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sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Em vídeo, Denise Abreu confirma o uso indevido e criminoso dos Correios pela campanha de Dilma

Pé na porta – O PT incorreu em crime eleitoral ao usar de maneira abusiva e indevida os Correios para distribuir em todo o país material de campanha da candidata Dilma Rousseff, que busca a reeleição. O assunto ganhou o noticiário nos últimos dias, com provas irrefutáveis do crime cometido pela campanha petista, mas Dilma, do alto da sua arrogância e truculência insiste em dizer que tudo não passa de um “factóide de campanha”.
Candidata a deputada federal pelo Partido Ecológico Nacional, em São Paulo, e ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), Denise Abreu entrevistou um funcionário dos Correios que foi à sua residência para entregar correspondências e também um folder da campanha de Dilma.
A exemplo do que foi constatado em outros casos, o material recebido por Denise Abreu estava sem a chancela dos Correios, o que mostra que a distribuição do material não passou de uma panfletagem ilegal e criminosa, que aconteceu porque o PT, sempre acima da lei, usou a máquina pública em favor da candidata do partido.
Na conversa com Denise, o carteiro explica que o material de campanha de Dilma Rousseff está sendo entregue por todo o País, sem os registros necessários e que comprovam o pagamento pelo serviço. Fora isso, o funcionário dos Correios alega que não sebe se a empresa está entregando o material propagandístico de outros candidatos, o que, se confirmado, configura outro crime.
A presidente-candidata Dilma sabe que o caso pode culminar coma cassação do registro de sua candidatura, o que em algum momento anularia uma eventual vitória nas urnas, por isso tenta a todo instante minimizar o escândalo, possivelmente um dos maiores da história eleitoral do País.
A forma com que o PT atropela a legislação vigente é um constante ultraje à democracia, por isso os brasileiros de bem devem partir em direção às urnas, no próximo domingo (5), de que é preciso não apenas mudar, mas dar um basta a essa avalanche de desmandos e crimes de corrupção que vem corroendo o Brasil continuadamente.
A parcela pensante da sociedade brasileira, que não foi abduzida pelos programas sociais do governo, portanto não faz parte do curral eleitoral petista, precisa pressionar a Justiça Eleitoral para que puna de maneira exemplar os responsáveis por mais um acinte com a chance do PT, começando pela cassação do registro da candidatura de Dilma Rousseff por abuso de poderes econômico e político.
Fonte: Ucho.info

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

PT utilizando os Correios para propaganda política

"Se a Dilma hoje tem 40% em Minas, tem dedo de petistas dos Correios!". Palavras do sujeito que fala da "prestação de contas" no vídeo abaixo.
Declaração de culpa explícita, mas o TSE não vai fazer NADA, porque o presidente desse tribunal é José Carlos Dias Toffoli, que é reconhecidamente petista e foi advogado do "Comandante Daniel", vulgo Zé Dirceu.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Dilma sobre regulação da comunicação: “Estamos maduros para isso”

A presidenta Dilma Rousseff, candidata à reeleição, se encontrou com jornalistas blogueiros, nesta sexta-feira (26), no Palácio da Alvorada, em Brasília. Dilma ouviu as propostas e reivindicações dos blogueiros e respondeu às suas perguntas.


Ichiro Guerra
  
Participaram do encontro oito blogs representados por Altamiro Borges, (Blog do Miro e Centro de Estudos da Mídia Barão de Itararé); Miguel do Rosário (O Cafezinho), Renato Rovai (Revista Fórum), Paulo Moreira Leite (Brasil 247), Kiko Nogueira (Diário do Centro do Mundo), Conceição Oliveira (Maria Frô), Conceição Lemes (Viomundo) e Eduardo Guimarães (Blog da Cidadania).

O jornalista Altamiro Borges, foi o primeiro a perguntar, e falou da necessidade de regulação dos meios de comunicação como forma de fortalecer a democracia. “Por que nada foi feito no seu governo a respeito dessa questão?”, questionou o jornalista lembrando que países como Estados Unidos e México já promoveramaltami tais medidas.

Concentração
Dilma, por sua vez, adiantou que este será um tema que pretende mexer num eventual segundo mandato. “O Brasil tem que regular. Há uma grande concentração e é uma coisa que as pessoas demandam. Todos percebem que é um setor que deve ser regulado, assim como é regulado o setor do petróleo, do transporte”, declarou a presidenta.

