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sexta-feira, 30 de maio de 2014

PT mostra suas garras


Vídeo em que Rodrigo Constantino comenta as diretrizes apresentadas pelo PT para a campanha de Dilma, que não deixam margem a dúvidas sobre suas intenções golpistas.

sábado, 24 de maio de 2014

Na UFSM e no Brasil, racistas, pederastas e abortistas fazem a lei

Sem sombra de dúvidas foi uma semana negra como há muito tempo não se via. A famigerada e descabida Lei da Palmada foi, enfim, aprovada na Câmara dos Deputados. E a Universiade Federal de Santa Maria aprovou a política de segregação racial como política oficial e, terror dos terrores, o aborto foi legalizado via medida administrativa.
Lei da palmada (Lei 7672/2010)
Num ato bastante simbólico e por si só revelador da natureza da coisa, a Xuxa Meneghel – “a rainha dos baixinhos” – foi à Câmara dos Deputados e, da sua visita, resultou que a da Lei da Palmada foi aprovada. Como se não bastasse, o deputado e pastor Eurico (PSB) não apenas foi expulso, mas destituído (indevidamente) da Comissão de Constituição e Justiça e teve o seu nome achincalhado nos jornais e redes sociais. É a velha “tolerância dos tolerantes”. Desde pelo menos 2011 a Xuxa Meneghel tem feito lobby pesado através de sua fundação em prol da aprovação dessa lei importantíssima tanto para o cenário da revolução cultural quanto para o globalismo novo-ordista. A lei é um verdadeiro cavalo de Troia e tem diversas implicações problemáticas, ela consegue desde ab-rogar orientações pedagógicas contidas nas Sagradas Escrituras até colocar o Estado onipotente dentro da casa de cada cidadão, entre outras coisas, todas elas perigosíssimas.
Porém, para mostrar o descalabro da coisa é suficiente mostrar a biografia resumida do tipo de gente que está legislando e impondo normas e regras sobre a família brasileira:
- Maria do Rosário Nunes: nunca teve filhos, uma mulher seca. Mantém o sobrenome de solteira, sinal que nunca casou, e, se casou (ou manteve alguma relação de concubinato), fracassou no casamento. É comunista.
- Xuxa Meneghel: incapaz de conquistar um marido, alugou um homem escolhido a dedo em função de sua beleza estética e fez uma "produção independente". O "produto" é a Sasha, uma garota mimada que vive numa redoma de cristal com todos os luxos e regalias possíveis e imagináveis, tudo graças ao dinheiro que a mãe angariou vendendo a sua sensualidade em pornochanchadas, na revista Playboy e em programas des-educativos e em relacionamentos duvidosos e fortuitos com celebridades no início da sua carreira. Globalista. Novo-ordista.
- Jean Wyllis: um gayzista, inimigo declarado da família brasileira. Sua intenção é legalizar a prostituição, as drogas, impedir os pais de educar os filhos e inserir no currículo pedagógico das escolas o ensino deliberado de p#taria heterossexual e homossexual. É um homem solteiro, que recentemente reclamava de não conseguir arranjar um companheiro fixo. É comunista.
- Marta Suplicy: gayzista, inimiga declarada da família, pretende abolir por força de lei o uso de denominações como "pai" e "mãe". Fracassou no casamento. Teve um filho. Aplicando seus métodos pedagógicos, este filho se tornou um roqueiro-punk eterno adolescente, incapaz de fazer sucesso na carreira artística. É comunista.
- Luís Inácio "Lula" da Silva: tentou assassinar uma de suas filhas (a Lurian) quando esta estava em gestação. Ameaçou, intimidou e humilhou a sua ex-companheira tentando fazer com que ela matasse a criança, no que se recusou. Seus filhos, todos, fracassaram na vida. Só vieram obter sucesso (material) com a ascensão do pai ao Palácio do Planalto e no contexto do governo mais corrupto de toda a história do Brasil. Uma de suas histórias envolve a tentativa de estupro de um colega de prisão. Traiu a atual esposa com uma amante, mulher que ele colocou numa representação da presidência, caso que foi devidamente abafado na mídia. É parceiro político-estratégico através do Foro de São Paulo dos maiores produtores de droga do planeta (i.e. parceiro dos maiores destruidores de família do planeta). É comunista.
- Dilma Rousseff: fracassou no casamento com um terrorista e assassino militante dos movimentos de agitação comunista com quem tem uma única filha. Ao participar do assassinato do jovem soldado Mário Kozel Filho destruiu a família desse jovem (cujo pai morreu enlouquecido pela dor de ter um filho feito em pedaços por um artefato explosivo). Nunca pediu perdão pelas más ações, pelo contrário, locupleta-se do "bolsa ditadura" a indenização paga pelo povo brasileiro à comunistas supostamente torturados no governo civil-militar. É abortista. É comunista.
Não são os únicos fascistas que estão usando de um mandato democrático para operar a destruição (já em grau muito avançado) da família brasileira, apenas os principais.
Xuxa é hostilizada por deputado em sessão e reage com

