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domingo, 21 de setembro de 2014

O Papa, a Albânia socialista-comunista e a revolução no Brasil

Neste domingo, 21 de Setembro, o Papa Francisco visita Tirana, capital da Albânia. É uma oportunidade para recordar e refletir sobre os horrores impostos pelo regime SOCIALISTA-COMUNISTA à população do país. Perseguição e encarceramento de cristãos. Execuções. Demolição de igrejas e o ateísmo gravado na Constituição.
Mas a visita do Sumo Pontífice é oportuna também para os brasileiros. Para que refaçam a memória dos vínculos do regime opressor e sanguinário da Albânia com o Brasil. Recordação imprescindível, sobretudo neste período eleitoral, em que agentes e partidos historicamente ligados ao comunismo albanês - e comprometidos com a revolução SOCIALISTA-COMUNISTA - são protagonistas do cenário político e atuam com a mesma ambição totalitária de poder. Abaixo, algumas notas para contribuir com essa funesta recordação.

I.


Este vídeo registra a VII Conferência do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), que foi realizada na Albânia entre os anos de 1978 e 1979 - 1979 inclusive foi declarado "O Ano Stálin", uma homenagem ao ditador genocida soviético.
A Albânia fora então considerada pelos dirigentes do PCdoB como "o farol da humanidade". Desde a capital albanesa - onde muitos moraram - eles diariamente passavam informações e orientações para o Brasil através da rádio Tirana. A Albânia também abrigou e treinou guerrilheiros brasileiros.
II.
[...]
"Durante a guerrilha [Guerrilha do Araguaia], o convento dos padres de Conceição do Araguaia era utilizado como base para transmissões clandestinas de rádio, que deveriam alcançar a Albânia. Porém, os militares localizaram este núcleo operacional e, com o desmonte do equipamento, inviabilizaram a comunicação. Um dos religiosos que estava no convento protestou veementemente contra a intervenção: era Claudio Fonteles" [...] (trecho extraído do artigo "A História nas mãos de um sacerdote da revolução" [http://b-braga.blogspot.com.br/2012/11/a-historia-nas-maos-de-um-sacerdote-da.html]).
Claudio Fonteles foi membro da AP (Ação Popular), organização terrorista que surgiu com o propósito de instrumentalizar a Igreja Católica para promover a revolução SOCIALISTA-COMUNISTA no Brasil. Fonteles foi - até 2013 - membro da Comissão da Verdade. Quer dizer, Comissão da MENTIRA, porque o grupo, sob o pretexto de investigar as "violações dos direitos humanos" durante o Regime Militar, tem um só objetivo: reescrever e falsificar a História, consagrando a versão revolucionária dos fatos como a História oficial do país.
III.
 
 
No início dos anos 80, Lula de braços erguidos com João Amazonas (à esquerda)- o alto dirigente do PCdoB acolhido na Albânia SOCIALISTA-COMUNISTA (Cf. Nota I).
 
Na Convenção Nacional do PCdoB - realizada em Junho de 2014 - o partido comunista confirmou apoio à reeleição da Presidente Dilma Rousseff. (Cf. também "Prisão dos mensaleiros - Dilma Rousseff comparece a celebração COMUNISTA" [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/11/prisao-dos-mensaleiros-dilma-rousseff.html]). 

Fonte: Bruno Braga

Pimentel - CODINOME: "Jorge"

Em 1970, Fernando Damatta Pimentel - hoje candidato petista ao governo do estado de Minas Gerais - participou da fracassada ação terrorista orquestrada pela Vanguarda Popular Revolucionária (VPR): sequestrar Curtis Carly Cutter, cônsul dos Estados Unidos em Porto Alegre. O objetivo era realizar uma ação de impacto para consagrar a unidade de combate junto ao Comando Nacional, libertando - em troca da autoridade sequestrada - cinquenta "companheiros" presos.