Para Dilma, a concentração é altamente negativa para as relações da sociedade e pontuou: “A regulação de qualquer seguimento deve ser feita pela base econômica. Não há porque a comunicação ser diferente”.

A presidenta advertiu que, diferente do que alguns setores tentam induzir, a regulação não é controle de conteúdo. “Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Controle de conteúdo não é de países democráticos é de ditatoriais. Vamos impedir os oligopólios se instalem”.

Constituição garante

Dilma lembrou que tal medida está prevista na Constituição Federal: “O artigo 220 parágrafo 5º diz que os meios de comunicação não podem ser objeto do monopólio e oligopólios. Portanto, cabe regulação”.

A candidata à reeleição disse ainda que “os meios de comunicação devem informar, educar e transmitir informação”. “Existe diversidade cultural e regional que precisa ser respeitada. É preciso regionalizar o conteúdo e promover a diversidade cultural. A Constituição também estabelece isso”.

Para Dilma, é hora de fazer a regulação dos meios de comunicação, pois o País está preparado. “A concentração econômica dificilmente leva a uma simetria. Acho que estamos maduros para fazer isso. E quando digo que sou a favor da regulação econômica, também sou a favor da Lei do Cabo [TV a Cabo]”, finalizou a presidenta.

Da redação do Portal Vermelho, Dayane Santos


Fonte: Portal Vermelho
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Comentário: Quando ler: regulamentação, democratização e outros eufemininos, entenda que todos estes nomes significam CENSURA! 

Silas Malafaia fala sobre o pronunciamento de Dilma na ONU



Malafaia mostra a realidade do governo do PT e Dilma em video polêmico.

domingo, 28 de setembro de 2014

Dr. Milton Pires: perseguido político pelo comuno-petismo

Graça Salgueiro

O Dr. Milton Simon Pires, médico cardiologista e intensivista (UTI), concursado e funcionário do Hospital Nossa Senhora da Conceição (conhecido apenas como Hospital Conceição) em Porto Alegre desde junho de 2010, ao chegar para trabalhar na manhã do dia 22 de setembro constatou que seu ponto eletrônico estava bloqueado, então foi perguntar o que havia ocorrido. Encaminharam-no ao setor de Relações Humanas quando uma funcionária entregou-lhe um documento no qual dizia que ele estava afastado do trabalho por 60 dias. Perguntada, a jovem não soube responder, pois era encarregada apenas de fazer a entrega.
O documento recebido foi a Portaria nº 443/14, que resolve “afastar por 60 dias ‘a contar do recebimento desta’ o Dr. Milton Pires (...), conforme o disposto do Art. 9º do Regulamento de Procedimentos e Sanções Disciplinares do Grupo Hospitalar Conceição (GHC)”. Constam os nomes e assinaturas dos doutores Carlos Eduardo Nery Paes, Diretor Superintendente do GHC, Dr. Gilberto Barichello, Diretor Administrativo e Financeiro, e apenas o nome, sem assinatura, do Dr. Paulo Ricardo Bobek, Diretor Técnico e chefe do Dr. Milton.
O Art. 9º do tal regulamento diz o seguinte:
“Como medida cautelar a fim de que o empregado acusado não venha a influir na apuração da irregularidade ou falta funcional, a Diretoria do Grupo Hospitalar Conceição poderá determinar, a qualquer tempo, o afastamento do empregado do exercício de suas funções, pelo prazo de até 60 (sessenta) dias, sem prejuízo da remuneração”.
Parágrafo único:
“O afastamento poderá ser prorrogado por igual prazo, findo o qual cessarão seus efeitos, ainda que não concluído o processo”.