Ato falho? A “rainha dos baixinhos” faz um sinal falsamente afetivo em provocação ao Pr. Eurico.
É possível que ela não saiba, mas o coração está entre os sinais e símbolos utilizados por pedófilos
segundo catalogação do FBI. O coração indica um adulto – homem ou mulher –
interessado em crianças-meninas, i.e., “baixinhas” (1).
Racismo – a política de segregação racial na UFSM
A Universidade Federal de Santa Maria – UFSM, uma das instituições de ensino mais importantes de todo o Brasil (foi a primeira universidade federal fundada no interior do Brasil), institucionalizou a segregação racial como política oficial da instituição. Hoje (22/05) foi decidido que 50% das vagas da instituição serão destinadas a cotistas (negros, mestiços e deficientes). Numa nota jornalística da própria UFSM é dada a notícia que quem elaborou o parecer solicitando que fosse instituído uma porta para negros e outras para brancos foi...o Diretório Central dos Estudantes!
Antes de prosseguir, três fatos:
Fato 01: apenas 9% da população brasileira é negra.
Fato 02: mestiços (que não é nem branco nem negro) perfazem 32% da população.
Fato 03: 56% da população brasileira é branca. (2)
Evidentemente é uma política oficial de segregação racial e é uma política racista onde à parcela minoritária da população são reservados 50% das vagas, ou seja, onde a população branca é deliberadamente prejudicada e a população mestiça fica ao arbítrio de censor qualquer. O sistema tradicional - puramente meritocrático e cego para a cor da pele - foi substituído por um sistema racial e racista.
Trata-se da frutificação de uma linha teórica marxista desenvolvida ao longo dos últimos 20~30 anos no meio pseudo-intelectual universitário brasileiro. A luta de classes é substituída pela luta entre as "raças". Pretos contra brancos, em busca de vingança histórica; vingança fomentada por uma narrativa histórica que só é verdadeira dentro das falsidades próprias do marxismo e em função de (i.e. tendo como objetivo maior) um processo de subversão da harmoniosa sociedade brasileira.
Por desconhecer a teoria marxista-leninista (e alguns agentes, justamente pelo contrário, conhecendo-a e aplicando-a regiamente) brancos e negros acabaram por instaurar o critério tão temido e tão criticado, o critério fundamentado na cor da pele e que permite discriminações de parte-a-parte.
O Brasil, enfim, encaminha-se para dar um imenso testemunho sobre o caráter demoníaco do comunismo e do esquerdismo. O país que acolheu povos de todas as cores e de todos os cantos do mundo e que na multiplicidade de culturas foi capaz de viver em grande harmonia, dando um testemunho importantíssimo para o mundo, tornar-se-á mais e mais um país envolto em conflitos de ordem racial. O sucesso dos teóricos e dos práticos comunistas em trazer de volta à baila até mesmo o critério “raça” (uma ficção criada pelo homem, afinal Deus Nosso Senhor criou uma única raça unicamente com cores diferentes) possibilita discriminações “justificadas (sic)” de pretos contra brancos, de brancos contra pretos, de amarelos contra vermelhos, etc.
Isso é um indicativo perigoso do quão profundamente a anti-cultura marxista entranhou na sociedade. Não estranhem se o país onde "em se plantando tudo dá" e um dos grandes produtores de alimentos do mundo tornar-se uma terra onde pessoas morrem de fome. No passado, o comunismo fez precisamente isso na Ucrânia o "cesto de pão da Europa".
Lamentavelmente são tendências que não serão revertidas a curto prazo, mas que mesmo assim devem ser publicamente denunciadas.
Ao mesmo tempo, o fato do corpo docente-administrativo de uma universidade federal aprovar um descalabro desses é um indicativo mais do que claro que, fora algumas exceções pontuais, não se trata de uma instituição de ensino verdadeiramente superior. A UFSM acaba de dar a prova documentada que é uma instituição onde seus quadros legitimam a discriminação e a segregação motivada por cor de pele e ideologia. O sentimento expresso entre ex-alunos e alguns professores que não partilham da imposição da segregação racial na UFSM é de profunda e imensa vergonha.

O PT aprovou o aborto no Brasil

O Padre José Eduardo em entrevista à Rádio Vox dá a triste notícia:
Notas:

Francis Lauer é tradutor.