"O sequestro foi marcado para o dia 21 de março, um sábado. Na tarde desse dia, estando tudo pronto, já com o carro para a ação roubado, o sequestro fracassou pela primeira vez, em virtude de erro no planejamento. Nova tentativa foi marcada para semanas depois.
No dia 4 de abril (também um sábado), o 'Comando Carlos Marighella' foi assim constituído: no carro da ação, um Volks azul, estava o comandante da operação, Félix Silveira Rosa Neto, com pistola calibre 45, o motorista Irgeu João Monegon, com revólver.38, FERNANDO DAMATTA PIMENTEL, com revólver .38, e Gregório Mendonça, do MR-26, com metralhadora INA .45; no carro da cobertura, ia o motorista, Reinhold Amadeo Klement, com revólver .38, e Luiz Carlos Damatta, com metralhadora INA .45. Além das armas, algumas granadas completavam o arsenal formado para o sequestro.
Na manhã desse dia, o cônsul saiu sozinho de sua residência, com sua caminhonete Plymouth azul-marinho. Pelo excesso de tráfego nos caminhos percorridos, nada foi tentado. À tarde, novamente, o cônsul saiu em direção à Vila Hípica. Em Vila Assunção, tentaram encostar-se ao seu carro, mas, por mais uma vez, o tráfego impediu a ação. Às 16 horas, o americano encontrava-se numa rua sem saída, no bairro Tristeza. Montaram o esquema de bloqueio da rua, que fracassou por imperícia de Irgeu: em vez de fechar, seu carro emparelhou com o do cônsul. Este, pensando que os rapazes queriam fazer um 'pega', arrancou a sua potente Plymouth, deixando para trás os surpresos terroristas.
Combinaram, então, nova tentativa para essa mesma noite, marcando um ponto de encontro, ao qual Luiz Carlos Dametta não compareceu. Apesar do desfalque, resolveram agir assim mesmo. Os frequentes fracassos irritavam e açodavam os militantes do 'Comando Carlos Marighella".
Às 20 horas, o cônsul, acompanhado de sua esposa, saiu para visitar uns amigos, estacionando na Avenida Independência nas proximidades do Teatro Leopoldina. Às 22h30min, saiu o casal acompanhado de um amigo. Tomando o carro, foram seguidos até a Rua Vasco da Gama, quando, logo após a Rua Ramiro Barcellos, foram ultrapassados e fechados pelo Volks dirigido por Irgeu, ocorrendo uma batida. Os três militantes desse carro, Félix, FERNANDO e Gregório desceram, cercando a caminhonete do cônsul. Este não titubeou, ao ver as armas, arrancou violentamente e atropelou FERNANDO, abalroando o Volks. Félix atirou com sua pistola .45, acertando o omoplata da vítima, que, mesmo ferida, conseguiu escapar.
O Volks, batido, foi abandonado na Rua Dona Laura. O outro carro foi guardado para futuras ações. De madrugada, reunidos no 'aparelho' em que o cônsul deveria ser guardado, analisaram as causas do fracasso. Até hoje, não se sabe o que fezeram naquele momento, com o "Comunicado Número Um" (trecho extraído do livro "ORVIL: tentativas de tomada do poder", Schoba, 2012, pp. 539-40 - os destaques no texto para Fernando Pimentel são meus).
O "Comunicado Número Um" - citado acima - era um aviso que deveria ser entregue às autoridades com a consumação do sequestro. Porém, ele não propunha somente a troca do cônsul pelos cinquenta "companheiros" presos. O comunicado, previamente redigido, já trazia a "confissão" do prisioneiro, que assumia "ligações com a CIA", e a condenação dele à morte, julgado sumariamente pelo "tribunal de justiça revolucionária" - execução que seria evitada apenas se as autoridades aceitassem as condições do resgate (Idem, p. 538).
Em 2011, João Carlos Bona Garcia - juiz militar aposentado, e ex-integrante da VPR - contou como ele e Pimentel roubaram Cr$ 89.500,00 (R$ 415 mil reais em 2011) do Banco Brasul, de São Paulo - dinheiro que pertencia ao grupo Ultragás. Com um Gordini, os terroristas fecharam o fusca que estava a serviço do banco em Porto Alegre, rendendo o motorista e seu acompanhante:



"Eu estava com uma 45 e o FERNANDO com um 38", contou Bona Garcia. Cabia-lhe render o motorista, mas este inicialmente resistiu, com um atrevido "não saio!". O guerrilheiro disse: "Sai, se não vou ter de te matar". Ele saiu. "O FERNANDO teve mais sorte, porque o dele saiu logo. Mas a ação foi um sucesso". Sanches, subgerente do Brasul em Porto Alegre, disse à polícia que os dois assantantes usavam um emplastro na altura do nariz e da boca (Revista Época, 18 de Março de 2011 - os destaques no texto para Fernando Pimentel são meus).
Mas não foi só com a VPR que Pimentel - empunhando armas e promovendo atividades criminosas - tentou fazer do Brasil um país SOCIALISTA-COMUNISTA. Em Belo Horizonte - antes de integrar a VPR -, Pimentel fez parte do COLINA (Comando de Libertação Nacional), organização terrorista que tinha Dilma Rousseff em seus quadros - a candidata petista que nas eleições deste ano pretende reeleger-se Presidente da República.


ANEXO.





Fernando Pimentel - PETISTA que concorre ao governo do Estado de Minas Gerais - tem o DEVER de esclarecer os termos dos contratos SECRETOS multimilionários firmados com as ditaduras SOCIALISTAS-COMUNISTAS de Cuba e Angola. Pimentel, enquanto Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio da Presidente Dilma Rousseff, foi o responsável por assiná-los (Cf. vídeo). Dilma e Pimentel que, durante o Regime Militar, pretendiam - empunhando armas e promovendo atentados terroristas - transformar o Brasil em um país SOCIALISTA-COMUNISTA.

 








Nota publicada no Facebook em 17 de Setembro de 2014.


Fonte: Bruno Braga


Minas vai sujar a ficha com Pimentel?

Na reta final do primeiro turno das eleições de 2014, o ex-ministro Fernando Pimentel, candidato do PT ao governo de Minas Gerais, recebeu uma péssima notícia do Tribunal de Justiça do Estado. No dia 2 deste mês, os desembargadores sepultaram a tentativa de Pimentel de anular um processo criminal que investiga as responsabilidades por uma fraude em licitação e desvio de R$ 5 milhões dos cofres da Prefeitura de Belo Horizonte, em 2004, quando o atual candidato a governador era o prefeito da capital. 

O desvio dos recursos públicos para interesses privados teria ocorrido na implantação do projeto Olho Vivo, feito em parceria com a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Belo Horizonte, visando a instalação de 72 câmeras para reduzir a criminalidade no centro da capital. Além de jogar luz sobre um episódio que há dez anos o ex-ministro não consegue explicar aos eleitores de forma satisfatória, a decisão do TJ mineiro mantém o petista na condição de um dos candidatos a cargo majoritário com o maior número de problemas judiciais. Segundo o Portal Transparência Brasil, Pimentel é alvo de três ações por improbidade administrativa e duas ações civis públicas movidas pelo Ministério Público.

Para o Ministério Público, o convênio da prefeitura com a CDL foi um “ardiloso estratagema”, que contou com uma ilegal dispensa de licitação, notas fiscais frias e serviços superfaturados. O prejuízo ao município teria sido de R$ 5 milhões e parte do dinheiro desviada para contas no exterior. Além de Pimentel, segundo o MP, estaria envolvido no esquema o ex-procurador-geral de Belo Horizonte e atual tesoureiro da coligação do PT na disputa estadual, Marco Antônio de Resende Teixeira.