ghc

Bem, o teor do artigo do regulamento não foi citado, nem na portaria nem verbalmente, mas o doutor Milton descobriu. Dele, não se conclui nada a respeito do motivo de sua aplicação ao seu caso, mas sabe-se que corre um PAD (Processo Administrativo Disciplinar) em que o objetivo final é uma “rescisão motivada de contrato”, mas que isso só poderá ocorrer em janeiro porque agora estamos em período eleitoral. Assim, deixa-se o incômodo médico fora do hospital até o fim do ano, para que ele não denuncie as barbaridades que tem visto lá dentro e com isso “queimar” os candidatos governistas.
O Dr. Milton tem-se destacado por denunciar a má gestão do Hospital Conceição - que é controlado pelo PCdoB e PT, e diz atender “100% dos pacientes do SUS” - e depois que um artigo seu, (Santa Maria e a Guerra do Vietnã) que foi publicado no blog de Ricardo Setti na revista Veja no início de 2013, onde tece sérias críticas e um aviso sobre a contratação de “médicos” cubanos, passou a ser vigiado, acossado, perseguido. Além disso, tem textos publicados em seu blog Ataque Aberto e no grupo do Facebook “Inglorious Doctors” criado por ele, que são reproduzidos pelos sites Mídia Sem Máscara e Papéis Avulsos. A partir daí, começou a pagar o preço de suas opiniões políticas anti-petistas e anti-comunistas.
Em agosto de 2013, Dr. Milton entrou com uma apelação administrativa pela avaliação de desempenho que lhe fora feita e considerada “muito insuficiente”. No parecer da Junta Recursal, afirma-se que após ouvido o requerente, que na ocasião disse fazer uso de medicamento para depressão, diz-se que o Dr. Milton fora afastado do trabalho em 2012 por “surto psicótico”. Temos que recuar um pouco no tempo. Conforme dados do prontuário do paciente Milton Simon Pires no Serviço de “Saúde do Trabalhador” do Hospital Conceição, e conforme diagnóstico do Dr. Alexandre Schmidt, CREMERS 30.359, Médico Psiquiatra, às 16:00 horas do dia 20 de junho de 2012 após vê-lo e ouvi-lo uma única vez, o paciente Milton Pires apresenta “Sintomas sugestivos de Paranóia. Contudo, com crítica preservada”.
Dois dias depois, na tarde de 22 de junho de 2012, o Dr. Armando Castro CREMERS 13.095, médico do trabalho da unidade de “Saúde do Trabalhador”, que não é psiquiatra, conclui no prontuário do Dr Milton que ele apresenta “Características de quadro Psicótico Paranóide” e encaminhado ao SUS sob o CID (Código Internacional de Doenças)  23.9.
Voltando ao parecer da Junta Recursal, em entrevista com o gestor Edson Moraes Rodrigues Filho, mesmo não sendo psicólogo ou psiquiatra, este afirma que o Dr. Milton sofre de “distúrbio paranóico” e que tem problemas de relacionamento com os colegas. Testemunhas identificadas como “trabalhador 1, 2, 3, e 4”, ou seja, testemunhas anônimas, acusam-no de “não examinar os pacientes”, “não lavar as mãos”, “conflitos com familiares de pacientes da UTI”, “jogar equipamentos no chão”, “não usar equipamentos de proteção individual”, etc.
Todo este episódio está repleto de irregularidades e nos remete ao livro “O Processo”, de Franz Kafka. Dr. Milton não foi informado do afastamento diretamente por seu chefe imediato, como deveria ser, mas por uma funcionária administrativa que, como um carteiro, apenas entrega a missiva. Desrespeitaram seu direito ao devido processo, uma vez que até o momento não se conhece o motivo do afastamento, embora saibamos com clareza que trata-se, como nos Tribunais Revolucionários desde Stalin até os dias de hoje, em Cuba, Venezuela e países comunistas, de um castigo por divergir da política do regime.
O documento foi redigido no dia 18 e entregue apenas no dia 22, embora o Dr. Milton tenha cumprido seus plantões nos dias 18, 19 e 21 de setembro. Por que esperaram tanto tempo para entregá-lo e, ainda assim, de maneira irregular? Quem são as “testemunhas” que se identificam apenas como “trabalhador”, quando pela Constituição é vedado o anonimato? Por que o sigilo em identificar esses depoentes? Quem são essas pessoas e por que aceitaram mentir de forma tão grosseira contra um profissional respeitado como o Dr. Milton? Por que o hospital manteve durante mais de um ano um profissional que trabalha numa área sensível como a UTI, quando a mesma direção concluiu que o mesmo é um “psicótico” que vive em surto, pondo em risco a vida dos pacientes sob seus cuidados, seus colegas de trabalho e as famílias dos pacientes? É esse o apreço que o Hospital Conceição, “100% SUS”, dispensa àqueles que ali buscam atendimento?
Quando denunciamos que o contrato entre a ditadura cubana e o Brasil de 13.000 “médicos” não visava, de modo algum a atender a população necessitada e sim uma jogada político-eleitoreira, não imaginávamos que a perseguição e substituição dos verdadeiros médicos brasileiros fosse ser tão rápida. O Hospital Conceição tem um orçamento de mais de 1.2 bilhões de reais/ano, mas não há leitos suficientes para abrigar os pacientes que se acomodam nos corredores, no chão, a higiene é precária, há insetos circulando em um ambiente que deveria ser acéptico, conforme pode-se ver na foto. 
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Diante da repercussão que o caso ganhou na mídia, sobretudo em sites e redes sociais em apoio ao Dr. Milton Pires, o GHC publicou em seu site, no dia 24 de setembro, uma “nota de esclarecimento”, onde afirma que o afastamento deveu-se a uma denúncia de uma colega médica (no site omitem o nome, mas ela chama-se Ana Paula Ribeiro Rucks) por“agressões físicas e verbais durante o horário de trabalho conforme Boletim de Ocorrência Policial registrado na Delegacia da Mulher”. Mais uma vez, o Dr. Milton tomou conhecimento do fato de forma indireta, para que não possa se defender. Existe exame de corpo de delito da Drª Ana Paula provando a “agressão física” sofrida pelas mãos do “psicótico” Dr. Milton? Não se conhece porque isto nunca ocorreu!
A Rádio Vox, criou junto com o Citizengo uma petição exigindo o fim da perseguição empreendida pela direção do Hospital Conceição que pode ser assinada clicando aqui. A Rádio Vox tentou conversar com a Assessoria de Imprensa do Ministério da Saúde, uma vez que o ministro Arthur Chioro é também presidente do Conselho de Administração do referido hospital e auxiliar direto de Dilma Rousseff, mas nas tentativas feitas nos dias 24 e 25, as pessoas ficaram remetendo para outras e outras e outras, e ninguém concretamente falou até agora com a rádio.
Este fato clama aos céus e serve como alerta para todos nós que não nos calamos diante dos crimes cometidos por este governo comunista que pretende instalar no Brasil um regime ditatorial igual aos que já vigem em Cuba, há malditos 55 anos e na Venezuela há 15. Plantar falsas evidências, usar testemunhas e testemunhos falsos, rotular (e muitas vezes internar) de “psicóticos”, são os mesmos métodos utilizados por regimes comunistas há séculos, para incriminar e condenar aqueles que ousam discordar de seus propósitos. O Dr. Milton Pires foi escolhido como o bode expiatório mas se não fizermos nada, se nos calarmos covardemente diante de um descalabro desses, seremos coniventes com um crime monstruoso e provavelmente as próximas vítimas.
Finalmente, no vídeo abaixo o Dr. Milton Pires conversa com seu advogado e expõe o caso.