Fonte: Mídia sem Máscara

quinta-feira, 20 de março de 2014

Dilma legitima os crimes políticos de Maduro





JOSÉ CARLOS SEPÚLVEDA DA FONSECA

Quando se menciona o papel de um mediador, entre indivíduos, instituições, empresas, grupos políticos ou países em posições antagônicas, vem-nos à mente uma figura isenta e sem compromissos com as partes, que possa debelar injustiças, abrandar posturas hirtas, harmonizar interesses opostos, alcançar acordos.
Ao longo de anos no poder, a diplomacia lulo-dilmo-petista criou diversas figuras bizarras, entre elas a do mediador-cúmplice. Em vez de isento, o mediador-cúmplice é comprometido por inteiro com uma das partes, inclusive com suas injustiças, arbitrariedades e até crimes e se propõe dessa forma buscar o “entendimento”.

É o que ocorre presentemente com a diplomacia brasileira – cada vez mais subjugada e degradada pelo petismo – na situação que vive a Venezuela.

Sem espaço para o desacordo
Todos os regimes totalitários – comunistas, nacional-socialistas, etc. – consagram o princípio de que as instituições e o conjunto da população se devem submeter ao projeto ideológico emanado do Estado, a serviço de um partido ou de uma organização política.

Não há, nessa perspectiva, espaço para o desacordo e todos aqueles que o manifestam são declarados inimigos do povo, conspiradores, traidores, a serviço de interesses escusos ou até de algum inimigo externo, de algum fantasmagórico imperialismo.

Assim se dá na Venezuela de hoje. A política é uma exclusividade do regime e dos fiéis ao “chavismo”. Todo aquele que, na relativa liberdade ainda reinante, se tornar opositor, passa a ser imediatamente visto como inimigo do povo, a ser esmagado; e qualquer manifestação pública de desacordo, um ato golpista e um atentado à pátria bolivariana.

A “ordem democrática” petista
Esta pervertida visão da democracia é endossada por Dilma Rousseff (a presidente em exercício), por Lula da Silva (o presidente de fato) e pelo Partido dos Trabalhadores.

De acordo com essa abjeta cartilha ideológica, qualquer protesto, ainda que seja de uma inofensiva estudante empunhando um cartaz, só pode ser considerado um ato de violência; as execuções de manifestantes – na sua maioria com um tiro na cabeça – um ato de defesa contra a “traição à pátria”; e a mediação como o inequívoco apoio ao regime “chavista”, liderado por Nicolás Maduro. É o que, cinicamente, Dilma Rousseff qualifica de manutenção da ordem democrática.

Sabotagem na OEA em prol da Unasul
Foi animado por esta postura ideológica que o Brasil votou contra o envio de observadores da OEA (Organização dos Estados Americanos) à Venezuela e se opôs a uma reunião de chanceleres, no âmbito da organização, para debater os eventos naquele país.

Fazendo eco à retórica “chavista”, a diplomacia brasileira justificou sua atitude alegando que uma intervenção da OEA, pela presença dos Estados Unidos nos quadros da organização, poderia agravar os conflitos. Enquanto o Brasil – dito seja de passagem – finge que não vê a presença crescente de cubanos no controle de organismos do Estado venezuelano, inclusive nas Forças Armadas.

Dilma Rousseff apostou, pois, por uma reunião da Unasul – solicitada por Nicolás Maduro – a fim de “mediar” a crise na Venezuela.

O resultado não podia ser outro. A Unasul (União de Nações Sul-Americanas), concebida desde sua origem para apoiar a integração sul-americana bafejada pelo projeto bolivariano, deu respaldo ao regime de Maduro e à chamada Conferência Nacional pela paz, convocada por este último; um simulacro de diálogo montado como arma de propaganda, enquanto o regime prende opositores, sem o devido processo legal, e a Guarda Nacional Bolivariana e os “colectivos” (forças paramilitares e gangues armadas) continuam a perseguir e executar manifestantes nas ruas, e a invadir residências sem qualquer mandato.

Projeto de poder socialista e autoritário
As atitudes da Presidente Dilma Rousseff, e de sua diplomacia, deixam patente que o governo petista é animado – e sempre o foi – por um projeto socialista e autoritário de poder.

No passado muitos repetiam, ardilosamente, que as vias do lulismo eram diversas das do chavismo e que a moderação de Lula continha o radicalismo de Chávez. O tempo se encarregou de demonstrar que o lulo-petismo (hoje na versão Dilma Rousseff) sempre tentou acobertar e salvar em suas crises o “chavismo” (hoje na versão Nicolás Maduro). Quando o regime da Venezuela descamba para a repressão assassina e para a catástrofe econômica, a diplomacia conduzida por Dilma Rousseff e inspirada pela nefasta figura de Marco Aurélio Garcia, tenta cimentar na América do Sul a ditadura do “socialismo do século XXI”, amparada por Cuba, Rússia e China.