Os dois também são investigados em outro processo que investiga o superfaturamento na construção de 1,5 mil casas populares. Nesse caso, o então prefeito Pimentel fez sem nenhum tipo de licitação uma parceria com a antiga Ação Social Arquidiocesana (ASA), uma ONG, para a construção dos conjuntos residenciais. O problema é que para atender à parceria, a ASA contratou, também sem concorrência, as construtoras HAP Engenharia e Andrade Gutierrez. Os laudos em poder da Justiça mostram um superfaturamento de R$ 9,1 milhões. O custo inicial da obra era de R$ 12,7 milhões, mas aditivos irregulares, segundo o MP, fizeram com que a prefeitura desembolsasse R$ 26,7 millhões e metade das casas não foi entregue. O MP também sustenta que depois de assinado o aditivo, a HAP e seu proprietário, Roberto Senna, doaram R$ 235 mil para a campanha de Pimentel em 2004. (Isto É)
 

sábado, 20 de setembro de 2014

Projeto considera legítima defesa agressão a invasor de domicílio

A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 7104/14, apresentado pelo deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), que considera legítima defesa a agressão praticada contra quem invadir uma residência. “Com isso, iremos proporcionar mecanismo inibitório da criminalidade, deixando claro que quem adentrar em ambiente domiciliar, urbano ou rural, sem consentimento poderá ser morto por quem legitimamente o habita”, explica Bolsonaro.
O Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40) inclui três condições em que atos não são considerados crimes: o estado de necessidade, quando a pessoa comete o que seria um crime para salvar alguém de um perigo imediato; a legítima defesa, quando a pessoa defende sua própria vida; ou o estrito cumprimento de dever legal, que são ações de agentes públicos, geralmente policiais.
Hoje o conceito de legítima defesa não inclui agredir ou matar alguém que invadiu um domicilio, o que acaba caracterizado como “excesso” pela lei. “Ocasionando, em várias oportunidades, transtornos àqueles que legitimamente usaram recursos para sua proteção, dentro de um ambiente domiciliar”, argumenta o deputado.

Tramitação


Antes de ser votado em Plenário, o projeto precisa ser aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.


Íntegra da proposta:

Reportagem - Marcello Larcher
Edição – Natalia Doederlein


Fonte: Agência Câmara de Notícias

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Quem é Luiz Inácio Lula? O governo do PT foi bom?

Comentário do filósofo Olavo de Carvalho sobre a "grande pessoa" que foi Lula em seu governo e  as "maravilhas" que ele fez ao Brasil.

Irrealismo Socialista

"Nem na própria história os caras acreditam, e querem que a gente acredite neles?" - João Spacca



quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Extinguindo o inexistente

Semanas atrás escrevi no meu Facebook que, se Marina Silva rompesse publicamente com o Foro de São Paulo e prometesse liquidá-lo caso eleita para a Presidência da República, não hesitaria em votar nela e apoiar sua candidatura pelos modestos meios ao meu alcance. Logo apareceu na internet uma entrevista à CNT
(http://sbt-canal.blogspot.com.br/2014/09/marina-responde-boatos-do-foro-sao-paulo.html), na qual a candidata anunciava a intenção de acabar com o Foro.

Dizem que a entrevista é falsa, e até acredito que seja, mas de qualquer modo ela expressa o que os admiradores de Marina querem que os eleitores "de direita" pensem dela, e nesse sentido é muito significativa, precisamente pelos atos falhos freudianos que, por trás da boa imagem pretendida, revelam uma ambiguidade inquietante.

Por um lado, Marina – ou quem pôs palavras na sua boca -– prometia extinguir até "o último vestígio" da maligna entidade, o que é uma notícia animadora. Mas, de outro afirmava que o Foro não existe na prática, jamais tendo passado de uma tentativa do sr. Lula, o que é manifestamente falso. O Foro continua em plena atividade, numa atmosfera de euforia que seus feitos justificam integralmente.

A Declaração Final do XX Encontro, realizado em La Paz, Bolívia, de 25 a 29 de agosto último, deixa isso claro: "Decorridos vinte e cinco anos da criação do Foro de São Paulo, uma das experiências mais bem sucedidas e unitárias da esquerda na região latino-americana e caribenha, o balanço da situação é indubitavelmente favorável às forças que o compõem. Quando o Foro de São Paulo foi criado, um só país dessa região era governado por um partido pertencente a ele, e hoje são mais de dez." ( http://forodesaopaulo.org/declaracion-final-del-xx-encuentro-del-foro-de-sao-paulo/). Para um agente histórico que "não existe na prática", essas vitórias são mais do que espetaculares: são mágicas. Na verdade, o Foro continua sendo a maior, mais poderosa e mais eficiente organização política que já existiu no continente latino-americano.