http://notalatina.blogspot.com.br/

Fonte: Mídia Sem Máscara

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

O silêncio de todos nós

Meus caros amigos,

Trabalhando desde junho de 2010 na UTI do Hospital Nossa Senhora da Conceição em Porto Alegre, minha contínua luta contra as barbaridades feitas contra a saúde pública no Brasil são do seu conhecimento. Foi através do blog de Ricardo Setti na Revista VEJA que, no início de 2013, “Santa Maria e a Guerra do Vietnam” (artigo de minha autoria) chegou ao conhecimento público trazendo um sério aviso sobre a vinda dos médicos cubanos. Depois de “Carta à Presidente Dilma” e de uma série de outros textos publicados tanto no meu blog “Ataque Aberto” quanto no grupo de Facebook, “Inglourious Doctors”, comecei a pagar, pessoalmente, dentro do meu emprego, o preço das minhas opiniões políticas.

Assassinar reputações de inimigos não é tática nova da esquerda brasileira. O doutor Romeu Tuma Júnior provou isso ao país. Trabalhando num grupo hospitalar que atende 100% dos pacientes pelo SUS, no qual entrei por concurso público e que é controlado por gente do PC do B, acredito que não seja necessário ser teórico da conspiração para compreender e aceitar o que acontece com aqueles que se opõem ao modelo de gestão de saúde no Brasil. Antiga, mas eficiente, a tática é sempre a mesma: atribuir desempenho ruim nas avaliações funcionais e relatos de conflitos e dificuldade de relacionamento no local de trabalho funcionam como estopim dos processos administrativos, como os quais se pretende “limpar” o serviço público dos opositores.