Dilma degrada a diplomacia
O jornal O Estado de S. Paulo estampou ontem (13.mar.2014) um editorial inequívoco a este respeito, que gostaria de compartilhar com os leitores deste blog. Seu título: Dilma degrada a diplomacia:
  • A presidente Dilma Rousseff definitivamente rebaixou o Brasil à condição de cúmplice de regimes autoritários na América Latina. Não bastasse a reverência (e o vasto financiamento) à ditadura cubana, Dilma agora manobra para que os atos criminosos do governo de Nicolás Maduro contra seus opositores na Venezuela ganhem verniz de legitimidade política.
    Em vez de honrar as tradições do Itamaraty e cobrar do regime chavista respeito aos direitos humanos e às instituições democráticas, a presidente desidratou a única iniciativa capaz de denunciar, em um importante fórum internacional, a sangrenta repressão na Venezuela, que já matou duas dezenas de pessoas. Mandou o representante do Brasil na Organização dos Estados Americanos (OEA) votar contra o envio de uma missão de observadores à Venezuela e impediu que a entidade reunisse seus chanceleres para discutir a crise.
    Como todos os líderes populistas da região, Dilma considera que a OEA é quintal dos Estados Unidos. O falecido caudilho Hugo Chávez costumava referir-se à organização como "instrumento do imperialismo", entre outros nomes menos simpáticos. Para o governo petista, contaminado pelos ares bolivarianos, uma decisão da OEA sobre a Venezuela poderia ser considerada inoportuna e com potencial para acirrar as tensões. Assim, a título de não melindrar Maduro, premiam-se a brutalidade e a indisposição para o verdadeiro diálogo democrático.
    Manietada pelo Brasil e por seus parceiros bolivarianos, a OEA limitou-se a emitir uma nota cuja anodinia mal disfarça a tentação de apoiar Maduro. O comunicado manifesta "solidariedade" ao presidente e dá "pleno respaldo (...) às iniciativas e aos esforços do governo democraticamente eleito da Venezuela" no "processo de diálogo nacional" - como se fosse autêntica a pantomima a que os chavistas chamam de "Conferência de Paz". Estados Unidos, Canadá e Panamá votaram contra essa nota, pela razão óbvia de ela não refletir os compromissos da OEA com a democracia e os direitos humanos.
    O passo seguinte da manobra, este ainda mais escandaloso, foi convocar uma reunião de chanceleres da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) para acertar o envio de um grupo de "mediadores" para a Venezuela. A Unasul, como se sabe, é instrumento dos governos bolivarianos - desimportante, ela hoje só existe para dar reconhecimento a governos claramente antidemocráticos, em nome de uma certa "integração latino-americana".
    Assim, os tais "mediadores" da Unasul não farão nada além do que deles se espera, isto é, fazer vista grossa às ações violentas de Maduro. Ao anunciar a iniciativa, Dilma explicou, em seu linguajar peculiar, que a ideia é "fazer a interlocução pela construção de um ambiente de acordo, consenso, estabilidade, lá na Venezuela". Ora, que "diálogo" é possível quando não se pretende exercer a necessária pressão diplomática sobre Maduro, que reprime manifestantes usando gangues criminosas e encarcera dissidentes sem o devido processo legal?
    Portanto, a constituição de uma comissão na Unasul para a Venezuela tem o único objetivo de deixar Maduro à vontade, sem ser constrangido a recuar e a ouvir as reivindicações da oposição - que basicamente protesta contra a destruição da Venezuela pelo "socialismo do século 21".
    Percebendo o truque, os oposicionistas venezuelanos trataram de enviar uma carta à Unasul em que pedem aos países-membros que observem os acontecimentos no país "com objetividade" e que a entidade "não seja usada como um instrumento de propaganda". Mas é justamente disso que se trata: se tudo ocorrer conforme o script bolivariano, a Unasul vai respaldar o governo Maduro, revestindo-o de legitimidade - o que, por conseguinte, transforma a oposição em golpista.
    Ao tratar de forma leviana este grave momento, em respeito a interesses que nada têm a ver com a preservação da ordem democrática na região, o Brasil torna-se corresponsável pela consolidação de um regime delinquente.
(A ilustração que encima este post é de uma campanha lançada na Venezuela e que se espalhou pelas redes sociais - twitter: @_calavera_)

terça-feira, 18 de março de 2014

Tratamento de Choque - 1964 - 50 anos depois



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