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terça-feira, 23 de setembro de 2014

O PT e a imprensa - de pedra a vidraça

Percival Puggina

Após o PT ter chegado ao poder, os mesmos veículos que antes eram fidedignos e parceiros passaram a ser vistos como manipuladores e inimigos. Acumulam-se, desde então, as tentativas de lançar controle sobre os meios de comunicação.

Entre 1980 e 2002, o Partido dos Trabalhadores foi uma ininterrupta saraivada de pedras contra as vidraças do poder. Pedra dura sem ternura, nem meias palavras. O partido adotou a denúncia como elemento central de suas estratégias, dividindo-se entre as tribunas dos parlamentos e os balcões do Ministério Público e do Poder Judiciário. Era carga cerrada, que ganhava eficiência e eficácia com produção de cartilhas e com a rápida propagação das mensagens e orientações até o mais solitário vereador ou militante, no mais remoto dos municípios. Onde houvesse um meio de comunicação e alguém para ser municiado, ali chegava a informação ou a versão mais conveniente para o ataque, em dimensões nacionais, aos adversários da hora. Foram mais de duas décadas disso.

Os alvos não eram apenas os ocupantes do Palácio do Planalto. Eram, também, as vidraças de todo espaço de poder cobiçado pelo partido. E o partido cobiçava todos os espaços de poder. A articulação com movimentos sociais e sindicatos permitia-lhe dar um jeito de mobilização popular às manifestações estrategicamente promovidas contra seus adversários em todo o país. Como era de se esperar, o partido tornou-se o queridinho da mídia porque, na área política, ninguém conseguia ser mais ativo. O PT não era apenas fonte. Era protagonista e fonte torrencial de informações maliciosas, que geravam repercussão.
Eram cotidianos, nos parlamentos, os discursos de senadores, deputados e vereadores petistas brandindo como tacapes, jornais e revistas que reproduziam suas denúncias e acusações. Não passava pela cabeça do PT a ideia de que o jornalismo, em especial o jornalismo investigativo, pudesse se tornar um incômodo. Não! Era uma parceria que dava bons resultados. O PT atacava e a imprensa multiplicava os efeitos do ataque. A imprensa investigava e o partido repercutia. Os órgãos oficiais investigavam e vazavam para o partido e para a imprensa. E a vida sorria para todos.
No entanto, poucos meses após haver o PT chegado ao poder, os mesmos veículos que antes eram fidedignos e parceiros passaram a ser vistos como manipuladores e inimigos. Acumulam-se, desde então, as tentativas de lançar controle sobre os meios de comunicação. Mais recentemente, tal proposta recebeu o nome de "marco regulatório" da mídia. Agora, foi a vez da presidente Dilma, numa de suas cotidianas crises de nonsense, proclamar, referindo-se às denúncias sobre a Petrobras: "Não é papel da imprensa investigar!". Segundo ela, a tarefa pertence à Polícia Federal.
A frase atropela rudimentares liberdades propiciadas pela democracia, essenciais à subsistência desse regime. Tem potencial para destruir as pontes sobre as quais o partido de quem a proferiu palmilhou os caminhos do poder. E ergue nuvens negras sobre o futuro do país em suas mãos.
 *
Overdose pode matar

Numa parte do jornal, lê-se sobre delação premiada para esclarecimento dos escândalos da Petrobras. A "base" treme nas bases com as informações e com a divulgação de uma lista de beneficiários que não para de crescer e já leva 150 nomes com as respectivas cifras. Rola dinheiro grosso na caverna de Ali Babá.
Enquanto, no Mensalão, os líderes dos partidos da base abraçaram a encrenca e não expuseram os colegas para os quais repassaram os valores recebidos através do esquema, no caso do Petrolão a relação de beneficiados vem cheia e os números são enormes. Mensalão é troco diante do Petrolão.
É o que se lê numa parte do jornal. Noutra, a notícia é um chute na consciência cívica: um comício promovido em favor da candidata Dilma Rousseff culminou com carinhoso e efusivo abraço da base do governo e suas massas de manobra ao edifício-sede da Petrobras no Rio de Janeiro. Imagino que as ações da empresa, agora sob tão vigorosa proteção, se elevem a um novo patamar...
É de se ver as imagens. Todos os participantes da encenação acalentando responsavelmente a empresa que, segundo denúncias e muitas evidências (com dinheiro já sendo buscado de algumas contas no exterior), vinha sendo esfolada e canibalizada nos esquemas de sustentação financeira do poder que hegemoniza a República.
A política brasileira vive momentos em que a caradurice virou arte. Já não se trata da simples articulação entre insensibilidade moral e falta de constrangimento social. É uma obra de arte envolvendo estratégia, retórica, publicidade, senso de oportunidade e, claro, absoluto desprezo pelo discernimento alheio.
Por enquanto, vem funcionando. O prestígio do governo sobe junto com a onda de escândalos. Mas sempre há o risco de morte da estratégia por overdose de estratégia.