Ontem, dia 22 de setembro, chegando ao Hospital Conceição para trabalhar na UTI, fui notificado de que meu ponto estava “suspenso”. Encaminhado ao setor de RH recebi informação de que eu mesmo, como médico, estou suspenso do hospital por 60 (sessenta dias) sem perda de remuneração. Argumenta a instituição que isso visa não prejudicar o processo administrativo disciplinar – PAD número 51/14 em que se pretende a minha exoneração. Não sei quais são os termos de acusação; não sei ao que respondo e não tive, até agora, chance de defesa alguma. Em apelação administrativa de avaliação funcional prévia considerada muito insuficiente, testemunhas identificadas como “trabalhador da saúde 1,2,3,4..etc..” me acusam de “não examinar os pacientes, não lavar as mãos, de conflitos com familiares de pacientes da UTI , de jogar equipamentos no chão e não usar equipamentos de proteção individual”. E afirmo que não sei, oficialmente, o nome de NENHUMA das pessoas que disseram isso naquele processo, que não lhes foi exigida prova alguma e que, tomadas como VERDADES corroboradas pela minha chefia tais declarações acabaram com a minha vida funcional.

Meus amigos, o que está acontecendo comigo não é exceção; é a regra sobre aquilo que os médicos brasileiros enfrentam em seu trabalho quando decidem questionar a maneira dessa gente conduzir a saúde pública. Minhas chances no processo administrativo, cuja cópia sequer tenho ainda, não são muitas; na justiça comum acredito que haja alguma alternativa. Resta nesse momento apelar para o que essa gente mais teme: à publicidade, à divulgação em massa e pela imprensa que ainda está livre daquilo que eles querem fazer na surdina. Daquilo que eles fazem melhor e querem esconder: o assassinato de reputação e o total aparelhamento do serviço público no Brasil, garantidos pelo terror infundido sobre seus subordinados. O efeito é garantido por lei: a lei do silêncio de todos nós.

Grande Abraço,

Milton Pires
Médico

Porto Alegre, 23 de setembro de 2013.

http://ataqueaberto.blogspot.com.br/


Fonte: Mídia Sem Máscara

Pelo fim do processo de perseguição política contra o médico Milton Simon Pires

Assine a petição:  http://citizengo.org/pt-pt/11715-pelo-fim-da-perseguicao-empreendida-pela-direcao-do-grupo-hospitalar-conceicao-contra-o-medico

O médico Milton Simon Pires está sofrendo um Processo Administrativo Disciplinar do Grupo Hospitalar Conceição, estatal na qual trabalha, em Porto Alegre.
É um processo de perseguição política, porque o médico Milton Simon Pires se notabiliza pelas suas críticas às políticas de saúde pública do regime petista e, especialmente, por sua militância anti-comunista, tanto em suas páginas no Facebook como nas suas intervenções diárias, todas as noites, na Rádio Vox, na Internet (www.radiovox.org.br).
O processo contra o médico Milton Simon Pires reveste-se de todas as características de assédio moral de parte do empregador, no caso, o governo federal, comandado pelo regime petista.
Responsabilizamos diretamente o ministro da Saúde, o petista Arthur Chioro, autoridade maior da área de saúde pública no Brasil e também no próprio Grupo Hospitalar Conceição, onde exerce o papel de presidente do Conselho de Administração, que é o maior órgão da estatal.
Milton Simon Pires tem se notabilizado pela intensa defesa do papel do médico e da Medicina. Quando a saúde pública no Brasil é um verdadeiro descalabro, é inadmissível que se suspenda um médico por 60 dias, ainda mais sendo um médico intensivista que cuida de pacientes em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). E, o mais grave, com a instauração de um processo administrativo disciplinar que é uma aberração na sua formação e nos seus procedimentos.
O médico é suspenso por 60 dias antes de saber do que é acusado, e por quem é acusado, impedido assim de se defender, e de providenciar uma defesa. Isso é absolutamente inaceitável no estado democrático de direito.
É repulsivo e todos nós que assinamos a presente petição repudiamos mais essa atituto totalitarista do regime petista, e exigimos a anulação desse processo (www.radiovox.org.br)