança na hora de ser atendido por um médico estrangeiro?”.

. A resposta vai de acordo com o discurso das entidades médicas, da maior parte da mídia e dos brasileiros mais lúcidos:

- Sim, causaria insegurança, responderam 58,3% dos entrevistados. Não, não causaria, disseram 29,5%.