www.puggina.org


Fonte: Mídia Sem Máscara

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Perseguição política explícita no Hospital Conceição, em Porto Alegre

O médico Milton Pires, cardiologista e intensivista, acaba de receber a comunicação de suspensão por 60 dias no Grupo Hospitalar Conceição.

Assim que chegou para trabalhar, seu cartão ponto estava cortado e com o indicativo de que procurasse o setor de Relações Humanas. Lá chegando, foi comunicado da suspensão , de cara, por 60 dias, com base no art. 9ª do Regulamento Disciplinar.

É o seguinte o texto desse artigo: "Art. 9º Como medida cautelar a fim de que o empregado acusado não venha a influir na apuração da irregularidade ou da falta funcional, a Diretoria do Grupo Hospitalar Conceição poderá determinar, a qualquer tempo, o afastamento do empregado do exercício de suas funções, pelo prazo de até 60 (sessenta) dias, sem prejuízo da remuneração. Parágrafo único.

O afastamento poderá ser prorrogado por igual prazo, findo o qual cessarão os seus efeitos, ainda que não concluído o processo". Essa é toda a explicação contida na notificação emitida para o doutor Milton Pires.

Fica evidente que a direção petista e comunista (PCdoB) do Grupo Hospitalar Conceição está realizando uma sindicância secreta contra o médico Milton Pires, que tem um grave agravante sério para o petismo e seus satélites: é um oposicionista, alguém que se opõe tenazmente contra o comunismo e o petismo.

Fica evidente, também, que esse é o primeiro passo para a abertura de um PAD (processo administrativo disciplinar) visando a demissão do médico Milton Pires. Isso é escandaloso, porque a penalização, sem qualquer explicação, sem que o médico saiba pelo que está sendo investigado em sindicância, sem que possa se defender na sindicância, sem comunicação para que constitua defesa que o assista no processo de sindicância, tudo isso configura um grave caso de assédio moral e perseguição política explícita, porque o médico Milton Pires é um notório opositor do petismo e do comunismo. Isso é absolutamente escandaloso.



Fonte: Rádio Vox

domingo, 21 de setembro de 2014

O Papa, a Albânia socialista-comunista e a revolução no Brasil

Neste domingo, 21 de Setembro, o Papa Francisco visita Tirana, capital da Albânia. É uma oportunidade para recordar e refletir sobre os horrores impostos pelo regime SOCIALISTA-COMUNISTA à população do país. Perseguição e encarceramento de cristãos. Execuções. Demolição de igrejas e o ateísmo gravado na Constituição.
Mas a visita do Sumo Pontífice é oportuna também para os brasileiros. Para que refaçam a memória dos vínculos do regime opressor e sanguinário da Albânia com o Brasil. Recordação imprescindível, sobretudo neste período eleitoral, em que agentes e partidos historicamente ligados ao comunismo albanês - e comprometidos com a revolução SOCIALISTA-COMUNISTA - são protagonistas do cenário político e atuam com a mesma ambição totalitária de poder. Abaixo, algumas notas para contribuir com essa funesta recordação.

I.