O texto de "Marina" dizia ainda que a ligação do PSB com o Foro de São Paulo "é um boato espalhado em tempo de eleição para confundir leigos" e que "quem fazia parte (do Foro) era uma ala do PSB ligada ao governo, desativada há anos". Isso também é falso. O PSB ainda é um membro ativo do Foro e participou do seu mais recente encontro (www. psb40.org.br/ not_det.asp?det=5808) em La Paz.

Por fim, vinha a afirmativa de que "esses boatos são plantados pela turma do Aécio Neves". Isso talvez seja o mais falso de tudo. Tanto o sr. Neves quanto os seus adeptos e, de modo geral, o seu partido, têm-se notabilizado, sobretudo, pelo silêncio obstinado que mantêm em torno do Foro de São Paulo, ao ponto de despertar a suspeita de cumplicidade ao menos passiva.

Que algo nas relações entre o PSDB e o Foro não está claro nem pretende estar, é algo que se percebe sem dificuldade pela reunião discreta entre dirigentes do Foro e o sr. Fernando Henrique Cardoso, na presença de alguns líderes do Partido Democrata americano, realizada em Miami em maio de 1993.

Essa reunião só foi noticiada por um único jornal, o Granma (edição cubana, não internacional), e justamente as cópias dessa edição, quando pus um aluno meu a procurá-las em 2008, haviam desaparecido da Biblioteca do Congresso e das suas subsidiárias. Coincidência ou não, a diretora da seção latino-americana da Biblioteca do Congresso em 2008 era a mesma pessoa que tinha organizado a reunião de 1993.

Quem levantou a lebre da ligação entre o PSB e o Foro tão logo apareceu a candidatura Marina não foi nenhum emissário do sr. Aécio Neves. Fui eu, que sou tão entusiasta do sr. Neves quanto do consumo de pudim de alface diet. E não puxei o assunto para favorecer candidatura nenhuma, porém, bem ao contrário, para sugerir que a presente eleição presidencial deveria ser suspensa pelo TSE, dada a ilegalidade dos dois partidos mais favorecidos para o segundo turno.

Esta é, seguramente, a eleição mais irregular, mais ilegal que já se realizou no Brasil. A Lei Eleitoral de 1995 é categórica e inequívoca: diz o Art. 28: " O Tribunal Superior Eleitoral... determina o cancelamento do registro civil e do estatuto do partido contra o qual fique provado... (II) estar subordinado a entidade ou governo estrangeiros."

Que o Foro de São Paulo é uma entidade estrangeira, multinacional, criada em Havana por Fidel Castro e Lula; que a maior parte das organizações que o compõem são de fala espanhola; e que uma das especialidades do Foro, conforme confessou o próprio Lula, é ajudar os governantes esquerdistas a interferir em segredo na política interna dos países vizinhos – nada disso é coisa de que se possa duvidar razoavelmente.

Pouco importando quem leve a maioria dos votos, se Marina Silva ou Dilma, esta eleição já tem um único vencedor previsto e assegurado: o Foro de São Paulo.

Para piorar as coisas, a candidata que aparece na entrevista com a promessa de eliminar o monstro já vai desde logo acobertando as atividade dele sob o pretexto pueril de que ele não existe na prática. Cabe portanto perguntar se, por "extinguir os seus últimos vestígios”, os autores da farsa não estão confessando, involuntariamente, que Marina, uma vez no poder, vai eliminar só os vestígios, os traços patentes do Foro, deixando que por baixo disso a coisa real continue existindo sob outra identidade, sob outro nome ou sem nome nenhum, mais invisível e onipresente do que nunca.

Afinal, quem pode levar a sério uma promessa de extinguir o que não existe?


Olavo de Carvalho é jornalista, ensaísta e prof. de Filosofia

Fonte: Diário do Comércio