Este vídeo registra a VII Conferência do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), que foi realizada na Albânia entre os anos de 1978 e 1979 - 1979 inclusive foi declarado "O Ano Stálin", uma homenagem ao ditador genocida soviético.
A Albânia fora então considerada pelos dirigentes do PCdoB como "o farol da humanidade". Desde a capital albanesa - onde muitos moraram - eles diariamente passavam informações e orientações para o Brasil através da rádio Tirana. A Albânia também abrigou e treinou guerrilheiros brasileiros.
II.
[...]
"Durante a guerrilha [Guerrilha do Araguaia], o convento dos padres de Conceição do Araguaia era utilizado como base para transmissões clandestinas de rádio, que deveriam alcançar a Albânia. Porém, os militares localizaram este núcleo operacional e, com o desmonte do equipamento, inviabilizaram a comunicação. Um dos religiosos que estava no convento protestou veementemente contra a intervenção: era Claudio Fonteles" [...] (trecho extraído do artigo "A História nas mãos de um sacerdote da revolução" [http://b-braga.blogspot.com.br/2012/11/a-historia-nas-maos-de-um-sacerdote-da.html]).
Claudio Fonteles foi membro da AP (Ação Popular), organização terrorista que surgiu com o propósito de instrumentalizar a Igreja Católica para promover a revolução SOCIALISTA-COMUNISTA no Brasil. Fonteles foi - até 2013 - membro da Comissão da Verdade. Quer dizer, Comissão da MENTIRA, porque o grupo, sob o pretexto de investigar as "violações dos direitos humanos" durante o Regime Militar, tem um só objetivo: reescrever e falsificar a História, consagrando a versão revolucionária dos fatos como a História oficial do país.
III.
 
 
No início dos anos 80, Lula de braços erguidos com João Amazonas (à esquerda)- o alto dirigente do PCdoB acolhido na Albânia SOCIALISTA-COMUNISTA (Cf. Nota I).
 
Na Convenção Nacional do PCdoB - realizada em Junho de 2014 - o partido comunista confirmou apoio à reeleição da Presidente Dilma Rousseff. (Cf. também "Prisão dos mensaleiros - Dilma Rousseff comparece a celebração COMUNISTA" [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/11/prisao-dos-mensaleiros-dilma-rousseff.html]). 

Fonte: Bruno Braga

Pimentel - CODINOME: "Jorge"

Em 1970, Fernando Damatta Pimentel - hoje candidato petista ao governo do estado de Minas Gerais - participou da fracassada ação terrorista orquestrada pela Vanguarda Popular Revolucionária (VPR): sequestrar Curtis Carly Cutter, cônsul dos Estados Unidos em Porto Alegre. O objetivo era realizar uma ação de impacto para consagrar a unidade de combate junto ao Comando Nacional, libertando - em troca da autoridade sequestrada - cinquenta "companheiros" presos.


"O sequestro foi marcado para o dia 21 de março, um sábado. Na tarde desse dia, estando tudo pronto, já com o carro para a ação roubado, o sequestro fracassou pela primeira vez, em virtude de erro no planejamento. Nova tentativa foi marcada para semanas depois.
No dia 4 de abril (também um sábado), o 'Comando Carlos Marighella' foi assim constituído: no carro da ação, um Volks azul, estava o comandante da operação, Félix Silveira Rosa Neto, com pistola calibre 45, o motorista Irgeu João Monegon, com revólver.38, FERNANDO DAMATTA PIMENTEL, com revólver .38, e Gregório Mendonça, do MR-26, com metralhadora INA .45; no carro da cobertura, ia o motorista, Reinhold Amadeo Klement, com revólver .38, e Luiz Carlos Damatta, com metralhadora INA .45. Além das armas, algumas granadas completavam o arsenal formado para o sequestro.
Na manhã desse dia, o cônsul saiu sozinho de sua residência, com sua caminhonete Plymouth azul-marinho. Pelo excesso de tráfego nos caminhos percorridos, nada foi tentado. À tarde, novamente, o cônsul saiu em direção à Vila Hípica. Em Vila Assunção, tentaram encostar-se ao seu carro, mas, por mais uma vez, o tráfego impediu a ação. Às 16 horas, o americano encontrava-se numa rua sem saída, no bairro Tristeza. Montaram o esquema de bloqueio da rua, que fracassou por imperícia de Irgeu: em vez de fechar, seu carro emparelhou com o do cônsul. Este, pensando que os rapazes queriam fazer um 'pega', arrancou a sua potente Plymouth, deixando para trás os surpresos terroristas.
Combinaram, então, nova tentativa para essa mesma noite, marcando um ponto de encontro, ao qual Luiz Carlos Dametta não compareceu. Apesar do desfalque, resolveram agir assim mesmo. Os frequentes fracassos irritavam e açodavam os militantes do 'Comando Carlos Marighella".
Às 20 horas, o cônsul, acompanhado de sua esposa, saiu para visitar uns amigos, estacionando na Avenida Independência nas proximidades do Teatro Leopoldina. Às 22h30min, saiu o casal acompanhado de um amigo. Tomando o carro, foram seguidos até a Rua Vasco da Gama, quando, logo após a Rua Ramiro Barcellos, foram ultrapassados e fechados pelo Volks dirigido por Irgeu, ocorrendo uma batida. Os três militantes desse carro, Félix, FERNANDO e Gregório desceram, cercando a caminhonete do cônsul. Este não titubeou, ao ver as armas, arrancou violentamente e atropelou FERNANDO, abalroando o Volks. Félix atirou com sua pistola .45, acertando o omoplata da vítima, que, mesmo ferida, conseguiu escapar.
O Volks, batido, foi abandonado na Rua Dona Laura. O outro carro foi guardado para futuras ações. De madrugada, reunidos no 'aparelho' em que o cônsul deveria ser guardado, analisaram as causas do fracasso. Até hoje, não se sabe o que fezeram naquele momento, com o "Comunicado Número Um" (trecho extraído do livro "ORVIL: tentativas de tomada do poder", Schoba, 2012, pp. 539-40 - os destaques no texto para Fernando Pimentel são meus).
O "Comunicado Número Um" - citado acima - era um aviso que deveria ser entregue às autoridades com a consumação do sequestro. Porém, ele não propunha somente a troca do cônsul pelos cinquenta "companheiros" presos. O comunicado, previamente redigido, já trazia a "confissão" do prisioneiro, que assumia "ligações com a CIA", e a condenação dele à morte, julgado sumariamente pelo "tribunal de justiça revolucionária" - execução que seria evitada apenas se as autoridades aceitassem as condições do resgate (Idem, p. 538).
Em 2011, João Carlos Bona Garcia - juiz militar aposentado, e ex-integrante da VPR - contou como ele e Pimentel roubaram Cr$ 89.500,00 (R$ 415 mil reais em 2011) do Banco Brasul, de São Paulo - dinheiro que pertencia ao grupo Ultragás. Com um Gordini, os terroristas fecharam o fusca que estava a serviço do banco em Porto Alegre, rendendo o motorista e seu acompanhante:



"Eu estava com uma 45 e o FERNANDO com um 38", contou Bona Garcia. Cabia-lhe render o motorista, mas este inicialmente resistiu, com um atrevido "não saio!". O guerrilheiro disse: "Sai, se não vou ter de te matar". Ele saiu. "O FERNANDO teve mais sorte, porque o dele saiu logo. Mas a ação foi um sucesso". Sanches, subgerente do Brasul em Porto Alegre, disse à polícia que os dois assantantes usavam um emplastro na altura do nariz e da boca (Revista Época, 18 de Março de 2011 - os destaques no texto para Fernando Pimentel são meus).
Mas não foi só com a VPR que Pimentel - empunhando armas e promovendo atividades criminosas - tentou fazer do Brasil um país SOCIALISTA-COMUNISTA. Em Belo Horizonte - antes de integrar a VPR -, Pimentel fez parte do COLINA (Comando de Libertação Nacional), organização terrorista que tinha Dilma Rousseff em seus quadros - a candidata petista que nas eleições deste ano pretende reeleger-se Presidente da República.


ANEXO.





Fernando Pimentel - PETISTA que concorre ao governo do Estado de Minas Gerais - tem o DEVER de esclarecer os termos dos contratos SECRETOS multimilionários firmados com as ditaduras SOCIALISTAS-COMUNISTAS de Cuba e Angola. Pimentel, enquanto Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio da Presidente Dilma Rousseff, foi o responsável por assiná-los (Cf. vídeo). Dilma e Pimentel que, durante o Regime Militar, pretendiam - empunhando armas e promovendo atentados terroristas - transformar o Brasil em um país SOCIALISTA-COMUNISTA.

 








Nota publicada no Facebook em 17 de Setembro de 2014.


Fonte: Bruno Braga


Minas vai sujar a ficha com Pimentel?

Na reta final do primeiro turno das eleições de 2014, o ex-ministro Fernando Pimentel, candidato do PT ao governo de Minas Gerais, recebeu uma péssima notícia do Tribunal de Justiça do Estado. No dia 2 deste mês, os desembargadores sepultaram a tentativa de Pimentel de anular um processo criminal que investiga as responsabilidades por uma fraude em licitação e desvio de R$ 5 milhões dos cofres da Prefeitura de Belo Horizonte, em 2004, quando o atual candidato a governador era o prefeito da capital. 

O desvio dos recursos públicos para interesses privados teria ocorrido na implantação do projeto Olho Vivo, feito em parceria com a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Belo Horizonte, visando a instalação de 72 câmeras para reduzir a criminalidade no centro da capital. Além de jogar luz sobre um episódio que há dez anos o ex-ministro não consegue explicar aos eleitores de forma satisfatória, a decisão do TJ mineiro mantém o petista na condição de um dos candidatos a cargo majoritário com o maior número de problemas judiciais. Segundo o Portal Transparência Brasil, Pimentel é alvo de três ações por improbidade administrativa e duas ações civis públicas movidas pelo Ministério Público.

Para o Ministério Público, o convênio da prefeitura com a CDL foi um “ardiloso estratagema”, que contou com uma ilegal dispensa de licitação, notas fiscais frias e serviços superfaturados. O prejuízo ao município teria sido de R$ 5 milhões e parte do dinheiro desviada para contas no exterior. Além de Pimentel, segundo o MP, estaria envolvido no esquema o ex-procurador-geral de Belo Horizonte e atual tesoureiro da coligação do PT na disputa estadual, Marco Antônio de Resende Teixeira.

Os dois também são investigados em outro processo que investiga o superfaturamento na construção de 1,5 mil casas populares. Nesse caso, o então prefeito Pimentel fez sem nenhum tipo de licitação uma parceria com a antiga Ação Social Arquidiocesana (ASA), uma ONG, para a construção dos conjuntos residenciais. O problema é que para atender à parceria, a ASA contratou, também sem concorrência, as construtoras HAP Engenharia e Andrade Gutierrez. Os laudos em poder da Justiça mostram um superfaturamento de R$ 9,1 milhões. O custo inicial da obra era de R$ 12,7 milhões, mas aditivos irregulares, segundo o MP, fizeram com que a prefeitura desembolsasse R$ 26,7 millhões e metade das casas não foi entregue. O MP também sustenta que depois de assinado o aditivo, a HAP e seu proprietário, Roberto Senna, doaram R$ 235 mil para a campanha de Pimentel em 2004. (Isto É)
 

sábado, 20 de setembro de 2014

Projeto considera legítima defesa agressão a invasor de domicílio

A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 7104/14, apresentado pelo deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), que considera legítima defesa a agressão praticada contra quem invadir uma residência. “Com isso, iremos proporcionar mecanismo inibitório da criminalidade, deixando claro que quem adentrar em ambiente domiciliar, urbano ou rural, sem consentimento poderá ser morto por quem legitimamente o habita”, explica Bolsonaro.
O Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40) inclui três condições em que atos não são considerados crimes: o estado de necessidade, quando a pessoa comete o que seria um crime para salvar alguém de um perigo imediato; a legítima defesa, quando a pessoa defende sua própria vida; ou o estrito cumprimento de dever legal, que são ações de agentes públicos, geralmente policiais.
Hoje o conceito de legítima defesa não inclui agredir ou matar alguém que invadiu um domicilio, o que acaba caracterizado como “excesso” pela lei. “Ocasionando, em várias oportunidades, transtornos àqueles que legitimamente usaram recursos para sua proteção, dentro de um ambiente domiciliar”, argumenta o deputado.

Tramitação


Antes de ser votado em Plenário, o projeto precisa ser aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.


Íntegra da proposta:

Reportagem - Marcello Larcher
Edição – Natalia Doederlein


Fonte: Agência Câmara de Notícias

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Quem é Luiz Inácio Lula? O governo do PT foi bom?

Comentário do filósofo Olavo de Carvalho sobre a "grande pessoa" que foi Lula em seu governo e  as "maravilhas" que ele fez ao Brasil.